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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>Bernie Sanders, uma via para a mudan&#231;a pol&#237;tica nos Estados Unidos?</title>
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		<dc:creator>Celeste Murillo, Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>EE.UU.</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Imagenes rotando</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Bernie Sanders monopolizou a aten&#231;&#227;o internacional devido ao seu discurso anti-establishment nas prim&#225;rias do Partido Democrata. Quem &#233; esse autodenominado &#034;socialista&#034;, o qual a juventude adotou como seu candidato? Bernie Sanders, uma via para a mudan&#231;a pol&#237;tica nos Estados Unidos?&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/EE-UU-5" rel="tag"&gt;EE.UU.&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Imagenes-rotando" rel="tag"&gt;Imagenes rotando&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Estados-Unidos-184" rel="tag"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH91/arton9312-83881.jpg?1694037496' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='91' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Bernie Sanders monopolizou a aten&#231;&#227;o internacional devido ao seu discurso anti-establishment nas prim&#225;rias do Partido Democrata. Quem &#233; esse autodenominado &#034;socialista&#034;, o qual a juventude adotou como seu candidato? Bernie Sanders, uma via para a mudan&#231;a pol&#237;tica nos Estados Unidos?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas prim&#225;rias dos Estados Unidos, o voto castigo contra os candidatos identificados com o establishment e a elite pol&#237;tica &#233; o protagonista, tanto no Partido Democrata quanto no Republicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados das prim&#225;rias de Iowa e New Hampshire colocaram Sanders lado a lado com a favorita Hillary Clinton. A boa performance de Sanders gerou expectativas de que um senador independente possa ganhar a indica&#231;&#227;o dos democratas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que ambos os partidos contem com instrumentos para garantir que se imponham os candidatos do establishment, como os &#034;superdelegados&#034; ou o financiamento das suas campanhas, n&#227;o podem impedir que se expresse a bronca contra e elite pol&#237;tica e as grandes empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bernie Sanders &#233; uma amostra desse fen&#244;meno. Arrasa entre os jovens e os setores de baixa e m&#233;dia renda, enquanto Clinton lidera entre os mais velhos e os setores de renda mais alta. A novidade &#233; que ainda que Hillary tenha sua maior for&#231;a eleitoral entre as mulheres, os negros e os latinos, a simpatia por Bernie entre os jovens de 18 a 35 anos vem permitindo a ele diminuir a diferen&#231;a nesses setores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo uma pesquisa da Reuters, o apoio a Sanders entre todos os afro-americanos n&#227;o chega a 20%, mas ao observar a faixa entre 18 e 30 anos, o percentual chega a 33%, e este ainda pode n&#227;o ser seu limite m&#225;ximo. Cabe lembrar que em New Hampshire, Sanders surpreendeu ao obter o apoio de 87% das mulheres menores de 30 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&#227;o &#233; de se estranhar a enorme simpatia pelo &#034;socialista&#034; Sanders entre essa gera&#231;&#227;o conhecida como &#034;millennial&#034; que, como disse o jornalista brit&#226;nico Owen Jones, est&#225; mais pr&#243;xima da queda do Lehman Brothers que da queda do muro de Berlim. Se trata de uma gera&#231;&#227;o que sabe que vai viver pior que seus pais, que n&#227;o tem acesso &#224; moradia, que est&#225; endividada por causa dos estudos, que s&#243; consegue trabalhos prec&#225;rios. S&#227;o grande parte dos que questionaram a elite do 1% os que lutam pelo sal&#225;rio m&#237;nimo de 15 d&#243;lares por hora, contra o racismo e a xenofobia. Por isso a ess&#234;ncia do fen&#244;meno Bernie Sanders se encontra n&#227;o em sua figura mas em seus eleitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mas, quem &#233; Bernie Sanders?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bernie Sanders &#233; senador pelo estado de Vermont desde 2007. Ainda que tenha ganho seu mandato como independente e costumem cham&#225;-lo de &#034;socialista&#034;, dentro do Senado norte-americano est&#225; alinhado com a bancada democrata. Em abril de 2015 anunciou que se apresentaria como pr&#233;-candidato nas internas do Partido Democrata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seu discurso contra as corpora&#231;&#245;es e os bancos, sua proposta de educa&#231;&#227;o universit&#225;ria gratuita e programas contra a destrui&#231;&#227;o do meio-ambiente, s&#227;o parte do atrativo da sua candidatura, que se caracteriza por in&#250;meros atos, comit&#234;s de campanha locais e apoio entre grande parte dos movimentos sociais. Mas sobretudo o fato de que n&#227;o perten&#231;a &#224; elite que lidera os partidos tradicionais, particularmente que n&#227;o seja um Clinton ou um Bush, o mostram como uma &#034;figura nova&#034;, algo distinto no panorama bipartidarista. Uma caracter&#237;stica diferente de sua campanha &#233; a forma como &#233; financiada, atrav&#233;s de milh&#245;es de pequenos aportes, que n&#227;o superam, em m&#233;dia, os 40 d&#243;lares cada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sanders &#233; apresentado como um socialista, ainda que como ele mesmo explicou, seu &#034;socialismo&#034; n&#227;o v&#225; al&#233;m de pol&#237;ticas relacionadas com o Estado de bem-estar social, especialmente o modelo dos pa&#237;ses escandinavos. Em suas palavras, o &#034;socialismo&#034; significa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#034;... que o governo deve cumprir um papel importante em assegurar que seja um direito de todos conseguir um plano de sa&#250;de (...) que n&#227;o permitamos que as grandes corpora&#231;&#245;es e interesses econ&#244;micos destruam nosso meio-ambiente, que acreditemos em um governo que n&#227;o esteja dominado pelos grandes interesses econ&#244;micos (...). Para mim, significa democracia, francamente. Isso &#233; tudo.&#034;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Come&#231;ou sua carreira pol&#237;tica em Vermont no in&#237;cio dos anos 80, onde foi prefeito da maior cidade do estado, Burlington, e representante na C&#226;mara dos Deputados. Howard Dean, governador do estado de Vermont e ex pr&#233;-candidato democrata, se referiu a Sanders como um &#034;democrata liberal, &#233; um democrata que... se apresenta como independente porque n&#227;o gosta da estrutura e do dinheiro que se utiliza... O importante &#233; que Bernie Sanders vota com os democratas 98% das vezes&#034;. Sua carreira legislativa mostra a fidelidade da descri&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois dos ataques de 11 de setembro, Sanders se uniu ao apoio quase un&#226;nime da &#034;guerra contra o terrorismo&#034;, e votou a favor da resolu&#231;&#227;o de autoriza&#231;&#227;o de uso da for&#231;a (ainda que seus partid&#225;rios assinalem que mais tarde se op&#244;s a diferentes pontos particulares). Esta n&#227;o foi a primeira vez que Sanders votou com o governo: nos anos 1990, havia apoiado o projeto do ent&#227;o presidente Bill Clinton para endurecer as leis de pris&#245;es e encarceramento (a mesma lei &#233; apontada hoje como uma das respons&#225;veis pelo encarceramento massivo de afroamericanos e a brutalidade policial racista). Em 2014 Sanders apoiou a resolu&#231;&#227;o un&#226;nime do Senado para respaldar o Estado de Israel no bombardeio e invas&#227;o de Gaza. N&#227;o &#233; dif&#237;cil encontrar mais exemplos similares em suas vota&#231;&#245;es, ainda que sua ret&#243;rica seja mais exaltada ocasionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m de votar com os democratas na maioria dos casos, a n&#237;vel nacional, Sanders apoiou Obama nas duas &#250;ltimas elei&#231;&#245;es. Os democratas t&#234;m sabido recompensar o apoio de Sanders ao n&#227;o apresentar competidores a suas campanhas para renovar seu mandato legislativo em Vermont.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apoia a demanda do sal&#225;rio m&#237;nimo a n&#237;vel nacional, ainda que de forma gradual, e outras demandas progressistas como a igualdade salarial para as mulheres. No come&#231;o da campanha, um dos pontos pol&#234;micos foi sua fraca den&#250;ncia da brutalidade policial racista, virtualmente &#224; direita da pr&#243;pria Clinton que criticou inclusive as leis que acobertam a brutalidade policial. Isto lhe trouxe v&#225;rias rusgas com o movimento Black Lives Matter, que n&#227;o apoia nenhum candidato. No entanto, Sanders vem tentando ganhar maior apoio entre o eleitorado afroamericano, como demonstrou a reuni&#227;o com o reverendo Al Sharpton, um dia depois de ganhar as elei&#231;&#245;es em New Hampshire, ou a ades&#227;o da filha de Eric Garner (assassinado pela pol&#237;cia e um s&#237;mbolo do Black Lives Matter).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de seus discursos acalorados, Bernie Sanders se comprometeu a apoiar Hillary Clinton se ela ganhar as prim&#225;rias. Isso pode gerar curto-circuitos em seus eleitores, que s&#227;o parte de um fen&#244;meno social de descontentamento que supera sua candidatura e que n&#227;o termina no &#250;ltimo dia das prim&#225;rias.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Bernie Sanders, &#191;una v&#237;a para el cambio pol&#237;tico en Estados Unidos?</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Bernie-Sanders-una-via-para-el-cambio-politico-en-Estados-Unidos</link>
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		<dc:subject>Imagenes rotando</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Bernie Sanders acapar&#243; la atenci&#243;n internacional por su discurso antiestablishment en las primarias del partido Dem&#243;crata. &#191;Qui&#233;n es este autodenominado &#8220;socialista&#8221; a quien la juventud adopt&#243; como su candidato?&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Imagenes-rotando" rel="tag"&gt;Imagenes rotando&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina &lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH91/arton9311-db4f3.jpg?1695422215' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='91' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Bernie Sanders acapar&#243; la atenci&#243;n internacional por su discurso antiestablishment en las &lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/Primarias-en-EE-UU-que-como-y-cuando&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;primarias&lt;/a&gt;del partido Dem&#243;crata. &#191;Qui&#233;n es este autodenominado &#8220;socialista&#8221; a quien la juventud adopt&#243; como su candidato?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En las primarias de Estados Unidos, el voto castigo contra los candidatos identificados con el establishment y la elite pol&#237;tica es el protagonista, t&lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/El-mensaje-antiestablishment-de-Iowa-31585&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;anto en el partido Dem&#243;crata como el Republicano&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los resultados de las primarias de Iowa y New Hampshire ubicaron a Sanders cabeza a cabeza con la favorita Hillary Clinton. La buena performance de Sanders gener&#243; expectativas de que un senador independiente pueda ganar la nominaci&#243;n dem&#243;crata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aunque ambos partidos cuentan con instrumentos para garantizar que se impongan los candidatos del establishment, como los &#8220;&lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/ideasdeizquierda/ee-uu-los-superdelegados-al-rescate-del-establishment/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;superdelegados&lt;/a&gt;&#8221; o el financiamiento de sus campa&#241;as, no pueden impedir que se exprese la bronca contra la elite pol&#237;tica y las grandes empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bernie Sanders es muestra de ese fen&#243;meno. Arrasa entre los j&#243;venes y los sectores de ingresos bajos y medios, mientras Clinton se impone entre los mayores y los sectores de ingresos m&#225;s altos. La novedad es que si bien Hillary tiene su mayor caudal electoral entre las mujeres, los negros y los latinos, la simpat&#237;a por Bernie entre los j&#243;venes de 18 a 35 a&#241;os le viene permitiendo achicar la brecha en esos sectores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seg&#250;n una encuesta de Reuters, el apoyo de Sanders entre todos los afroamericanos no alcanza el 20 %, pero al observar la franja entre 18 y 30 a&#241;os, el porcentaje llega a 33, y este a&#250;n puede no ser su techo. Cabe recordar que en New Hampshire, Sanders &lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/Primarias-en-New-Hampshire-otro-golpe-al-establishment&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;sorprendi&#243; con un apoyo del 87 % entre las mujeres menores de 30 a&#241;os&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No es de extra&#241;ar la enorme simpat&#237;a por el &#8220;socialista&#8221; Sanders entre esta generaci&#243;n conocida como &#8220;millennial&#8221; que, como dice el periodista brit&#225;nico Owen Jones, est&#225;n m&#225;s cerca de la ca&#237;da de Lehman Brothers que la del Muro de Berl&#237;n. Se trata de una generaci&#243;n que sabe que va a vivir peor que sus padres, que no tiene acceso a la vivienda, que est&#225; endeudada por los estudios, que solo accede a trabajos precarios. Son gran parte de los que cuestionaron a la elite del 1 %, los que luchan por el salario m&#237;nimo de 15 d&#243;lares la hora, contra el racismo y la xenofobia. Por eso la esencia del fen&#243;meno Bernie Sanders se encuentra no en su figura sino en sus votantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pero, &#191;qui&#233;n es Bernie Sanders?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bernie Sanders es senador por el estado de Vermont desde 2007. Aunque gan&#243; su banca como independiente y suelen llamarlo &#8220;socialista&#8221;, dentro del Senado estadounidense est&#225; alineado con la bancada dem&#243;crata. En abril de 2015 anunci&#243; que se presentar&#237;a como precandidato en las internas del Partido Dem&#243;crata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Su discurso contra las corporaciones y los bancos, su demanda de educaci&#243;n universitaria gratuita y programas contra la destrucci&#243;n del medioambiente, son parte del atractivo de su candidatura, que se caracteriza por actos multitudinarios, comit&#233;s de campa&#241;a locales y apoyo entre gran parte de los movimientos sociales. Pero sobre todo el hecho de que no pertenezca a la elite que lidera los partidos tradicionales, particularmente que no sea un Clinton o un Bush, lo muestran como una &#8220;figura nueva&#8221;, algo distinto en el panorama bipartidista. Un rasgo distintivo de su campa&#241;a es la forma en que se financia, &lt;a href=&#034;http://www.huffingtonpost.com/entry/bernie-sanders-fundraising_us_56bb9581e4b08ffac123b28f&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;mediante millones de peque&#241;os aportes, que no superan en promedio los 40 d&#243;lares&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sanders es presentado como un socialista, aunque como &#233;l mismo ha explicado, su &#8220;socialismo&#8221; no va m&#225;s all&#225; de pol&#237;ticas relacionadas con el Estado de bienestar, especialmente el modelo de los pa&#237;ses escandinavos. En sus palabras, el &#8220;socialismo&#8221; significa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8230; que el gobierno debe jugar un rol importante en asegurarse de que sea un derecho de todos acceder al seguro m&#233;dico (&#8230;) que no permitamos que las grandes corporaciones e intereses econ&#243;micos destruyan nuestro medioambiente, que creemos un gobierno que no est&#233; dominado por los grandes intereses econ&#243;micos (&#8230;) Para m&#237;, significa democracia, francamente. Eso es todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comenz&#243; su carrera pol&#237;tica en Vermont a principio de los a&#241;os &#8216;80, donde fue alcalde la ciudad m&#225;s grande del estado, Burlington, y representante en la C&#225;mara Baja. Howard Dean, gobernador del estado de Vermont y exprecandidato dem&#243;crata, se refiri&#243; a Sanders como &#8220;un dem&#243;crata liberal, es un dem&#243;crata que&#8230; se presenta como independiente porque no le gusta la estructura y el dinero que se utiliza&#8230; Lo importante es que Bernie Sanders vota con los dem&#243;cratas el 98 % de las veces&#8221;. Su carrera legislativa muestra la justeza de la descripci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despu&#233;s de los ataques del 11S, Sanders se uni&#243; al apoyo casi un&#225;nime de la &#8220;guerra contra el terrorismo&#8221;, y vot&#243; a favor de la resoluci&#243;n de Autorizaci&#243;n del uso de la fuerza (aunque sus partidarios se&#241;alan que m&#225;s tarde se opuso a diferentes puntos particulares). Esta no fue la primera vez que Sanders vot&#243; con el oficialismo: en los a&#241;os 1990, hab&#237;a apoyado el proyecto del entonces presidente Bill Clinton para endurecer las leyes de arrestos y encarcelamiento (la misma ley es se&#241;alada hoy como una de las responsables del encarcelamiento masivo de afroamericanos y la brutalidad policial racista). En 2014 Sanders apoy&#243; la resoluci&#243;n un&#225;nime del Senado para respaldar al Estado de Israel en el bombardeo y la invasi&#243;n de Gaza. No es dif&#237;cil encontrar m&#225;s ejemplos similares en sus votaciones, aunque su ret&#243;rica sea m&#225;s encendida en ocasiones. &lt;br class='autobr' /&gt;
Adem&#225;s de votar con los dem&#243;cratas en la mayor&#237;a de los casos, a nivel nacional, Sanders apoy&#243; a Obama en las dos &#250;ltimas elecciones. Los dem&#243;cratas han sabido recompensar el apoyo de Sanders al no presentar competidores a sus campa&#241;as para renovar su banca legislativa en Vermont.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apoya la demanda del salario m&#237;nimo a nivel nacional, aunque de forma gradual, y otras demandas progresivas como la igualdad salarial para las mujeres. Al comienzo de la campa&#241;a, uno de los puntos pol&#233;micos fue su tibia denuncia de la brutalidad policial racista, virtualmente a la derecha de la propia Clinton que critic&#243; incluso las leyes que apa&#241;an la brutalidad policial. Esto le vali&#243; varios roces con el movimiento Black Lives Matter, que no apoya a ning&#250;n candidato. Sin embargo, Sanders viene intentando ganar mayor en el electorado afroamericano, como lo mostr&#243; la reuni&#243;n con el reverendo Al Sharpton, un d&#237;a despu&#233;s de ganar las elecciones en New Hampshire, o la adhesi&#243;n de la hija de Eric Garner (asesinado por la polic&#237;a y un emblema de Black Lives Matter).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de sus discursos encendidos, Bernie Sanders se comprometi&#243; a apoyar a Hillary Clinton si ella gana las primarias. Esto puede generar cortocircuitos con sus votantes, que son parte de un fen&#243;meno social de descontento que supera su candidatura y que no se termina el &#250;ltimo d&#237;a de las primarias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Un fragmento de &lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.com/ideasdeizquierda/quien-es-bernie-sanders/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;este art&#237;culo fue publicado la revista Ideas de Izquierda 24 de octubre de 2015&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Se movilizan en Estados Unidos contra el racismo y la brutalidad policial</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Se-movilizan-en-Estados-Unidos-contra-el-racismo-y-la-brutalidad-policial</link>
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		<dc:date>2014-12-11T06:00:51Z</dc:date>
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		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Las &#250;ltimas semanas miles de personas se movilizaron en las ciudades m&#225;s importantes de Estados Unidos. Lo hicieron para protestar contra el asesinato de dos afroamericanos, y la impunidad y brutalidad policial, dejando al desnudo el racismo que sigue vigente en la sociedad estadounidense.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH84/arton8784-06e8f.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='84' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Los asesinatos de los afroamericanos Michael Brown en Ferguson, y de Eric Garner en Nueva York, ambos a manos de dos polic&#237;as blancos, se convirtieron en un emblema para los manifestantes que salieron a las calles en todo el pa&#237;s, luego de que la justicia haya decidido dejar libre de cargos a los polic&#237;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Nueva York, Ferguson, Chicago, Los Angeles, Washington, Berkeley y Oakland se registraron las principales protestas, en las que los manifestantes llegaron a bloquear calles, puentes y autopistas (lo que es considerado un delito federal), muchas de las cuales fueron reprimidas por la polic&#237;a, que detuvo a m&#225;s de 500 manifestantes en todo el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La ira desatada tras los fallos que garantizaron la impunidad de los polic&#237;as que asesinaron a Brown y Garner expresa la bronca acumulada por una situaci&#243;n de racismo brutal en la sociedad estadounidense, que se encontraba contenida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de la propaganda que dec&#237;a que la llegada al poder de Barack Obama, el primer presidente afroamericano, demostraba que el racismo ya hab&#237;a sido superado, y que el pa&#237;s viv&#237;a una &#233;poca &#8220;pos racial&#8221;, los casos de Brown y Garner son los que le dan visibilidad a cientos de casos similares y sobre todo a los atropellos y el racismo social end&#233;mico que subsiste hoy en d&#237;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se trata de un racismo que va mucho m&#225;s all&#225; de estos casos y que expresa una segregaci&#243;n racial que se puede cuantificar con datos precisos. Para tener una idea la tasa de desempleo es del doble entre la comunidad negra (12%) que entre los blancos (6%). La poblaci&#243;n carcelaria estadounidense est&#225; compuesta por individuos afroamericanos en un 37%, mientras constituyen s&#243;lo el 12.6% de la poblaci&#243;n general. Cada 28 horas un individuo afroamericano es asesinado por un polic&#237;a o miembro de seguridad privada. Seg&#250;n distintas encuestas los polic&#237;as blancos son 21 veces m&#225;s propensos a disparar a un hombre Negro que un hombre blanco. Por otra parte el propio FBI ha calculado que entre 2007 y 2012, polic&#237;as blancos han asesinado al menos a dos hombres negros por semana -aproximadamente 500 muertes en ese per&#237;odo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero el racismo es sist&#233;mico. Como dice la especialista en estudios afroamericanos Keeanga-Yamahtta Taylor &#8220;de la mano de los gobiernos locales y federales se fue erosionado lentamente a las comunidades de afroamericanos. Sus barrios fueron convertidos en ghettos al mismo tiempo que se desfinanciaron las escuelas p&#250;blicas y viviendas sociales, se deterior&#243; la salud y se recortaron fondos para programas sociales. Los afroamericanos fueron particularmente afectados por la destrucci&#243;n de empleos p&#250;blicos y la generaci&#243;n de empleos precarios y mal remunerados, lo que luego, durante la crisis hipotecaria gener&#243; desalojos masivos y problemas de vivienda. Finalmente el encarcelamiento de cientos de miles de hombres y mujeres de raza negra termina provocando que por tener antecedentes penales queden por fuera del mercado de trabajo o en empleos marginales&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta segregaci&#243;n de la poblaci&#243;n negra (especialmente en EEUU, pero tambi&#233;n en muchos otros pa&#237;ses) ha cumplido una funci&#243;n concreta: la de dividir a la clase trabajadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despu&#233;s de 50 a&#241;os de conseguida la ley de derechos civiles que iba a garantizar una supuesta integraci&#243;n, hoy la segregaci&#243;n y el racismo siguen siendo un tema de absoluta vigencia en Estados Unidos. Las movilizaciones masivas que recorren las principales ciudades del pa&#237;s as&#237; lo demuestran.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si bien las encuestas muestran que los blancos est&#225;n mayoritariamente de acuerdo con los fallos de la justicia a favor de los polic&#237;as, en las calles se puede ver una situaci&#243;n auspiciosa. Acciones de solidaridad entre negros, blancos y latinos. Muestras de apoyo hacia los manifestantes en Ferguson de parte de trabajadores precarios de los servicios, como los de los fast food o los de supermercados como Walmart, junto a una nueva generaci&#243;n juvenil afroamericana que ya no est&#225; dispuesta a ser un actor pasivo frente a los atropellos. Es esta unidad entre trabajadores blancos, negros y latinos, aunque a&#250;n muy embrionaria, la que puede superar la discriminaci&#243;n implantada por las clases dominantes para dividir la fuerza de la clase obrera, y abrir el camino para acabar definitivamente con el racismo en Estados Unidos, y con el sistema capitalista que lo fomenta.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Ferguson: &#034;n&#227;o &#233; um momento, &#233; um movimento&#034;</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Ferguson-nao-e-um-momento-e-um-movimento</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/Ferguson-nao-e-um-momento-e-um-movimento</guid>
		<dc:date>2014-11-26T22:04:48Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>EE.UU.</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Juventud</dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A decis&#227;o de n&#227;o apresentar acusa&#231;&#245;es contra o policial Darren Wilson, que assassinou o jovem afroamericano Michael Brown em agosto passado, incendiou a ira dos manifestantes em Ferguson mas tamb&#233;m se estendeu como uma onda de rep&#250;dio por todo o pa&#237;s.&lt;/p&gt;

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		</description>


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		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;A decis&#227;o de n&#227;o apresentar acusa&#231;&#245;es contra o policial Darren Wilson, que assassinou o jovem afroamericano Michael Brown em agosto passado, incendiou a ira dos manifestantes em Ferguson mas tamb&#233;m se estendeu como uma onda de rep&#250;dio por todo o pa&#237;s.&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O caso Brown &#233; emblem&#225;tico porque j&#225; se converteu em um &#237;cone que supera amplamente o que se poderia ter contabilizado como um assassinato a mais de um jovem negro por parte de um policial branco. Ferguson atuou como catalisador: a brutalidade do assassinato de um jovem desarmado, o acobertamento inicial por parte da pol&#237;cia, a repress&#227;o brutal das primeiras manifesta&#231;&#245;es, a militariza&#231;&#227;o sem precedentes da cidade, e o racismo aberto de um Ku Klux Klan que se manifesta livremente pelas ruas. Estes s&#227;o alguns dos elementos que converteram este caso no emblema de uma nova etapa, ou de um novo movimento, da luta contra o racismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&#227;o os pr&#243;prios manifestantes de Ferguson os que expressam que n&#227;o se trata de &#8220;um momento, mas de um movimento&#8221;, ou seja, que n&#227;o &#233; s&#243; a luta pontual por justi&#231;a para Michael Brown, mas que &#233; o disparador de um questionamento profundo de um racismo social. Mais ainda, &#233; o questionamento &#227; ideia de uma sociedade p&#243;s-racial quando da entrada de Obama na Casa Branca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como diz&#237;amos, a constru&#231;&#227;o pol&#237;tica dessa &#8220;ilus&#227;o&#8221; p&#243;s-racial foi &#8220;refor&#231;ada com a elei&#231;&#227;o do primeiro presidente negro, que confunde a amplia&#231;&#227;o de direitos e um discurso politicamente correto com a elimina&#231;&#227;o do racismo&#8221;. Ferguson n&#227;o s&#243; pega no eixo dessa ilus&#227;o, mas abre a possibilidade e &#8220;coloca o interrogante de se a juventude negra ser&#225; o novo emergente da &#8216;gera&#231;&#227;o dos movimentos'&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que seja uma pergunta de resposta ainda incerta, o que j&#225; se pode afirmar &#233; que desde agosto se vem expressando um descontentamento entre setores da juventude negra, que j&#225; n&#227;o responde &#227; autoridade de alguns dos &#8220;emblemas&#8221; da luta pelos direitos civis, como o Reverendo Al Sharpton, que vinham atuando politicamente como figuras de desvio para uma passividade nos marcos do bipartidarismo. Ou seja, evitar rebeli&#245;es ao estilo da de Los Angeles em 1992, ao mesmo tempo em que atuam como nexo entre a comunidade negra e o partido Democrata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A desconfian&#231;a em Al Sharpton, que alguns manifestantes expulsaram dos protestos em Ferguson, &#233; mostra deste &#8220;choque geracional&#8221; e expressa a eros&#227;o da legitimidade de l&#237;deres hist&#243;ricos do movimento, como tamb&#233;m uma contratend&#234;ncia &#227; carga simb&#243;lica e ideol&#243;gica que produziu sobre a &#8220;concep&#231;&#227;o p&#243;s-racial&#8221; a chegada de um afroamericano &#227; Casa Branca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#201; por estes motivos que Obama se apressou a fazer declara&#231;&#245;es, a alguns minutos de conhecida a senten&#231;a do gr&#227;o jurado de St. Louis. Seu discurso esteve destinado a fortalecer a ideia de que a comunidade negra tem de lutar de forma pac&#237;fica por seus direitos, repudiar os revoltosos e subordinar-se aos ditames da justi&#231;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tratando de fazer malabarismos, Obama afirmou que &#8220;nas &#250;ltimas d&#233;cadas fizemos grandes progressos nas rela&#231;&#245;es raciais, fui testemunho disso em minha pr&#243;pria pele, mas segue havendo problemas&#8221; e chamando os manifestantes a realizar protestos pac&#237;ficos, e condenando os dist&#250;rbios de &#8220;uma minoria&#8221;, afirmou que &#8220;h&#225; maneiras de canalizar suas preocupa&#231;&#245;es construtivamente&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&#227;o obstante o relato de Obama se mostrou absolutamente ef&#234;mero. Enquanto ainda dava seu discurso, a pol&#237;cia de Ferguson j&#225; estava disparando g&#225;s lacrimog&#234;neo sobre os manifestantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como contraposi&#231;&#227;o a este discurso de Obama, um setor dos manifestantes de Ferguson dava a conhecer uma carta aberta frente &#227; decis&#227;o do gr&#227;o jurado, onde expressam o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Durante 108 dias, nos aconselharam que deix&#225;ssemos que o &#8216;sistema funcionasse', esperar e ver qual seria o resultado. J&#225; est&#227;o prontos os resultados. E ainda n&#227;o temos justi&#231;a. Esta luta pela dignidade de nossa gente, pela import&#226;ncia de nossas vidas, pela prote&#231;&#227;o de nossos filhos e filhas, n&#227;o come&#231;ou com o assassinato de Mike Brown e n&#227;o terminar&#225; com este an&#250;ncio. O &#8216;sistema' no qual nos disseram que nos apoi&#225;ssemos nos manteve &#225;s margens da sociedade. Este sistema nos alojou nas piores casas, educou nossos filhos e filhas nas piores escolas, encarcerou nossos homens a n&#237;veis inimagin&#225;veis e envergonhou nossas mulheres por receber o apoio que necessitam para serem m&#227;es. Este sistema no qual nos aconselharam acreditar nos decepcionou consistente, inequ&#237;voca e descaradamente, nos expulsou uma e outra vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este mesmo sistema no qual voc&#234;s nos dizem para confiarmos, o mesmo sistema destinado a servir e proteger a cidadania, uma vez mais assassinou dois de nossos irm&#227;os desarmados [Akai Gurley, no Brooklyn, e uma crian&#231;a de 12 anos, Tamir Rice, em Cleveland] (...) Seguiremos lutando porque sem luta n&#227;o h&#225; progresso. Seguiremos &#8216;interferindo na vida', porque se n&#227;o &#8216;interferirmos', temeremos por nossas vidas (...) E at&#233; que este sistema seja desmantelado, at&#233; que o status quo que nos considera de menor valor que outros j&#225; n&#227;o seja aceit&#225;vel ou rent&#225;vel, seguiremos lutando. Lutaremos. Protestaremos (...) Marchamos com um prop&#243;sito. O trabalho continua. Isto n&#227;o &#233; um momento, mas um movimento. O movimento vive&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta carta aberta, ainda que reflita conclus&#245;es de um setor que vem fazendo uma experi&#234;ncia de mais de tr&#234;s meses em Ferguson, &#233; em linhas gerais express&#227;o de um descontentamento generalizado que j&#225; superou amplamente os limites da cidade e se come&#231;ou a expandir ao largo do pa&#237;s.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Ferguson: &#8220;No es un momento, es un movimiento&#8221;</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Ferguson-No-es-un-momento-es-un-movimiento</link>
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		<dc:date>2014-11-26T21:52:10Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>EE.UU.</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Juventud</dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La rapidez con la que Obama sali&#243; a dar respuesta a la resoluci&#243;n del gran jurado y la multiplicaci&#243;n de las movilizaciones, que el martes se extendieron a un centenar de ciudades norteamericanas, muestran tanto el alcance nacional como la profundidad pol&#237;tica de la lucha contra la vigencia del racismo existente en la sociedad estadounidense.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH82/arton8746-d7e08.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;La rapidez con la que Obama sali&#243; a dar respuesta a la resoluci&#243;n del gran jurado y la multiplicaci&#243;n de las movilizaciones, que el martes se extendieron a un centenar de ciudades norteamericanas, muestran tanto el alcance nacional como la profundidad pol&#237;tica de la lucha contra la vigencia del racismo existente en la sociedad estadounidense. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La decisi&#243;n de no presentar cargos contra el polic&#237;a Darren Wilson, que asesin&#243; al joven afroamericano Michael Brown en agosto pasado, encendi&#243; la ira de los manifestantes en Ferguson pero tambi&#233;n se extendi&#243; como una ola de repudio por todo el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El caso de Brown es emblem&#225;tico porque ya se convirti&#243; en un &#237;cono que supera ampliamente lo que se podr&#237;a haber contabilizado como un asesinato m&#225;s de un joven afroamericano por parte de un polic&#237;a blanco. Ferguson actu&#243; como catalizador: La brutalidad del asesinato de un joven desarmado, el encubrimiento inicial por parte de la polic&#237;a, la represi&#243;n brutal de las primeras manifestaciones, la militarizaci&#243;n sin precedentes de la ciudad, y el racismo abierto de un Ku Klux Klan que se manifiesta libremente por las calles. Estos son solo algunos de los elementos que convirtieron este caso en el emblema de una nueva etapa, o m&#225;s bien un nuevo movimiento, de la lucha contra el racismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Son los propios manifestantes de Ferguson los que expresan que no se trata de &#8220;un momento, sino de un movimiento&#8221;, es decir que no es solo la lucha puntual por justicia para Michael Brown, sino que es el disparador de un cuestionamiento profundo de un racismo social. M&#225;s a&#250;n, es el cuestionamiento a la idea de una sociedad posracial que lleg&#243; de la mano de la entrada de Obama a la Casa Blanca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como dec&#237;amos en &lt;a href=&#034;http://ideasdeizquierda.org/ferguson-el-fin-de-la-ilusion-posracial/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;este art&#237;culo&lt;/a&gt;, la construcci&#243;n pol&#237;tica de esa &#8220;ilusi&#243;n&#8221; posracial fue &#8220;reforzada con la elecci&#243;n del primer presidente negro, que confunde la ampliaci&#243;n de derechos y un discurso pol&#237;ticamente correcto con la eliminaci&#243;n del racismo&#8221;. Ferguson no solo pega en el eje de flotaci&#243;n de esa ilusi&#243;n, sino que abre la posibilidad y &#8220;plantea el interrogante de si la juventud negra ser&#225; el nuevo emergente de la &#8216;generaci&#243;n de los movimientos'&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aunque es una pregunta de respuesta a&#250;n incierta, lo que ya se puede afirmar es que desde agosto se viene expresando un descontento entre sectores de la juventud afroamericana, que ya no responden a la autoridad de algunos de los &#8220;emblemas&#8221; de la lucha por los derechos civiles, como el Reverendo Al Sharpton, que ven&#237;an actuando pol&#237;ticamente como figuras de desv&#237;o hacia una pasividad en los marcos del bipartidismo. Es decir evitar &#8220;rebeliones&#8221; al estilo de la de &lt;a href=&#034;http://es.wikipedia.org/wiki/Disturbios_de_Los_%C3%81ngeles_de_1992&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Los Angeles en 1992&lt;/a&gt;, al mismo tiempo que actuar como nexo entre la comunidad negra y el partido dem&#243;crata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La desconfianza en Al Sharpton, al que algunos manifestantes echaron de las protestas en Ferguson, es muestra de este &#8220;choque generacional&#8221; y expresa la erosi&#243;n de la legitimidad de l&#237;deres hist&#243;ricos del movimiento como as&#237; tambi&#233;n una contratendencia a la carga simb&#243;lica e ideol&#243;gica que ha producido sobre la &#8220;concepci&#243;n posracial&#8221; la llegada de un afroamericano a la Casa Blanca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es por estos motivos que Obama se apresur&#243; a hacer declaraciones a tan solo unos minutos de conocido el fallo del gran jurado. Su alocuci&#243;n estuvo destinada a fortalecer la idea de que la comunidad negra tiene que pelear en forma pac&#237;fica por sus derechos, repudiar a los revoltosos y subordinarse a lo que dictamine la justicia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tratando de hacer malabarismo, Obama afirm&#243; que &#8220;en las &#250;ltimas d&#233;cadas hemos hecho grandes progresos en las relaciones raciales, he sido testigo de ello en mi propia vida, pero sigue habiendo problemas&#8221; y llamando a los manifestantes a realizar las protestas en paz, y condenando los disturbios de &#8220;una minor&#237;a&#8221; afirm&#243; que &#8220;hay maneras de canalizar sus preocupaciones constructivamente&#034;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo el relato de Obama se mostr&#243; absolutamente ef&#237;mero. Mientras a&#250;n daba su discurso la polic&#237;a de Ferguson ya estaba disparando gases lacrim&#243;genos sobre los manifestantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como contraposici&#243;n a este discurso de Obama, un sector de los manifestantes de Ferguson daba a conocer una &lt;a href=&#034;http://es.scribd.com/doc/248115932/The-Results-Are-in-Open-Letter-11-24-14&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;carta abierta&lt;/a&gt; frente a la decisi&#243;n del gran jurado, donde expresan lo siguiente:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Durante 108 d&#237;as, nos han aconsejado que dejemos que &#8220;el sistema funcione&#8221;, esperar y ver cu&#225;les ser&#237;an los resultados. Ya est&#225;n los resultados. Y todav&#237;a no tenemos justicia. Esta pelea por la dignidad de nuestra gente, por la importancia de nuestras vidas, por la protecci&#243;n de nuestros ni&#241;os y ni&#241;as, no comenz&#243; con el asesinato de Brown y no terminar&#225; con este anuncio. El &#8220;sistema&#8221; en el que nos han dicho que nos apoyemos nos ha mantenido en los m&#225;rgenes de la sociedad. Este sistema nos ha alojado en sus peores casas, ha educado a nuestros hijos e hijas en las peores escuelas, ha encerrado a nuestros hombres a niveles desproporcionados y ha avergonzado a nuestras mujeres por recibir el apoyo que necesitan para ser nuestras madres. Este sistema en el que nos han aconsejado creer nos ha decepcionado consistente, inequ&#237;voca y descaradamente, nos ha expulsado una y otra vez. Este mismo sistema en el que ustedes nos dicen que confiemos, el mismo sistema destinado a servir y proteger a la ciudadan&#237;a, una vez m&#225;s ha asesinado a dos de nuestros hermanos desarmados [Akai Gurley en Brooklyn y un ni&#241;o de doce a&#241;os, Tamir Rice, en Cleveland] (&#8230;) Seguiremos luchando porque sin lucha no hay progreso. Seguiremos &#8220;interfiriendo en la vida&#8221;, porque si no &#8220;interferimos&#8221; tememos por nuestras vidas (&#8230;) Y hasta que este sistema sea desmantelado, hasta que el status quo que nos considera de menor valor que otros ya no sea aceptable o rentable, seguiremos luchando. Lucharemos. Protestaremos (&#8230;) Marchamos con un prop&#243;sito. El trabajo contin&#250;a. Este no es un momento sino un movimiento. El movimiento vive.&#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta carta abierta si bien refleja conclusiones de un sector que viene haciendo una experiencia de m&#225;s de tres meses en Ferguson, es en l&#237;neas generales expresi&#243;n de un descontento generalizado que ya super&#243; ampliamente los l&#237;mites de la ciudad y se comenz&#243; a expandir a lo largo y ancho del pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Son 108 d&#237;as que parecen haber excedido el &#8220;momento&#8221; y estar dando lugar, efectivamente, a un nuevo &#8220;movimiento&#8221;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>A luta pelo aumento salarial se liga &#225;s elei&#231;&#245;es norte-americanas</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/A-luta-pelo-aumento-salarial-se-liga-as-eleicoes-norte-americanas</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/A-luta-pelo-aumento-salarial-se-liga-as-eleicoes-norte-americanas</guid>
		<dc:date>2014-11-06T16:27:20Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Junto com as elei&#231;&#245;es de meio termo, que ocorrer&#227;o nesta quarta-feira, dia 4 de novembro nos Estados Unidos, alguns estados incluir&#227;o iniciativas para votar um aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo. &#201; a express&#227;o institucional de uma campanha impulsionada pelos trabalhadores que vem ganhando terrenos nas ruas de todo o pa&#237;s. A luta pelos US$15 por hora.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Partido dos Trabalhadores Socialistas) da Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Estados-Unidos-184" rel="tag"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH90/arton8674-f8045.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='90' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Junto com as elei&#231;&#245;es de meio termo, que ocorrer&#227;o nesta quarta-feira, dia 4 de novembro nos Estados Unidos, alguns estados incluir&#227;o iniciativas para votar um aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo. &#201; a express&#227;o institucional de uma campanha impulsionada pelos trabalhadores que vem ganhando terrenos nas ruas de todo o pa&#237;s. A luta pelos US$15 por hora.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao menos cinco estados definir&#227;o, junto &#225;s elei&#231;&#245;es de meio termo, acerca de uma proposta de aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo. No Alaska, Arkansas, Nebraska e Dakota do Sul, o referendo ser&#225; resolutivo enquanto em Illinois &#233; apenas consultivo. Mesmo que nenhum proponente leve o sal&#225;rio m&#237;nimo para al&#233;m dos US$10 a hora, o feito de submeterem a vota&#231;&#227;o consultas deste tipo responde a massividade que a campanha nacional conquistou, nascida das entranhas do trabalho precarizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha por um aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo foi impulsionada a partir das ruas. Milhares de trabalhadores precarizados, a maioria deles empregados em setores de servi&#231;os, tiveram a &#8220;ousadia&#8221; de sair em luta desde os fins de 2012 por um sal&#225;rio de 15 d&#243;lares a hora (o dobro do sal&#225;rio atual, que &#233; de 7,25 d&#243;lares a hora). A campanha foi se estendendo por todo o pa&#237;s, e teve como um de seus principais correlatos os trabalhadores dos Fast Foods.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O impacto que essa campanha conquistou dentro deste setor tem uma rela&#231;&#227;o direta com a alta cria&#231;&#227;o de empregos prec&#225;rios durante o &#250;ltimo per&#237;odo: &#8220;segundo os n&#250;meros do National Employment Law Project (NELP), os empregos de baixos sal&#225;rios representam 21% dos postos de trabalho perdidos durante a chamada 'grande recess&#227;o', mas s&#227;o 58% dos postos de trabalho criados na 'recupera&#231;&#227;o'. O mesmo estudo mostra que o setor de fastfood, o de varejo e de servi&#231;os comerciais juntos representam 43% do crescimento de emprego durante os &#250;ltimos anos. Resultado: mais da metade dos trabalhos criados durante os &#250;ltimos anos s&#227;o prec&#225;rios&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto explica a din&#226;mica ascendente desta campanha, que contou com dezenas de a&#231;&#245;es, paralisa&#231;&#245;es e piquetes em frente &#225;s principais cadeias de fast food durante os &#250;ltimos anos, onde se brigava n&#227;o apenas por aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo, mas tamb&#233;m contra a precariedade das condi&#231;&#245;es de trabalho e contra a negativa das empresas em permitir a organiza&#231;&#227;o dos trabalhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pr&#243;prio Obama teve que fazer coro com a campanha e chegou a falar de um aumento do sal&#225;rio m&#237;nimo a n&#237;vel federal, mas apenas para elev&#225;-lo a pouco mais de 10 d&#243;lares a hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelos seus meios, a campanha pelos 15 d&#243;lares teve um primeiro triunfo, ainda que com muitos limites, em Seattle, onde o conselho deliberativo aprovou com modifica&#231;&#245;es a proposta da conselheira socialista, Kshama Sawant, que acabava de ganhar as elei&#231;&#245;es em 2013 com uma campanha baseada no aumento salarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do conselho deliberativo de Seattle ter aprovado o sal&#225;rio m&#237;nimo de 15 d&#243;lares, o faz de forma progressiva de 2015 a 2021 de acordo com o tipo de empresa, o que n&#227;o impede que os trabalhadores vejam esse triunfo como seu.&lt;br class='autobr' /&gt;
Esta luta que leva mais de dois anos se converteu em tema &#8220;popular&#8221;, raz&#227;o pela qual alguns estados o submeter&#227;o a vota&#231;&#227;o, impulsionada em sua maioria de forma demag&#243;gica pelos democratas que esperam mobilizar distante de sua base eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pesquisas mostram consistentemente que a grande maioria dos estadunidenses &#233; favor&#225;vel a que se aumente o sal&#225;rio m&#237;nimo, e os democratas est&#227;o esperando claramente que o tema ajude a levar a popula&#231;&#227;o &#225;s urnas, tanto nos estados com iniciativas eleitorais quanto em estados como Wisconsin, onde o sal&#225;rio m&#237;nimo tem sido um problema na campanha para governador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que se aprovado, esse aumento trar&#225; consequ&#234;ncias imediatas sobre os sal&#225;rios de aproximadamente 680.000 trabalhadores, a maioria deles no estado de Illinois (onde casualmente a vota&#231;&#227;o n&#227;o &#233; vinculada). A iniciativa tamb&#233;m acontecer&#225; a n&#237;vel local, como &#233; o caso de S&#227;o Francisco e Oakland, onde se prop&#245;e elevar o m&#237;nimo a 15 e 12,25 d&#243;lares a hora, respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para al&#233;m do resultado imediato, que no caso dos estados n&#227;o superar&#225; o m&#237;nimo de 10 d&#243;lares, essas iniciativas que se colocar&#227;o em vota&#231;&#227;o durante as elei&#231;&#245;es de meio termo j&#225; s&#227;o express&#227;o da profundidade da luta levantada pelos setores mais precarizados da classe trabalhadora norte americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alaska&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Salario m&#237;nimo atual: $7.75.&lt;br class='autobr' /&gt;
Salario m&#237;nimo proposto: $8.75 (em 1&#176; de janeiro de 2015), e $9.75 (em 1&#176; de janeiro de 2016). &lt;br class='autobr' /&gt;
Depois disso, o sal&#225;rio minimo se ajusta com base na infla&#231;&#227;o ou 1 d&#243;lar acima do n&#237;vel federal, o que for maior.&lt;br class='autobr' /&gt;
Trabalhadores beneficiados: 38.000 (4.6 por cento dos trabalhadores nos dias de hoje).&lt;br class='autobr' /&gt;
Taxa de desemprego: 6.8 por cento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Arkansas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Salario m&#237;nimo atual: $7.25&lt;br class='autobr' /&gt;
Salario m&#237;nimo proposto: $7.50 (em 1&#176; de janeiro de 2015), e $ 8 (em 1&#176; de janeiro de 2016).&lt;br class='autobr' /&gt;
Trabalhadores beneficiados: 26.000 (4.6 por cento dos trabalhadores nos dias de hoje).&lt;br class='autobr' /&gt;
Taxa de desemprego: 6.2 por cento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Illinois&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Salario m&#237;nimo atual: $8.25.&lt;br class='autobr' /&gt;
Salario m&#237;nimo proposto: consulta n&#227;o vinculada elevaria o sal&#225;rio m&#237;nimo a $10 a partir 1 de janeiro de 2015.&lt;br class='autobr' /&gt;
Trabalhadores beneficiados: 593.000 (19.3 por cento dos trabalhadores nos dias de hoje).&lt;br class='autobr' /&gt;
Taxa de desemprego: 6.6 por cento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nebraska&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Salario m&#237;nimo atual: $7.25.&lt;br class='autobr' /&gt;
Salario m&#237;nimo proposto: $8 (em 1&#176; de janeiro de 2015), e $ 9 (em 1&#176; de janeiro 2016).&lt;br class='autobr' /&gt;
Trabalhadores beneficiados: 33.000 (5,9 por cento de los trabalhadores nos dias de hoje).&lt;br class='autobr' /&gt;
Taxa de desemprego: 3.6 por cento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dakota do Sul&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Salario m&#237;nimo atual: $7.25&lt;br class='autobr' /&gt;
Salario m&#237;nimo proposto: $8.50 (em 1&#176; de janeiro de 2015), e $ 9 (em 1&#176; de janeiro 2016).&lt;br class='autobr' /&gt;
Trabalhadores beneficiados: 24.000 (9,6 por cento).&lt;br class='autobr' /&gt;
Taxa de desemprego: 3.4 por cento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados de: &lt;a href=&#034;http://fivethirtyeight.com/features/election-day-could-bring-raises-to-680000-low-wage-workers/&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://fivethirtyeight.com/features/election-day-could-bring-raises-to-680000-low-wage-workers/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="en">
		<title>The international legitimation of the massacre in Palestine</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/The-international-legitimation-of-the-massacre-in-Palestine</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/The-international-legitimation-of-the-massacre-in-Palestine</guid>
		<dc:date>2014-07-31T15:40:27Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>en</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Medio Oriente</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica Internacional</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Yosef M.</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Socialist Workers Party), from Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Mundo &#193;rabe</dc:subject>
		<dc:subject>Estado de Israel</dc:subject>
		<dc:subject>Palestina</dc:subject>
		<dc:subject>&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;The UN is neither more nor less than the link that gives an international cover to the wicked mechanism of mass murder that was started in Gaza.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Yosef-M" rel="tag"&gt;Yosef M.&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Mundo-Arabe" rel="tag"&gt;Mundo &#193;rabe&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Estado-de-Israel" rel="tag"&gt;Estado de Israel&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Palestina" rel="tag"&gt;Palestina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Alto-a-la-masacre-fuera-Israel-de-Palestina" rel="tag"&gt;&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH94/arton8220-0ad08.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='94' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;The new bombardment of a center of the United Nations in Gaza, that ended the lives of 20 Palestinians (6 of them children) on Tuesday night, took the number of dead in the Gaza Strip above 1,300. This is the sixth attack perpetrated by the Israeli army on a building under the administration of the UN (UNRWA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despite the fact that the UN condemned the bombing in a &lt;a href=&#034;http://www.unrwa.org/newsroom/official-statements/unrwa-strongly-condemns-israeli-shelling-its-school-gaza-serious&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;public statement&lt;/a&gt;, and that the Commissioner-General of the UNRWA in Jerusalem, Pierre Kr&#228;henb&#252;hl, expressed his &#034;&lt;a href=&#034;https://twitter.com/PKraehenbuehl/status/494410396133244928&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;anger and indignation&lt;/a&gt;&#034;, the role of the United Nations is one of absolute hypocrisy. Last week's &#034;deliberations&#034; about whether the Zionist army was committing war crimes came to nothing, while the UN uses the card of the &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/El-rasero-de-los-dos-demonios&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;two demons&lt;/a&gt; to equate the Palestinian resistance with the slaughters and the ethnic cleaning by the terrorist State of Israel. Under no circumstances, and despite the acts of brutality committed even against facilities of the UNRWA, have the condemnations gone beyond a public statement, and the possibility of using sanctions on Israel was never even brought up.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The UN is neither more nor less than the link that gives an international cover to the wicked mechanism of mass murder that was started in Gaza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;It is about a system that functions based on an extreme cynicism: the Israeli army uses broad-scale terror on the Palestinian population, not only by intensifying the blockade that it has kept since 2007 and cutting off the tiny amount of light, water and fuel in the Gaza Strip, but by throwing handbills from its airplanes or calling the house of residents of Gaza to warn them that they have some few minutes to leave all their belongings, before a bombing begins. Those that decide to stay, to try to protect what little remains to them, are savagely murdered, and in many cases, entire families of up to more than 20 members die in a single bombardment, as happened last week. Those that, resigned and terrorized, find themselves forced to flee, as is the case with more than 200,000 Palestinians, that have already been displaced, because of the Zionist bombing and occupation, end up crowded together in buildings or camps like that of the UN that was destroyed today by Israeli missiles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The idea that there is no place to flee to. Terror and collective punishment. Those are the tools that the Zionist army uses in its objective of carrying out an ethnic cleaning initiated more than sixty years ago against the Palestinian people.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Blog&lt;/strong&gt;: &lt;a href=&#034;http://sordoruido.blogspot.com.ar/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Sordo Ruido&lt;/a&gt; [&#034;Thud&#034;]&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>La legitimaci&#243;n internacional de la masacre en Palestina</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/La-legitimacion-internacional-de-la-masacre-en-Palestina</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/La-legitimacion-internacional-de-la-masacre-en-Palestina</guid>
		<dc:date>2014-07-30T23:50:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Medio Oriente</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Solidaridad Internacional</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Mundo &#193;rabe</dc:subject>
		<dc:subject>Estado de Israel</dc:subject>
		<dc:subject>Palestina</dc:subject>
		<dc:subject>&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El nuevo bombardeo contra un centro de las Naciones Unidas en Gaza, que termin&#243; con la vida de 20 palestinos (6 de ellos ni&#241;os) la noche del martes, llev&#243; la cifra de muertos en la Franja por arriba de los 1300. Este es el sexto ataque a un edificio bajo administraci&#243;n de la ONU (UNRWA) perpetrado por el Ej&#233;rcito israel&#237;.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Solidaridad-Internacional" rel="tag"&gt;Solidaridad Internacional&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Mundo-Arabe" rel="tag"&gt;Mundo &#193;rabe&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Estado-de-Israel" rel="tag"&gt;Estado de Israel&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Palestina" rel="tag"&gt;Palestina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Alto-a-la-masacre-fuera-Israel-de-Palestina" rel="tag"&gt;&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH94/arton8212-c5df4.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='94' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&#034;http://sordoruido.blogspot.com.ar/2014/07/la-legitimacion-internacional-de-la.html&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://sordoruido.blogspot.com.ar/2014/07/la-legitimacion-internacional-de-la.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;El nuevo bombardeo contra un centro de las Naciones Unidas en Gaza, que termin&#243; con la vida de 20 palestinos (6 de ellos ni&#241;os) la noche del martes, llev&#243; la cifra de muertos en la Franja por arriba de los 1300. Este es el sexto ataque a un edificio bajo administraci&#243;n de la ONU (UNRWA) perpetrado por el Ej&#233;rcito israel&#237;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de que la ONU ha condenado el bombardeo en un &lt;a href=&#034;http://www.unrwa.org/newsroom/official-statements/unrwa-strongly-condemns-israeli-shelling-its-school-gaza-serious&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;comunicado p&#250;blico&lt;/a&gt; y que el comisario general de UNRWA en Jerusal&#233;n, Pierre Kr&#228;henb&#252;hl, expres&#243; su &#8220;&lt;a href=&#034;https://twitter.com/PKraehenbuehl/status/494410396133244928&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;rabia e indignaci&#243;n&lt;/a&gt;&#8221;, el papel de Naciones Unidas es de una hipocres&#237;a absoluta. Las &#8220;deliberaciones&#8221; de la semana pasada sobre si el ej&#233;rcito sionista estaba cometiendo &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/Quieren-una-tregua-para-doblegar-a-los-palestinos&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;cr&#237;menes de guerra&lt;/a&gt; quedaron en la nada, mientras que se vale de la carta de los &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/El-rasero-de-los-dos-demonios&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;dos demonios&lt;/a&gt; para equiparar la resistencia palestina con las matanzas y la limpieza &#233;tnica del Estado terrorista de Israel. En ning&#250;n caso, y a pesar de las brutalidades cometidas incluso contra instalaciones de la UNRWA, las condenas pasaron de una declaraci&#243;n p&#250;blica y nunca se plante&#243; siquiera la posibilidad de aplicar sanciones a Israel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La ONU es ni m&#225;s ni menos que el eslab&#243;n que le da cobertura internacional al perverso mecanismo de asesinato en masa que se puso en marcha en Gaza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se trata de un sistema que funciona en base a un cinismo extremo: el ej&#233;rcito israel&#237; utiliza el terror a gran escala sobre la poblaci&#243;n palestina, no solo profundizando el bloqueo que mantiene desde 2007, y cortando el sumisito de luz, agua y combustible en la Franja, sino arrojando panfletos desde sus aviones o llamando a la casa de los habitantes de Gaza para avisarles que tienen unos pocos minutos para abandonar todas sus pertenencias antes de que se inicie un bombardeo. Los que deciden quedarse para tratar de proteger lo poco que les queda son asesinados salvajemente y en muchos casos mueren en un solo bombardeo familias entras de hasta m&#225;s de 20 miembros, como ocurri&#243; la semana pasada. Aquellos que resignados y aterrorizados se ven obligados a huir, como es el caso de los m&#225;s de 200.000 palestinos que ya fueron desplazados a causa del bombardeo y la ocupaci&#243;n sionista, terminan hacinados en edificios o campamentos como el de la ONU que hoy fue destruido por misiles israel&#237;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La idea de que no hay lugar adonde ir. El terror y el castigo colectivo. Esas son las herramientas que utiliza el Ej&#233;rcito sionista en su objetivo de llevar adelante una limpieza &#233;tnica iniciada hace m&#225;s de sesenta a&#241;os contra el pueblo palestino.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Las selfies del odio y el racismo del Estado de Israel</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Las-selfies-del-odio-y-el-racismo-del-Estado-de-Israel</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/Las-selfies-del-odio-y-el-racismo-del-Estado-de-Israel</guid>
		<dc:date>2014-07-24T00:30:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica Internacional</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Estado de Israel</dc:subject>
		<dc:subject>Palestina</dc:subject>
		<dc:subject>&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;La ofensiva militar israel&#237; sobre la franja de Gaza, que ya lleva dos semanas y se ha cobrado la vida de m&#225;s de 650 palestinos, viene acompa&#241;ada de una enorme propaganda anti &#225;rabe al interior del Estado de Israel. Desde el gobierno y la derecha pol&#237;tica y religiosa se viene incitando al odio y el racismo contra la poblaci&#243;n palestina para justificar las brutalidades que se est&#225;n cometiendo contra los habitantes de la franja de gaza y para insuflar el nacionalismo al interior de Israel contra cualquier atisbo de oposici&#243;n interna.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Libertades-Democraticas" rel="tag"&gt;Libertades Democr&#225;ticas&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica-Internacional" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica Internacional&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas) de Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Estado-de-Israel" rel="tag"&gt;Estado de Israel&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Palestina" rel="tag"&gt;Palestina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Alto-a-la-masacre-fuera-Israel-de-Palestina" rel="tag"&gt;&#161;Alto a la masacre, fuera Israel de Palestina!&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH73/arton8179-56f58.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='73' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;La ofensiva militar israel&#237; sobre la franja de Gaza, que ya lleva dos semanas y se ha cobrado la vida de m&#225;s de 650 palestinos, viene acompa&#241;ada de una enorme propaganda anti &#225;rabe al interior del Estado de Israel. Desde el gobierno y la derecha pol&#237;tica y religiosa se viene incitando al odio y el racismo contra la poblaci&#243;n palestina para justificar las brutalidades que se est&#225;n cometiendo contra los habitantes de la franja de gaza y para insuflar el nacionalismo al interior de Israel contra cualquier atisbo de oposici&#243;n interna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El aceitado sistema de propaganda racista va desde las declaraciones de figuras reconocidas llamando a asesinar, vejar y exterminar palestinos, hasta las miles de &#8220;iniciativas&#8221; en las redes sociales que incluyen selfies con mensajes racistas, hasta p&#225;ginas de Facebook con fotos desde los refugios antia&#233;reos (inexistentes en Gaza) o con grupos de israel&#237;es sentados en sillones y mirando los bombardeos sobre la franja, como si se tratara de un cine.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Una cuesti&#243;n de Estado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La semana pasada la diputada Ayelet Shaked del partido ultra sionista israel&#237; &#8220;Hogar Jud&#237;o&#8221;, representante de los colonos en el parlamento, expres&#243; que hab&#237;a que asesinar a todas las madres palestinas porque dan a luz a &#8220;peque&#241;as serpientes&#8221;. En su perfil de Facebook public&#243;: &#8220;Tienen que morir y sus casas tienen que ser demolidas. Son nuestros enemigos y nuestras manos deber&#237;an estar manchadas de su sangre. Esto se aplica igual a las madres de los terroristas fallecidos&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta semana fue el turno del rabino de Kiryat Arba y Hebr&#243;n, Dov Lior, que mucho m&#225;s categ&#243;rico dijo que no solo se debe &#8220;castigar a la poblaci&#243;n enemiga con medidas tales como un bloqueo econ&#243;mico o interrumpir el suministro de la electricidad y no poner en peligro innecesariamente a los soldados sino m&#225;s bien tomar medidas para exterminar al enemigo&#034;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas son solo dos muestras de las declaraciones racistas que se repiten a diario. Y no se trata de uno o dos lun&#225;ticos perdidos sino que el racismo anti &#225;rabe es una cuesti&#243;n de Estado.&lt;br class='autobr' /&gt;
La ofensiva actual se inici&#243; desde el propio gobierno de Netanyahu que alentando el odio anti &#225;rabe en los funerales de los tres j&#243;venes israel&#237;es hallados asesinados hace tres semanas atr&#225;s, acus&#243; sin ning&#250;n fundamento a Hamas y prendi&#243; la mecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En los d&#237;as siguientes grupos de manifestantes se congregaron en el centro de Jerusal&#233;n, no lejos de la frontera entre las partes oriental y occidental. Llevaban banderas israel&#237;es y pancartas. Gritaban &#8220;mavet la'aravin&#8221; (muerte a los &#225;rabes) y deten&#237;an a taxistas para comprobar si eran jud&#237;os o palestinos. &lt;a href=&#034;http://laprensa.pe/actualidad/noticia-extrema-derecha-avanza-israel-28507&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;El &#225;nimo era de linchamiento&lt;/a&gt;. Movilizaciones como esta fueron las que terminaron con el asesinato del joven palestino Muhammad Abu Khdeir que fue secuestrado, torturado y quemado vivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es que en la base del discurso racista del Estado de Israel est&#225; la necesidad de legitimar la opresi&#243;n nacional hist&#243;rica sobre el pueblo palestino. C&#243;mo explicamos en &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/Un-conflicto-eterno&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;este art&#237;culo&lt;/a&gt;, &#8220;Hist&#243;ricamente, el Estado de Israel jam&#225;s se propuso contemplar las demandas del pueblo palestino(&#8230;) el estratega sionista David Ben Guri&#243;n sosten&#237;a que s&#243;lo podr&#237;a permanecer una peque&#241;a minor&#237;a de palestinos para asegurar el desarrollo de un Estado jud&#237;o, y el resto deb&#237;a ser &#8220;transferido&#8221; a otros pa&#237;ses &#225;rabes.&#8221; Es decir que la propia base de la fundaci&#243;n y posterior desarrollo del Estado de Israel est&#225; fundamentada en una ideolog&#237;a racista y colonialista sobre la poblaci&#243;n palestina. Ese es el discurso que se mantiene hasta el d&#237;a de hoy y que se fue agudizando en el &#250;ltimo per&#237;odo con expresiones de odio cada vez m&#225;s profundas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas expresiones ultranacionalistas y racistas se filtran por todos los poros de la sociedad. Las pocas acciones en contra de los ataques que se realizan al interior de Israel son reprimidas o apaleadas por bandas de la derecha sionista y de militantes de los partidos de los colonos (algunos de ellos miembros del club de f&#250;tbol Beitar Jerusal&#233;n, que se pronuncian abiertamente anti musulmanes).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mientras que las redes sociales est&#225;n siendo utilizadas en todo el mundo para conocer la verdadera situaci&#243;n al interior de Gaza, dentro de Israel se han convertido en un furor para expresar el odio anti palestino. Mientras que en la red social Twitter comenzaron a circular las &#8220;&lt;a href=&#034;http://peru.com/actualidad/internacionales/israel-jovenes-demuestran-su-odio-hacia-arabes-twitter-noticia-269198&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;selfies del odio&lt;/a&gt;&#8221;, que son fotos que incitan a la violencia contra los palestinos o de apoyo a los soldados que est&#225;n invadiendo la Franja de Gaza, en &lt;a href=&#034;https://www.facebook.com/pages/Bomb-Shelter-Selfies-Israel-%D7%A1%D7%9C%D7%A4%D7%99-%D7%91%D7%9E%D7%A7%D7%9C%D7%98/1436771859934476?ref=ts&amp;fref=ts&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;Facebook&lt;/a&gt; se hizo popular entre los israel&#237;es la pr&#225;ctica de tomarse fotos en actitud despreocupada cuando se van a refugiar a los bunkers, siguiendo la consigna 'Keep smiling' (contin&#250;a sonriendo) mientras suenan las sirenas antia&#233;reas. (&lt;a href=&#034;http://www.elmundo.es/internacional/2014/07/17/53c7f321e2704e97038b4585.html&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;El Mundo.es&lt;/a&gt;). No pueden dejar de indignar las im&#225;genes donde se muestran a grupos de colonos &lt;a href=&#034;http://observers.france24.com/content/20140711-israelis-watch-air-strikes-gaza-it-was-piece-cinema&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;sentados sobre el pasto o en sillones&lt;/a&gt; y mirando hacia la Franja de Gaza durante los bombardeos, como si se tratara de un cine o de un show de fuegos artificiales. Es tan espeluznante como las fotos que recorrieron el mundo durante la guerra del Libano en 2006 donde ni&#241;os israel&#237;es escrib&#237;an mensajes sobre las bombas que iban a ser disparadas desde los bombarderos sionistas,&lt;br class='autobr' /&gt;
Como si esto fuera poco existen algunas campa&#241;as que promueven la &lt;a href=&#034;http://muftah.org/israels-war-gazas-women-bodies/&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;violaci&#243;n de mujeres palestinas&lt;/a&gt; por parte de los soldados israel&#237;es como un &#8220;m&#233;todo v&#225;lido&#8221; para combatir a Hamas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas muestras de brutal cinismo no pueden ser m&#225;s que el reflejo extendido, sobre la mayor&#237;a de la sociedad israel&#237;, de un discurso racista y colonialista de un estado que no solo trata a los 2 millones de &#225;rabes israel&#237;es que viven en su interior como ciudadanos de segunda, sino que utiliza m&#233;todos terroristas, de limpieza &#233;tnica y &lt;a href=&#034;http://www.pts.org.ar/Castigo-colectivo&#034; class=&#034;spip_out&#034; rel=&#034;external&#034;&gt;castigo colectivo&lt;/a&gt; sobre el conjunto de la poblaci&#243;n palestina.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="en">
		<title>LEAR Corporation: Billions for executives, low pay jobs for workers. Story of a vulture multinational corporation</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/LEAR-Corporation-Billions-for-executives-low-pay-jobs-for-workers-Story-of-a</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.ft-ci.org/LEAR-Corporation-Billions-for-executives-low-pay-jobs-for-workers-Story-of-a</guid>
		<dc:date>2014-07-04T01:05:42Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>en</dc:language>
		<dc:creator>Juan Andr&#233;s Gallardo</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject>Gloria Grinberg</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject> PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Socialist Workers Party), from Argentina </dc:subject>
		<dc:subject>Lear Argentina</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Lear Corporation, an American company with over 122,000 employees around the world and 221 locations in 36 countries, is dismissing and firing workers in their factory Argentina, located in the industrial district of Pacheco (Buenos Aires province)&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-Ingles" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en Ingl&#233;s&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-del-Norte" rel="tag"&gt;Am&#233;rica del Norte&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Gloria-Grinberg" rel="tag"&gt;Gloria Grinberg&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTS-Partido-de-los-Trabajadores-Socialistas-Socialist-Workers-Party-from" rel="tag"&gt; PTS (Partido de los Trabajadores Socialistas/ Socialist Workers Party), from Argentina &lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Lear-Argentina" rel="tag"&gt;Lear Argentina&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH87/arton8084-d235a.jpg?1695522871' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='87' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Story of a vulture multinational corporation &lt;br class='autobr' /&gt;
LEAR Corporation: Billions for executives, low pay jobs for workers &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lear Corporation, an American company with over 122,000 employees around the world and 221 locations in 36 countries, is dismissing and firing workers in their factory Argentina, located in the industrial district of Pacheco (Buenos Aires province). Lear, which makes automotive seating systems and electronics, claimed to be near bankruptcy, but during 2013 they reported sales of $16.2 billion; and the corporation ranks #177 among the Fortune 500. They also declared to have increased their sales 10% in 2014, compared to 2013. &lt;br class='autobr' /&gt;
Lear has a long story of violating workers' rights around the world, while their executives get billionaire bonuses. During the last 5 years they claimed to be in bankrupt in the US, so they could carry out mergers and acquisitions with other companies expanding worldwide to countries in Africa, Asia, Eastern Europe and Central America. Their profits went to executives' bonuses, and the same time they cut salaries and job benefits, deteriorating working conditions. &lt;br class='autobr' /&gt;
In order to avoid workers to organize for their rights they have a firm union busting policy against any kind of organization inside their factories. &lt;br class='autobr' /&gt;
Although in their website you can read plenty about how much they value diversity and participation, they have many complaints of discrimination in Mexico, and other Latin-American countries. Moreover, during the last years demonstrations and protests took place against low pay, poor working conditions and dismissals in Poland, France, US and the Spain.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;This is what they are doing now in Argentina: they claim to be going trough a crisis, and they want workers and their families pay for it. They are planning to fire 200 workers and their families. &lt;br class='autobr' /&gt;
This is not the first time: in the US in 2009, after declaring bankrupt, they closed 28 locations and fired 20,000 workers. Workers were the only ones who pay for the company's so called crisis; its executives still got their huge bonuses, Lear's CEO (Robert Rossiter) got US$ 5.4 million in bonuses the same year. &lt;br class='autobr' /&gt;
This fraud was so evident that even the US Justice Department objected the corporation for paying billionaire bonuses to top executives, while they were filling for bankruptcy. Lear Corporation was forced to say that had &#8220;miraculously&#8221; got over the financial crisis. &lt;br class='autobr' /&gt;
Today, the struggle of the workers from Lear Argentina is part of a fight of thousands of workers around the world against this &#8220;vulture&#8221; multinational corporation. Against the humiliations, low pay jobs, layoffs and dismissals, which had became a trademark of this corporation.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>



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