FT-CI

Bolívia

Começou a paralisação definitiva nos Armazéns Aduaneiros!

19/09/2007

A luta dos trabalhadores da DBU e o CONTROLE OPERáRIO -COLETIVO

Por: Guadalupe Cuentas Secr. de Relações do Sindicato de Trabalhadores Swissport

POSSIVELMENTE muitos não compreendam que está é uma necessidade dos trabalhadores. Se bem existem livros que nos falam destes conceitos, para nós é algo novo. Aos trabalhadores assalariados é difícil nos organizarmos e compreender os verdadeiros desafios da mudança que temos que enfrentar. Sabemos que ás vezes somos imprescindíveis, eu um momento podemos baixar a guarda, mas somos como leões adormecidos, que a hora de entrar em combate não medem conseqüências.

Lembremos o exemplo de Outubro, onde várias vítimas caíram, e entretanto poderíamos seguir lutando até morrer por nossas convicções.

Mas, porque nós consideramos que o CONTROLE ao que nos referimos, vai mais além de uma boa engenharia no sistema do Estado?

Está germinando uma nova forma de organização do trabalho, na qual o operário assalariado busca reivindicar seus diretos, recuperar as conquistas que foram arrebatadas pelo capitalismo, e também assumir a tomada de decisões e o papel de direção.

Reivindicar um controle Operário nas instituições do Estado é lutar contra “os grandes dinossauros do capitalismo”, contra a burocracia e os interesses empresariais. Estamos certos de que com a luta e a organização, não estamos longe de poder alcançá-lo. Agora bem, estamos conscientes de que o CONTROLE OPERáRIO COLETIVO, não agradará muitos, especialmente aos empresários privados, aos grandes burocratas do Estado, a burguesia.
Há quem diz que nossa história escrevemos nós mesmos.
É possível que este seja o momento e a forma de escrever nossa história.

Apoiemos o projeto de controle operário coletivo

Por: David Dias

OS TRABALHADORES dos Armazéns Aduaneiros que até hoje são administrados pela transnacional DBU Swissporte apresentam na segunda-feira, 13 de agosto, seu projeto de Controle Operário Coletivo para que a administração dos armazéns passe para as mãos dos trabalhadores. Isto, frente a rescisão do contrato com a transnacional suíço-peruana que não cumpriu o contrato de concessão ortogado em fevereiro de 2002.

Uma grande assembléia

Na sexta-feira, 3 de agosto, os trabalhadores realizaram uma assembléia com grande participação das bases, debateram durante 5 horas e complementaram o projeto de Controle Operário Coletivo apresentado pela diretoria do sindicato.
A diretoria procedeu a leitura do projeto que consta de 55 páginas, com seus fundamentos teóricos, históricos e políticos, ademais do plano de reforma operativa. Também se apresentou o organograma do Controle Operário Coletivo, que detalha o modus operandi que se darão os trabalhadores para administrar a empresa, onde a assembléia geral será a máxima autoridade para todas as decisões, desde a compra de maquinaria, até questões de disciplina.

Na assembléia o debate incluiu desde as questões em torno do horário de trabalho até os planos de ampliação da infra-estrutra dos armazéns na parte operativa, compra de maquinarias e refacción de caminos y galpones. Foram vários os trabalhadores que chegaram ã assembléia com suas propostas para melhor o funcionamento da empresa quando podem tomar conta da mesma. Outro ponto do debate foi como organizar a luta para impor este projeto, como reunir o apoio das organizações sociais e como evitar as manobras dos funcionários da aduana e do governo. O projeto foi votado por unanimidade.

Solidariedade com a DBU

É necessário difundir esta importante iniciativa e organizar desde agora mesmo uma grande campanha de apoio para que o projeto de controle operário se faça realidade. Ajudemos a mais ampla divulgação da proposta dos trabalhadores, para que triunfe e se transforme em um grande exemplo para os milhares de trabalhadores que diariamente resistem a exploração das transnacionais que saqueiam nosso país. Para recuperar las capitalizadas
O governo de Evo Morales tratou de fazermos acreditar que nacionalizam os hidrocarbonetos, enquanto negociava uma nova divisão das transnacionais com o Estado. Hoje as petroleiras sequem realizando grandes negócios em nosso país as custas da super-exploração e o saque de nossos recursos. Mas se os trabalhadores petroleiros que dia-a-dia garantem a produção e processamento do gás tomarem o controle em suas mãos, se abriria o caminho para a verdadeira recuperação dos hidrocarbonetos e poderia acabar com as manobras das empresas e as negociados do contrabando, que até hoje fazem o gás escassear.

Por uma Comissão de Solidariedade

O GRANDE ATO realizado em frente da COR demonstrou o apoio que se reuniu em torno dos trabalhadores da DBU. Mas este esforço realizado em comum desde o Sindicato da DBU, SITRASABSA e a Case Operária e Juvenil é somente um passo adiante no caminho para conseguir a mais ampla solidariedade com a luta pelo controle operário do Armazéns Aduaneiros. Os companheiros da DBU necessitam o mais amplo apoio dos trabalhadores e do povo para ganhar esta luta.
Fazemos uma chamado urgente aos sindicatos, juntas de vizinhos, movimentos sociais, centros acadêmicos, correntes universitárias e partidos de esquerda a colocar de pé uma Comissão de Solidariedade. Desde está comissão poderíamos organizar festivais, palestras-debate e outras atividades. Os que estivemos mobilizados em Outubro de 2003 e em junho de 2005 exigindo a nacionalização dos recursos naturais e as “capitalizadas”, hoje temos adiante uma grande tarefa, pois apoiar que triunfem os trabalhadores da DBU, é parte da luta pelo cumprimento da Agenda de Outubro.

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