FT-CI

Claudia Cinatti

  • Eleições Estados Unidos

    A mensagem anti-establishment de Iowa

    03.02.2016 Esta fúria contra a política “as usual” deu a vitória ao republicano Ted Cruz, o senador texano de ultra-direita, referenciado no Tea Party, e privou Hillary Clinton do triunfo eleitoral, que terminou em um empate virtual com o senador Bernie Sanders.

  • IRÃ - EUA

    O retorno do Irã

    21.01.2016 Com a certeza de que o Irã havia cumprido o acordo nuclear selado em Viena, os EUA e a União Européia levantaram as sanções impostas em 2011. Quais são as consequências do retorno geopolítico e econômico do Irã ao Oriente Médio? O retorno do Irã

  • ELEIÇÕES DA GRÉCIA

    As eleições da Grécia e o debate estratégico na esquerda

    22.09.2015 No dia 21 de setembro, Alex Tsipras voltou a assumir o cargo de primeiro-ministro, a frente de uma coalizão entre o seu partido Syriza e os nacionalistas de direita de Anel. Em apenas dois meses, passou do triunfo massivo do voto NÃO, no referendo de julho, a uma “segunda oportunidade” a um governo que ascendeu pela esquerda e terminou aceitando o ajuste mais duro imposto pelos credores. Syriza representou o “mal menor” frente aos partidos tradicionais, Nova Democracia e Pasok, que são considerados os autores da tragédia que vive o povo grego.

  • Estados Unidos e Irã

    O que significa o acordo entre Estados Unidos e Irã

    04.04.2015 No dia 2 de abril o G5+1 (as potências ocidentais mais a Rússia e a China), liderado pelos Estados Unidos chegou a um acordo preliminar com o Irã sobre o programa nuclear da República Islà¢mica, que deverá ser fechado em junho deste ano. Este é um passo importante para a estratégia de governo de Obama que necessidade da cooperação do regime iraniano para combater o Estado Islà¢mico no Iraque e na Síria e os talibãs no Afeganistão. O restabelecimento de relações entre Estados Unidos e Irã, suspendidas desde 1979, é fortemente resistido pela Arábia Saudita, Israel e Turquia, e já está produzindo um emaranhado no sistema de alianças no convulsionado Oriente Médio.

  • Europa

    Pela anulação da dívida e contra os planos de austeridade

    11.02.2015 A "Troika", com a Alemanha ã cabeça, e os grandes bancos imperialistas, pressionam o governo da Grécia fechando o financiamento para que este se submeta ao pagamento da dívida e aos plano de ajuste que afundaram o país na miséria com a cumplicidade da burguesia grega. Frente a esta chantagem, é necessário organizar a mais ampla solidariedade internacional com os trabalhadores e o povo gregos.

  • EEUU

    A propósito do escândalo dos interrogatórios psicológicos da CIA

    12.12.2014 No informe do Comitê de Inteligência do Senado norteamericano sobre o programa de interrogatórios da CIA, aparecem com insistência os nomes de Grayson Swigert e Hammond Dunbar, pseudônimos dos psicólogos James Mitchell e Bruce Jessen. Estes psicólogos, que trabalhavam para outras unidades militares, foram contratados pela CIA em 2011 para colaborar na “guerra contra o terrorismo”, por uma soma milionária de 180 milhões de dólares, dos quais já embolsaram 80 milhões.

  • Estados Unidos

    O fim da “Obamania”

    06.11.2014 As eleições de meio mandato de 4 de novembro deram aos republicanos um triunfo ainda mais contundente do que prognosticavam as enquetes. O partido Republicano ampliou seu domínio na Câmara dos Representantes, conseguiu a maioria no Senado e ficou com diversos governadores nos estados. Conseguiu inclusive reeleger o governador de Wisconsin, Scott Walker, que impôs uma legislação profundamente antioperária e antisindical.

  • GUERRA DO IRAQUE

    Obama: um presidente débil para tempos turbulentos

    22.09.2014 Obama toma cuidado para não utilizar a palavra “guerra”. Assegura ante a audiência uniformizada da base militar de Tampa que não enviará seus soldados a outra guerra terrestre no Iraque. O Congresso também não votou autorização ao presidente para ir ã guerra. De fato o que votaram na Câmara dos Representantes e no Senado na quarta-feira e na quinta-feira foi uma resolução para que os Estados Unidos arme e treine 5.000 rebeldes “moderados” sírios, inimigos do Exército Islà¢mico. Mas, ainda que não queira chamar pelo seu nome, os Estados Unidos está em guerra, ou melhor, não encontra saída ã “guerra contra o terrorismo” que já dura mais tempo que a Guerra do Vietnã.

  • ACORDO NO CAIRO

    Ganhadores e perdedores da operação Margem Protetora em Gaza

    28.08.2014 Em 26 de agosto o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, anunciava que os palestinos e israelenses no Cairo haviam chegado a um acordo de cessar-fogo permanente no Cairo. Dessa maneira chegaria ao fim a operação Margem Proterora, a ofensiva militar mais longa e sangrenta das quatro levadas adiante pelo estado de Israel desde que se retirou da Faixa de Gaza em 2005.

  • OFENSIVA IANQUE NO IRAQUE

    A guerra sem fim dos Estados Unidos

    17.08.2014 Enquanto o presidente Obama goza de suas férias, aviões e drones americanos novamente jogam toneladas de bombas sobre o Iraque. Esta nova aventura militar dos Estados Unidos começou na sexta-feira, dia 8 de agosto, e tem como objetivo frear o avanço do chamado Estado Islà¢mico de Iraque e do Levante, ou o próprio Estado Islà¢mico, que desde junho tomou cerca de um terço do território sírio e um quarto do território iraquiano.

  • CRISE NA UCRÂNIA

    Ucrânia. Entre a diplomacia e o espectro da guerra civil

    12.05.2014 Depois de semanas de crescente tensão nas regiões do leste e sul da Ucrânica, as potências ocidentais, através de seu representante, o presidente da Suíça e o presidente russo, Vladimir Putin, reabriram a negociação diplomática para tentar mudar o curso da situação.

  • UCRÂNIA

    A disputa entre a Rússia e as potências imperialistas

    08.03.2014 Na última semana a Ucrânia se transformou em um campo de batalha do que muitos analistas já chamam de uma “nova guerra fria” entre os Estados Unidos (e a União Europeia) por um lado, e a Rússia por outro, em que estão em jogo importantes interesses econômicos e geopolíticos. As potências imperialistas estão tentando capitalizar a queda do governo pró-russo Yanukovich e sua substituição por um governo pró-europeu para arrancar a Ucrânia da órbita de influencia da Rússia e alinhá-la com os interesses dos Estados Unidos e da UE, o que inclui a expansão militar da OTAN até as fronteiras russas. Como resposta, o presidente Vladimir Putin deslocou dezenas de milhares de soldados na fronteira ocidental com a Ucrânia e incrementou a presença militar na península da Crimeia. Esta foi uma mensagem de Putin de que não vai cair de braços cruzados olhando como as potências ocidentais tecem um cerco em torno da Rússia.

  • QUEDA DE YANUKOVICH NA UCRÂNIA

    Aonde vai a Ucrânia?

    01.03.2014 Depois de semanas com violentos enfrentamentos, que deixaram um saldo de quase 100 mortos, entre eles vários policiais, a 23 de fevereiro o parlamento ucraniano destituiu o presidente Víctor Yanukovich, nomeou Alexandr Turchinov (do principal partido opositor liberal) como presidente provisório, e chamou a eleições antecipadas para o dia 25 de maio.

  • Queda de mursi no Egipto

    Egito: O exército busca apoderar-se da mobilização popular

    04.07.2013 Uma imponente mobilização de massas selou o destino do presidente egípcio Mohammed Mursi, derrubado em 3 de julho por um “golpe branco” do exército que contou com o apoio de todo o amplo setor opositor ao governo da Irmandade Muçulmana.

  • Internacional

    Rebelião na Turquia

    07.06.2013 A situação aberta na Turquia mostra uma vez mais que, quando há mato seco, uma faísca é o suficiente para acender uma fogueira política.

  • Primavera árabe

    Egito. O povo quer a queda do regime

    13.12.2012 A velha consigna que gritavam centenas de milhares contra a ditadura de Mubarak no início de 2011 volta a ressoar com toda sua força nas ruas de Cairo e nas principais cidades do Egito...

  • ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS

    Os fundamentos da vitória de Obama

    12.11.2012 Após uma campanha muito concorrida e caríssima, na qual os dois principais partidos da burguesia imperialista norte-americana gastaram milhares de milhões de dólares na disputa pela Casa Branca, o presidente democrata Barack Obama se impôs a seu rival republicano...

  • Egito

    Diante dos incidentes de Port Said se reabre a crise política

    03.02.2012 Os violentos incidentes em Port Said após uma partida de futebol não foram mais um enfretamento entre simpatizantes de dois times rivais mas algo que emerge de uma situação instável e repleta de profundas contradições sociais e políticas.

  • Egito

    Egito: uma revolução em curso

    29.12.2011 Há dez meses das mobilizações de janeiro-fevereiro de 2011 que derrubaram o ditador Mubarak, uma terceira onda de mobilizações e enfrentamentos com as forças de segurança sacudiu as imediações da emblemática Praça Tahrir.


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Jornais

  • EDITORIAL

    PTS (Argentina)

  • Actualidad Nacional

    MTS (México)

  • EDITORIAL

    LTS (Venezuela)

  • DOSSIER : Leur démocratie et la nôtre

    CCR NPA (Francia)

  • ContraCorriente Nro42 Suplemento Especial

    Clase contra Clase (Estado Español)

  • Movimento Operário

    MRT (Brasil)

  • LOR-CI (Bolivia) Bolivia Liga Obrera Revolucionaria - Cuarta Internacional Palabra Obrera Abril-Mayo Año 2014 

Ante la entrega de nuestros sindicatos al gobierno

1° de Mayo

Reagrupar y defender la independencia política de los trabajadores Abril-Mayo de 2014 Por derecha y por izquierda

La proimperialista Ley Minera del MAS en la picota

    LOR-CI (Bolivia)

  • PTR (Chile) chile Partido de Trabajadores Revolucionarios Clase contra Clase 

En las recientes elecciones presidenciales, Bachelet alcanzó el 47% de los votos, y Matthei el 25%: deberán pasar a segunda vuelta. La participación electoral fue de solo el 50%. La votación de Bachelet, representa apenas el 22% del total de votantes. 

¿Pero se podrá avanzar en las reformas (cosméticas) anunciadas en su programa? Y en caso de poder hacerlo, ¿serán tales como se esperan en “la calle”? Editorial El Gobierno, el Parlamento y la calle

    PTR (Chile)

  • RIO (Alemania) RIO (Alemania) Revolutionäre Internationalistische Organisation Klasse gegen Klasse 

Nieder mit der EU des Kapitals!

Die Europäische Union präsentiert sich als Vereinigung Europas. Doch diese imperialistische Allianz hilft dem deutschen Kapital, andere Teile Europas und der Welt zu unterwerfen. MarxistInnen kämpfen für die Vereinigten Sozialistischen Staaten von Europa! 

Widerstand im Spanischen Staat 

Am 15. Mai 2011 begannen Jugendliche im Spanischen Staat, öffentliche Plätze zu besetzen. Drei Jahre später, am 22. März 2014, demonstrierten Hunderttausende in Madrid. Was hat sich in diesen drei Jahren verändert? Editorial Nieder mit der EU des Kapitals!

    RIO (Alemania)

  • Liga de la Revolución Socialista (LRS - Costa Rica) Costa Rica LRS En Clave Revolucionaria Noviembre Año 2013 N° 25 

Los cuatro años de gobierno de Laura Chinchilla han estado marcados por la retórica “nacionalista” en relación a Nicaragua: en la primera parte de su mandato prácticamente todo su “plan de gobierno” se centró en la “defensa” de la llamada Isla Calero, para posteriormente, en la etapa final de su administración, centrar su discurso en la “defensa” del conjunto de la provincia de Guanacaste que reclama el gobierno de Daniel Ortega como propia. Solo los abundantes escándalos de corrupción, relacionados con la Autopista San José-Caldera, los casos de ministros que no pagaban impuestos, así como el robo a mansalva durante los trabajos de construcción de la Trocha Fronteriza 1856 le pusieron límite a la retórica del equipo de gobierno, que claramente apostó a rivalizar con el vecino país del norte para encubrir sus negocios al amparo del Estado. martes, 19 de noviembre de 2013 Chovinismo y militarismo en Costa Rica bajo el paraguas del conflicto fronterizo con Nicaragua

    Liga de la Revolución Socialista (LRS - Costa Rica)

  • Grupo de la FT-CI (Uruguay) Uruguay Grupo de la FT-CI Estrategia Revolucionaria 

El año que termina estuvo signado por la mayor conflictividad laboral en más de 15 años. Si bien finalmente la mayoría de los grupos en la negociación salarial parecen llegar a un acuerdo (aún falta cerrar metalúrgicos y otros menos importantes), los mismos son un buen final para el gobierno, ya que, gracias a sus maniobras (y las de la burocracia sindical) pudieron encausar la discusión dentro de los marcos del tope salarial estipulado por el Poder Ejecutivo, utilizando la movilización controlada en los marcos salariales como factor de presión ante las patronales más duras que pujaban por el “0%” de aumento. Entre la lucha de clases, la represión, y las discusiones de los de arriba Construyamos una alternativa revolucionaria para los trabajadores y la juventud

    Grupo de la FT-CI (Uruguay)