FT-CI

LER-QI, Brasil

  • Brasil

    Governo Alckmin quer demitir 20 mil professores

    01.12.2014 A categoria de professores da rede estadual de São Paulo, hoje é composta de aproximadamente 190 mil professores. Metade dos professores não são concursados, sendo 40 mil em contratos temporários mais precários, os chamados ‘’Categoria O’’. 20 mil professores podem ser demitidos nesse fim de ano. Isso acontecerá pelo cruel mecanismo da duzentena, que significa que aqueles que tiverem seus contratos terminados no fim desse ano terão que cumprir obrigatoriamente um período de duzentos dias fora da rede estadual

  • Brasil

    Mais de 200 trabalhadores no 1° Encontro Nacional do Movimento Nossa Classe

    20.11.2014 O Encontro contou com mais de 50 trabalhadores da USP, e também da Unesp e Unicamp; mais de 40 metroviários e uma forte delegação dos carteiros de Cotia em greve desde o último dia 13. Ainda estavam presentes professores da rede pública dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; bancários de São Paulo; metalúrgicos do ABC, de Campinas e de Contagem; operários da indústria alimentícia de Osasco e outras categorias. Também esteve presente um companheiro do IBGE, que e fez uma saudação falando um pouco da greve que saíram há pouco tempo.

  • Brasil

    Dilma ganha, mas governo sai enfraquecido

    27.10.2014 Apuradas as urnas, Dilma foi eleita com 51,64% dos votos, enquanto Aécio ficou em segundo lugar com 48,36%. Foi a menor diferença de votos desde a disputa entre Collor e Lula em 1989. Apesar do triunfo, o PT sai mais enfraquecido em relação ás três eleições anteriores, principalmente levando em conta que governará um país que passou pelas manifestações de junho de 2013 e vive uma acelerada deterioração da economia. Apesar da derrota, o PSDB se encontra num momento de maior fortalecimento desde que perdeu o governo federal para o PT em 2002.

  • Mobilização massiva no México

    24.10.2014 A manifestação chamada no Distrito Federal mexicano, no âmbito do Dia de Ação Global para Ayotzinapa (último dia 22 de outubro), tornou-se a ação mais maciça desde que começou o movimento democrático de massas que tem estremecido o México a partir das bases, exigindo a aparição dos 43 normalistas desaparecidos. Mais de 100 mil pessoas, de acordo com vários cálculos, incluindo jovens, estudantes, trabalhadores e os setores populares marcharam em uma maré humana real com palavras de ordem contra o governador de Guerrero (Aguirre) e contra Peña Nieto, entre outros.

  • México | Entrevista a Simone Ishibashi

    Ato no Consulado do México em solidariedade aos 43 estudantes normalistas desaparecidos

    22.10.2014 No dia 22 de outubro ocorreu uma jornada internacional de manifestações, contra o desaparecimento dos estudantes de Guerrero, no México. A principal exigência das mobilizações internacionais é que os 43 estudantes normalistas da escola rural de Ayotzinapa, desaparecidos desde o dia 26 de setembro, reapareçam com vida. O Movimento Nossa Classe que convocou a manifestação, ao lado de representantes do Sintusp, da Juventude ás Ruas, do Professores pela Base da Apeoesp, Conlutas e militantes do Juntos, estiveram em frente do consulado mexicano em São Paulo na manhã de hoje, integrando a jornada de atos. No Brasil também foi realizado um ato no Rio de Janeiro. Uma delegação foi recebida pelo cônsul em São Paulo, e reafirmou o apoio ao movimento mexicano em prol da reaparição com vida dos estudantes.

  • RIO DE JANEIRO

    O primeiro turno mostrou que Junho segue vivo: Nem Pezão nem Crivella!

    13.10.2014 O primeiro turno mostrou que Junho segue vivo: Nem Pezão nem Crivella! Como parte da campanha nacional em defesa do voto em Dilma não faltam ativistas nas redes sociais e até analistas em grandes meios que analisam os resultados das eleições no Rio para concluir duas coisas: Junho não se expressou ou a “direita” se fortaleceu. Esta análise interessada não corresponde aos fatos. A reeleição do deputado direitista Bolsonaro e outros candidatos conservadores com votações superiores a 2010 não muda o sentido geral destas eleições: elas expressaram Junho. Em três sentidos: fragmentação e debilidade dos representantes do “regime” e do governo Cabral e Dilma, aumento da crise de representatividade, grande votação do PSOL em geral e especialmente no “centro” do Junho carioca (capital e Niterói).

  • CAMPANHA SALARIAL BANCáRIOS

    Traição da CUT garante greve mais curta da década

    10.10.2014 Mais uma vez a greve dos bancários foi traída descaradamente. Não se trata de um evento isolado, não se trata do período de greve em si. Ano após ano a história vêm se repetindo, mas não sem acumular contradições. A CUT não cumpre papel algum de organização dos trabalhadores durante o período de nossa campanha salarial, e muito menos ao longo do ano, ao contrário fazem todo o possível para abortar qualquer luta que ameace o seu controle.

  • ELEIÇÕES MOSTRAM FALTA DE ALTERNATIVA

    Contra Dilma e Aécio, voto nulo pela construção de uma saída dos trabalhadores

    06.10.2014 Dilma Rousseff, candidata ã reeleição pelo PT, vence o primeiro turno com 41,6% dos votos, a menor votação em primeiro turno desde 1989. Aécio Neves, que até poucos dias atrás era apontado pelas pesquisas como fora da disputa, foi o principal ganhador, com 33,6%, suplantando a candidata do PSB Marina Silva, foi a principal derrotada, com 21,3%, não se confirmando como “terceira via” contra polarização PT-PSDB.

  • Nem Dilma, nem Marina, nem Aécio

    Nenhum voto nos candidatos dos patrões

    30.09.2014 “Mudança”. É o bordão preferido dessas eleições. Aécio Neves fala de mudança. Marina Silva, ex-ministra do PT e amiga dos bancos, fala de mudança. Até José Serra, Kassab e Skaf falam de mudança. Que mudança é essa, onde nada muda? Onde os mesmos de sempre continuariam governando como sempre? Onde se guarda silêncio diante da morte de homossexuais e mulheres por abortos clandestinos? A mudança que milhões pediram em junho do ano passado é bem outra. Queremos educação, saúde e transporte de qualidade, acessível a todos. Queremos o fim dos privilégios da casta política que governa o país, por uma democracia em que o poder esteja de fato nas mãos dos trabalhadores e do povo pobre.

  • Declaração da Liga Estratégia Revolucionária - Quarta Internacional

    Com grande vitória, trabalhadores da USP mostram o caminho

    27.09.2014 116 dias de greve, piquetes, atos, passeatas, enfrentamento contra a repressão policial, unidade das bases, Comando de Greve onde os grevistas eleitos discutiam e planejavam tudo para aprovação nas assembleias democráticas que todos, inclusive a diretoria do Sindicato, ficavam obrigados a acatar e implementar. Defesa dos lutadores sociais e dos grevistas de outras categorias, como metroviários, propostas de interesse da população, ganhando aliados para ter mais força. Firmeza e combatividade para enfrentar o reitor Zago e todos os seus aliados. Assim os trabalhadores venceram. Assim fizeram valer o direito de greve - sem punições e descontos dos dias - e de piquete para defender a greve e os grevistas. Assim saíram mais organizados e unidos, mais fortes para seguir as lutas pendentes e contribuir para que toda greve de trabalhadores e lutas populares se fortaleça para vencer. Nesta declaração, nós da LER-QI que compomos a Diretoria do Sintusp com os companheiros Claudionor Brandão, Diana Assunção, Marcelo “Pablito” e Bruno Gilga, além de impulsionarmos com dezenas de independentes o Movimento Nossa Classe, apresentamos algumas das principais lições a serem apreendidas desta importante batalha na USP – “centro político” da greve estadual - resgatando também importantes exemplos que deram os trabalhadores da Unesp e Unicamp.

  • Brasil

    O fiasco eleitoral do PSDB e o futuro desse partido

    22.09.2014 Uma das grandes surpresas dessas eleições é o fracasso eleitoral daquele que até então vinha sendo um dos principais partidos do regime, o PSDB. Partido que é o principal representante do espectro político mais ã direita nas instituições da democracia dos ricos amarga a terceira posição no pleito, já não tendo praticamente chances de ir ao segundo turno. Qual será a influencia dessa posição no futuro desse partido, em um sistema político tão dependente da máquina estatal quanto é o brasileiro?

  • Brasil | Universidad de San Pablo

    Aos 116 dias, trabalhadores da USP vencem e encerram sua greve

    20.09.2014 Hoje, reunidos em assembleia, os trabalhadores da USP decidiram, com apenas quatro abstenções, encerrar sua greve de quase quatro meses. Ao lado de estudantes e docentes da USP e das demais universidades estaduais paulistas (Unicamp e Unesp), protagonizaram a mais longa greve da história da universidade contra diversos ataques da reitoria e do governo.

  • Brasil

    Contra a demagogia dos candidatos capitalistas, lutemos para retomar o caminho de junho

    17.09.2014 Os partidos que defendem os interesses dos capitalistas (Dilma, Marina, Aécio, Everaldo, Levy Fidelix, Eymael, Eduardo Jorge) querem enterrar as demandas de junho e fazer com que os trabalhadores paguem pela crise. Os candidatos que defendem a conciliação de classes desarmam a classe trabalhadora para lutar. A greve dos trabalhadores da USP, ao defender a saúde e a educação, mostrou o caminho para conquistar as demandas de junho.

  • Brasil | Elecciones

    Por que defendemos o voto crítico em Zé Maria?

    08.09.2014 A principal expressão do descontentamento de junho de 2013 nessas eleições está na falta de entusiasmo de qualquer trabalhador ou jovem em relação ã possibilidade de que seu voto possa mudar algo verdadeiramente. Já antes da morte de Eduardo Campos o voto na Dilma tinha uma significativa carga de “mal menor” contra o PSDB. Mesmo com Marina, ainda que aparente algo “novo”, também tem uma carga de “mal menor frente ao que está aí”, que fica ainda mais forte na medida em que a nova candidata adota um discurso cada vez mais ã direita e mais conservador.

  • Greve da USP e das estaduais paulistas

    Chegando aos 100 dias de greve: não tem arrego!

    01.09.2014 Essa é uma semana decisiva para o futuro de nossa greve e da universidade. É a hora de todos estarem, mais do que nunca, fortalecendo a mobilização. No dia 2 a reitoria quer aprovar no C.O. o PDV e a política de reajuste salarial. O PDV é uma política de corte de cerca de 2800 postos de trabalho (“numa primera fase”), o que, junto ao congelamento das contratações agora previsto pra durar até 2018, vai aumentar muito a sobrecarga e os acidentes de trabalho e o adoecimento de trabalhadores, e destruir a qualidade do funcionamento da universidade e do atendimento ã comunidade e ã população – e isso independentemente do quanto a reitoria gaste com gratificações para convencer uma parte dos trabalhadores a aderir. É uma tarefa fundamental construir um grande ato e barrar o PDV, e arrancar o reajuste salarial desta casta burocrática que forma o C.O.

  • Brasil

    Todos se levantam contra a desvinculação do HU! Desvincula o Zago!

    25.08.2014 Há uma semana, logo depois de oficializar o plano de desvinculação dos hospitais, entrega de prédios e demissão em massa - o maior ataque ã USP nos últimos anos -, Zago declarou ã imprensa que poderia oferecer reajuste salarial caso os cortes passassem. Uma chantagem para tentar dividir os trabalhadores da USP. Na última semana os trabalhadores deram um exemplo de resistência contra a repressão, e o ataque ã greve através de sua judicialização não deu certo num primeiro momento. Agora é hora de manter todos os que estão em greve unidos. Nos dividir é a estratégia para fazer passar os maiores ataques. Mas com todos juntos contra os cortes e pelo reajuste, e todos juntos pelos hospitais, podemos vencer.

  • Brasil

    Discurso “verde” de Marina Silva subordina a natureza aos interesses capitalistas

    25.08.2014 Um dos trunfos de Marina Silva para a campanha eleitoral, um dos fatores que mais exploram seus marqueteiros, é seu discurso ambientalista, ecológico, a defesa de um “capitalismo sustentável”. Como esse discurso Marina Silva aparece como candidata “progressista”, preocupada com questões sociais. Mas quando levantamos o véu da retórica e observamos a questão a fundo vemos que o discurso “verde” da candidata do PSB não passa disso, discurso, e que nas ações práticas longe de ser uma defensora do meio ambiente ela esta inserida na lógica capitalista e sua busca por lucros de forma desenfreada, que leva necessariamente a uma relação destrutiva com nosso meio ambiente.

  • Brasil | San Pablo

    Alckmin e Zago mandam polícia e bombas, mas trabalhadores resistem e mostram força da greve

    23.08.2014 Mais um dia histórico na luta dos trabalhadores da USP. Completando quase 90 dias, enfrentando a intransigência da Reitoria com apoio do Governo Alckmin, os trabalhadores organizaram um novo trancaço. Fechamos a USP por um dia pra denunciar uma universidade que é fechada todos os dias pra população pobre e trabalhadora. Os piquetes nos 3 portões foram violentamente reprimidos pela polícia, mas tiveram que lidar com uma resistência de mais de 1 hora, com os trabalhadores e trabalhadoras da USP ã frente.


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Jornais

  • EDITORIAL

    PTS (Argentina)

  • Actualidad Nacional

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  • DOSSIER : Leur démocratie et la nôtre

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  • ContraCorriente Nro42 Suplemento Especial

    Clase contra Clase (Estado Español)

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  • LOR-CI (Bolivia) Bolivia Liga Obrera Revolucionaria - Cuarta Internacional Palabra Obrera Abril-Mayo Año 2014 

Ante la entrega de nuestros sindicatos al gobierno

1° de Mayo

Reagrupar y defender la independencia política de los trabajadores Abril-Mayo de 2014 Por derecha y por izquierda

La proimperialista Ley Minera del MAS en la picota

    LOR-CI (Bolivia)

  • PTR (Chile) chile Partido de Trabajadores Revolucionarios Clase contra Clase 

En las recientes elecciones presidenciales, Bachelet alcanzó el 47% de los votos, y Matthei el 25%: deberán pasar a segunda vuelta. La participación electoral fue de solo el 50%. La votación de Bachelet, representa apenas el 22% del total de votantes. 

¿Pero se podrá avanzar en las reformas (cosméticas) anunciadas en su programa? Y en caso de poder hacerlo, ¿serán tales como se esperan en “la calle”? Editorial El Gobierno, el Parlamento y la calle

    PTR (Chile)

  • RIO (Alemania) RIO (Alemania) Revolutionäre Internationalistische Organisation Klasse gegen Klasse 

Nieder mit der EU des Kapitals!

Die Europäische Union präsentiert sich als Vereinigung Europas. Doch diese imperialistische Allianz hilft dem deutschen Kapital, andere Teile Europas und der Welt zu unterwerfen. MarxistInnen kämpfen für die Vereinigten Sozialistischen Staaten von Europa! 

Widerstand im Spanischen Staat 

Am 15. Mai 2011 begannen Jugendliche im Spanischen Staat, öffentliche Plätze zu besetzen. Drei Jahre später, am 22. März 2014, demonstrierten Hunderttausende in Madrid. Was hat sich in diesen drei Jahren verändert? Editorial Nieder mit der EU des Kapitals!

    RIO (Alemania)

  • Liga de la Revolución Socialista (LRS - Costa Rica) Costa Rica LRS En Clave Revolucionaria Noviembre Año 2013 N° 25 

Los cuatro años de gobierno de Laura Chinchilla han estado marcados por la retórica “nacionalista” en relación a Nicaragua: en la primera parte de su mandato prácticamente todo su “plan de gobierno” se centró en la “defensa” de la llamada Isla Calero, para posteriormente, en la etapa final de su administración, centrar su discurso en la “defensa” del conjunto de la provincia de Guanacaste que reclama el gobierno de Daniel Ortega como propia. Solo los abundantes escándalos de corrupción, relacionados con la Autopista San José-Caldera, los casos de ministros que no pagaban impuestos, así como el robo a mansalva durante los trabajos de construcción de la Trocha Fronteriza 1856 le pusieron límite a la retórica del equipo de gobierno, que claramente apostó a rivalizar con el vecino país del norte para encubrir sus negocios al amparo del Estado. martes, 19 de noviembre de 2013 Chovinismo y militarismo en Costa Rica bajo el paraguas del conflicto fronterizo con Nicaragua

    Liga de la Revolución Socialista (LRS - Costa Rica)

  • Grupo de la FT-CI (Uruguay) Uruguay Grupo de la FT-CI Estrategia Revolucionaria 

El año que termina estuvo signado por la mayor conflictividad laboral en más de 15 años. Si bien finalmente la mayoría de los grupos en la negociación salarial parecen llegar a un acuerdo (aún falta cerrar metalúrgicos y otros menos importantes), los mismos son un buen final para el gobierno, ya que, gracias a sus maniobras (y las de la burocracia sindical) pudieron encausar la discusión dentro de los marcos del tope salarial estipulado por el Poder Ejecutivo, utilizando la movilización controlada en los marcos salariales como factor de presión ante las patronales más duras que pujaban por el “0%” de aumento. Entre la lucha de clases, la represión, y las discusiones de los de arriba Construyamos una alternativa revolucionaria para los trabajadores y la juventud

    Grupo de la FT-CI (Uruguay)