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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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<item xml:lang="pt_br">
		<title>Nos preparamos para uma nova etapa de ajustes e resist&#234;ncia</title>
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		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Imagenes rotando</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
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		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>
		<dc:subject>M&#233;xico</dc:subject>
		<dc:subject> PTR (Partido de Trabajadores Revolucionarios), do Chile </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Deteriora&#231;&#227;o da economia mundial, desacelera&#231;&#227;o dos &#034;emergentes&#034;, contra&#231;&#227;o da China e fim do super-ciclo das mat&#233;rias-prima est&#227;o provocando um giro econ&#244;mico na Am&#233;rica Latina. De uma d&#233;cada de alto crescimento estamos transitando para tend&#234;ncias de recess&#227;o e desacelera&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Imagenes-rotando" rel="tag"&gt;Imagenes rotando&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-del-Norte" rel="tag"&gt;Am&#233;rica del Norte&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Brasil-101" rel="tag"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Venezuela-107" rel="tag"&gt;Venezuela&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Mexico-109" rel="tag"&gt;M&#233;xico&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/PTR-Partido-de-Trabajadores-Revolucionarios-de-Chile" rel="tag"&gt; PTR (Partido de Trabajadores Revolucionarios), do Chile &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH72/arton9299-ad99d.jpg?1694546224' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='72' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Deteriora&#231;&#227;o da economia mundial, desacelera&#231;&#227;o dos &#034;emergentes&#034;, contra&#231;&#227;o da China e fim do super-ciclo das mat&#233;rias-prima est&#227;o provocando um giro econ&#244;mico na Am&#233;rica Latina. De uma d&#233;cada de alto crescimento estamos transitando para tend&#234;ncias de recess&#227;o e desacelera&#231;&#227;o. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Do crescimento &#034;progressista&#034; aos ajustes de direita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deteriora&#231;&#227;o da economia mundial, desacelera&#231;&#227;o dos &#034;emergentes&#034;, contra&#231;&#227;o da China e fim do super-ciclo das mat&#233;rias-prima est&#227;o provocando um giro econ&#244;mico na regi&#227;o. De uma d&#233;cada de alto crescimento estamos transitando para tend&#234;ncias de recess&#227;o e desacelera&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Politicamente, h&#225; um giro &#224; direita, com o triunfo presidencial de Macri na Argentina e da direita nas legislativas da Venezuela, assim como com a aplica&#231;&#227;o de ajustes neoliberais por parte de governos &#034;progressistas&#034;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De conjunto, a regi&#227;o ter&#225; crescimento negativo entre 0,3 e 1%, pela primeira vez desde 2009. Desde meados de 2014, houve uma fuga de 1 bilh&#227;o de d&#243;lares da Am&#233;rica Latina e 1,7 milh&#227;o de trabalhadores (de 6 a 6,6%) passaram a engrossar as fileiras de desempregados. O Brasil, principal economia regional, caiu em 2015 de -3,5 a -3,8%. O governo de centro-esquerda de Dilma Roussef - do Partido dos Trabalhadores (PT) - aplica o ajuste, encorajando a direita com o Impeachment para avan&#231;ar na agenda do capital estrangeiro e dos grandes empres&#225;rios, no marco de uma aguda crise de corrup&#231;&#227;o que golpeia o sistema pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Argentina, com tend&#234;ncia &#224; recess&#227;o e empurrada pela crise brasileira, o novo governo impulsiona uma agenda de desvaloriza&#231;&#227;o, corte fiscal, redu&#231;&#227;o de impostos para o agroneg&#243;cio e in&#237;cio de libera&#231;&#227;o cambial e comercial. Na Venezuela, a crise do petr&#243;leo, principal recurso do pa&#237;s, devastou a economia a n&#237;veis de queda acima de -7%, com uma infla&#231;&#227;o de 160% e, com o desgaste do governo chavista, abriu caminho para o triunfo da direita (MUD, Mesa de Unidade Democr&#225;tica), que pode tornar vi&#225;vel o referendo revogat&#243;rio contra Maduro. No Chile, Peru, Col&#244;mbia e M&#233;xico, a crise come&#231;a a golpear com desacelera&#231;&#227;o e com importante queda nos pre&#231;os das mat&#233;rias-prima, como o cobre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos marcos do &#034;novo tratado&#034; dos EUA com a Am&#233;rica Latina, de aproxima&#231;&#227;o com Cuba (que inicia um giro &#224; restaura&#231;&#227;o) e a &#034;rendi&#231;&#227;o negociada&#034; com as FARC na Col&#244;mbia, a Am&#233;rica Latina v&#234; surgir uma nova etapa de convuls&#245;es econ&#244;micas e instabilidade pol&#237;tica e social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Enfrentar o giro &#224; direita e o ajuste para que a crise seja paga pelos capitalistas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa din&#226;mica est&#225; longe ainda de uma volta aos &#034;noventa&#034;, em que, produto da derrota dos 70, predominaram os ataques neoliberais e a ofensiva empresarial. Os levantes populares na Bol&#237;via, Argentina e Equador no in&#237;cio do s&#233;culo, por mais que tenham sido desviados por governos &#034;progressistas&#034;, n&#227;o foram derrotados. Por outro lado, houve certa recomposi&#231;&#227;o social e organizativa do movimento oper&#225;rio, com predom&#237;nio de lutas econ&#244;mico-reivindicativas e algumas importantes lutas democr&#225;ticas e da juventude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, nos marcos da recess&#227;o e do ajuste, o triunfo dos estudantes secundaristas que pararam a contrarreforma educacional da direita em S&#227;o Paulo, com 196 ocupa&#231;&#245;es de escolas, mostra a continuidade das &#034;jornadas de Junho&#034; de 2013 e de uma juventude que pode antecipar lutas de resist&#234;ncia do movimento oper&#225;rio, ainda controlado pela burocracia sindical da CUT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Argentina, apesar do n&#237;vel baixo de luta de classes, alguns elementos, como a luta dos trabalhadores de Cresta Roja e um certo clima &#034;anti-Macri&#034;, podem desenvolver processos de resist&#234;ncia oper&#225;ria e juvenil, com um importante peso sindical da esquerda classista referenciada na Frente de Esquerda e dos Trabalhares (FIT) e em Nicol&#225;s Del Ca&#241;o (Partido dos Trabalhadores Socialistas, PTS), que alcan&#231;ou um milh&#227;o de votos na elei&#231;&#227;o presidencial passada, com deputados nacionais e provinciais, sob um programa para que os capitalistas paguem a crise e por um governo de trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Chile, no marco aberto que deixou 2011 pelas lutas do movimento estudantil, acentua-se a crise do regime da &#034;transi&#231;&#227;o pactuada&#034; ap&#243;s os esc&#226;ndalos de corrup&#231;&#227;o e conluio empresarial, assim como do d&#233;bil governo de Bachelet, de suas falsas reformas e da direita, abrindo novos canais para a luta de classes, com in&#237;cio de ruptura de trabalhadores e estudantes com suas dire&#231;&#245;es hist&#243;ricas como o PC, que possibilita a emerg&#234;ncia de novas for&#231;as de esquerda e dos revolucion&#225;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Venezuela, tudo parece indicar que se aproximam maiores choques e convuls&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A contradi&#231;&#227;o aberta entre as tend&#234;ncias aos ataques e uma certa rela&#231;&#227;o de for&#231;as &#034;conquistada&#034; dever&#225; ser enfrentada nessa nova etapa que n&#227;o se definir&#225; sem processos de luta de classes e convuls&#245;es pol&#237;ticas que v&#227;o surgindo na regi&#227;o, da qual dever&#227;o se preparar os trabalhadores e a juventude para fazer-lhes frente, e os revolucion&#225;rios impulsionando a resist&#234;ncia oper&#225;ria e popular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pela emerg&#234;ncia de uma esquerda revolucion&#225;ria dos trabalhadores&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pol&#237;tica do &#034;mal menor&#034;, apoiando variantes &#034;progressistas&#034; como faz o PC no Chile com Bachelet ou novas for&#231;as de esquerda como a UNE com o kirchneirismo, debilitam a for&#231;a dos trabalhadores ao blindar o apoio a variantes burguesas, que hoje abrem caminho a triunfos da direita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Necessitamos de uma esquerda dos trabalhadores independente de qualquer bloco capitalista. Uma esquerda que lute nos sindicatos, lugares de trabalho e estudo para enfrentar os ataques dos governos e empres&#225;rios. Com um programa para que a crise seja paga por eles e para terminar com o dom&#237;nio das multinacionais, de empres&#225;rios e banqueiros, nacionalizando as terras, as minas, os bancos e as empresas para por a economia sob controle e a servi&#231;o da classe trabalhadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para resolver total e efetivamente as demandas por trabalho, moradia, educa&#231;&#227;o, sa&#250;de e terra, lutamos por um governo dos trabalhadores baseado em sua mobiliza&#231;&#227;o independente e que assente as bases para a unidade dos trabalhadores do continente, terminando com a depend&#234;ncia semi-colonial em rela&#231;&#227;o ao imperialismo e seus s&#243;cios nacionais.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Nos preparamos hacia una nueva etapa de ajustes y resistencia</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Nos-preparamos-hacia-una-nueva-etapa-de-ajustes-y-resistencia</link>
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		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Am&#233;rica del Norte</dc:subject>
		<dc:subject>Argentina</dc:subject>
		<dc:subject>Brasil</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject>Venezuela</dc:subject>
		<dc:subject>M&#233;xico</dc:subject>
		<dc:subject> PTR (Partido de Trabajadores Revolucionarios), de Chile </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Deterioro de la econom&#237;a mundial, desaceleraci&#243;n de los &#8220;emergentes&#8221;, contracci&#243;n de China, fin del s&#250;per-ciclo de las materias prima, est&#225;n provocando un giro econ&#243;mico en la regi&#243;n. De una d&#233;cada de alto crecimiento estamos transitando hacia tendencias de recesi&#243;n y desaceleraci&#243;n&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Tapa-Central" rel="tag"&gt;Actualidad&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Argentina-100" rel="tag"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, 
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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH72/arton9300-c4542.jpg?1694546224' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='72' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Del crecimiento &#8220;progresista&#8221; a los ajuste derechistas&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deterioro de la econom&#237;a mundial, desaceleraci&#243;n de los &#8220;emergentes&#8221;, contracci&#243;n de China, fin del s&#250;per-ciclo de las materias prima, est&#225;n provocando un giro econ&#243;mico en la regi&#243;n. De una d&#233;cada de alto crecimiento estamos transitando hacia tendencias de recesi&#243;n y desaceleraci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pol&#237;ticamente hay un giro a derecha, con el triunfo presidencial de Macri en Argentina y de la derecha en las legislativas en Venezuela, as&#237; tambi&#233;n con la aplicaci&#243;n de ajustes neoliberales por parte de gobiernos &#8220;progresistas&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De conjunto, la regi&#243;n este a&#241;o caer&#233; entre 0,3 y -1%, primera vez desde el 2009. Desde mediados del 2014 se fug&#243; 1 bill&#243;n de d&#243;lares. 1,7 millones de trabajadores (6 al 6,6%) pasaron a engrosar las filas de los desempleados. Brasil, principal econom&#237;a regional, caer&#225; el 2015 de -3,5 al -3,8%. El gobierno centro-izquierda de DilmaRouseff- del Partido de los Trabajadores (PT)- aplica el ajuste, envalentonando a la derecha con el Impeachment (&#8220;destituci&#243;n&#8221;) para avanzar en la agenda del capital extranjero y los grandes empresarios, en el marco de una aguda crisis de corrupci&#243;n que golpea al sistema pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Argentina, con tendencia a la recesi&#243;n y empujada por la crisis brasile&#241;a, el nuevo gobierno impulsa una agenda de devaluaci&#243;n, recorte fiscal, rebaja de impuestos al agro e inicios de liberaci&#243;n cambiaria y comercial. En Venezuela, la crisis del petr&#243;leo, principal recurso del pa&#237;s, ha devastado la econom&#237;a a niveles de ca&#237;da sobre el -7%, con una inflaci&#243;n del 160%; y con el desgaste del gobierno chavista, abri&#243; el camino al triunfo de la derecha (MUD, Mesa de Unidad Democr&#225;tica), que le puede abrir v&#237;a al refer&#233;ndum revocatorio contra Maduro. En Chile, Per&#250;, Colombia y M&#233;xico empieza a golpear con desaceleraci&#243;n y ca&#237;da importante en precios de las materias primas, como el cobre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el marco del &#8220;nuevo trato&#8221; de EE.UU con Latinoam&#233;rica, de acercamiento con Cuba (que inicia un giro hacia la restauraci&#243;n) y la &#8220;rendici&#243;n negociada&#8221; con las FARC en Colombia, Am&#233;rica Latina asoma a una etapa de convulsiones econ&#243;micas e inestabilidad pol&#237;tica y social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Enfrentar el giro a derecha y el ajuste para que la crisis la paguen los capitalistas&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta din&#225;mica est&#225; lejos a&#250;n de una vuelta a los &#8220;noventa&#8221; donde, producto de la derrota de los &#180;70, predominaron los ataques neoliberales y ofensiva empresarial. Los levantamientos populares en Bolivia, Argentina, Ecuador a inicios de siglo, aunque fueron desviados por gobiernos &#8220;progresistas&#8221;, no fueron derrotados. Por otro lado, hubo cierta recomposici&#243;n social y organizativa del movimiento obrero, con predominio de luchas econ&#243;mico-reivindicativas, y algunas importantes luchas democr&#225;ticas y de la juventud.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Brasil, en el marco de recesi&#243;n y ajuste, el triunfo de los estudiantes secundarios que pararon la contra-reforma educativa de la derecha en San Pablo, con 196 ocupaciones de liceos, muestra la continuidad de las &#8220;jornadas de junio&#8221; de 2013 y de una juventud que puede anticipar luchas de resistencia del movimiento obrero, a&#250;n controlado por la burocracia sindical de la CUT (central sindical de dicho pa&#237;s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Argentina, pese al bajo nivel de lucha de clases, algunos elementos como la lucha de los trabajadores de Cresta Roja, y un cierto clima &#8220;anti-Macri&#8221;, puede desenvolver procesos de resistencia obrera y juvenil, con un importante peso sindical de la izquierda clasista referenciada en el Frente de Izquierda y los Trabajadores (FIT) y Nicol&#225;s Del Ca&#241;o (Partido de Trabajadores Socialistas PTS), que alcanz&#243; un mill&#243;n de votos en la pasada elecci&#243;n presidencial; con diputados nacionales y provinciales, bajo un programa para que la crisis la paguen los capitalistas y por un gobierno de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Chile, en el marco abierto que dej&#243; el 2011 por las luchas del movimiento estudiantil, se acent&#250;a la crisis del r&#233;gimen de la &#8220;transici&#243;n pactada&#8221; tras los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n y &#8220;colusi&#243;n&#8221; empresarial, as&#237; como del d&#233;bil gobierno de Bachelet, de sus falsas reformas y la derecha, abriendo nuevos canales para la lucha de clases, con inicio de ruptura de trabajadores y estudiantes con sus direcciones hist&#243;ricas como el PC, que posibilita la emergencia de nuevas fuerzas de izquierda y de los revolucionarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Venezuela, todo parece indicar que se aproximan mayores choques y convulsiones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La contradicci&#243;n abierta entre las tendencias a los ataques y una cierta relaci&#243;n de fuerzas &#8220;conquistada&#8221; deber&#225; enfrentar esta nueva etapa que no se definir&#225; sin procesos de lucha de clases y convulsiones pol&#237;ticas que van asomando en la regi&#243;n, de la cual deber&#225;n prepararse los trabajadores y la juventud para hacerle frente, y los revolucionarios impulsando la resistencia obrera y popular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por la emergencia de una izquierda revolucionaria de los trabajadores&lt;br class='autobr' /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La pol&#237;tica del &#8220;mal menor&#8221; apoyando a variantes &#8220;progresistas&#8221; como hace el PC en Chile con Bachelet, o nuevas fuerzas de izquierda como la UNE al kirchnerismo, debilitan la fuerza de los trabajadores al brindar el apoyo a variantes burguesas, que hoy abonan el camino a triunfos de la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Necesitamos una izquierda de los trabajadores independiente de cualquier bloque capitalista. Una izquierda que luche en los sindicatos, lugares de trabajo y estudio para enfrentar los ataques de los gobiernos y empresarios. Con un programa para que la crisis la paguen ellos, y para terminar con el dominio de las multinacionales, empresarios y banqueros, nacionalizando las tierras, minas, bancos y empresas para poner la econom&#237;a bajo control y al servicio de la clase trabajadora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para resolver &#237;ntegra y efectivamente las demandas de trabajo, vivienda, educaci&#243;n, salud y tierra, luchamos por un gobierno de los trabajadores basado en su movilizaci&#243;n independiente, y que siente las bases para la unidad de los trabajadores del continente, terminando con la dependencia semi-colonial al imperialismo y sus socios nacionales.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Entre las reformas y la irrupci&#243;n de las masas</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Entre-las-reformas-y-la-irrupcion-de-las-masas</link>
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		<dc:date>2016-01-11T20:51:17Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject>9 Lucha de clases en Latinoam&#233;rica</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;*Con colaboraci&#243;n de Nicol&#225;s Miranda y &#193;ngela Gallardo &lt;br class='autobr' /&gt;
&#191;Ad&#243;nde va Chile? &lt;br class='autobr' /&gt;
La situaci&#243;n que atraviesa el pa&#237;s es de crisis de &#8220;representatividad&#8221; y p&#233;rdida de confianza de amplios sectores de masas en sus partidos tradicionales, en particular la inestabilidad y descontento de las llamadas &#8220;clases medias&#8221;, cuya expresi&#243;n m&#225;s cercana hoy se encuentra en el movimiento estudiantil, y de amplias franjas de la clase trabajadora y los oprimidos, que empiezan un camino de ruptura con el sistema (&#8230;)&lt;/p&gt;


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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina-El-fin-de-una-ilusion" rel="directory"&gt;Am&#233;rica Latina. El fin de una ilusi&#243;n&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/9-Lucha-de-clases-en-Latinoamerica" rel="tag"&gt;9 Lucha de clases en Latinoam&#233;rica&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L150xH113/arton9265-dc888.jpg?1694546224' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='113' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;*Con colaboraci&#243;n de Nicol&#225;s Miranda y &#193;ngela Gallardo&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;dl class='spip_document_5644 spip_documents'&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a href='https://www.ft-ci.org/IMG/pdf/05_chile_ei29.pdf' title='PDF - 283.8 kio' type=&#034;application/pdf&#034;&gt;&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L64xH64/pdf-b8aed.svg?1776695895' width='64' height='64' alt='' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;/dl&gt;&lt;dl class='spip_document_5645 spip_documents'&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a href='https://www.ft-ci.org/IMG/docx/05_chile_ei29.docx' title='Word - 49.4 kio' type=&#034;application/vnd.openxmlformats-officedocument.wordprocessingml.document&#034;&gt;&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L64xH64/docx-a6e7c.svg?1776696159' width='64' height='64' alt='' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#191;Ad&#243;nde va Chile?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La situaci&#243;n que atraviesa el pa&#237;s es de crisis de &#8220;representatividad&#8221; y p&#233;rdida de confianza de amplios sectores de masas en sus partidos tradicionales, en particular la inestabilidad y descontento de las llamadas &#8220;clases medias&#8221;, cuya expresi&#243;n m&#225;s cercana hoy se encuentra en el movimiento estudiantil, y de amplias franjas de la clase trabajadora y los oprimidos, que empiezan un camino de ruptura con el sistema pol&#237;tico. Se movilizan, se organizan, levantan demandas y en este camino, hacen su experiencia y cuestionan a las instituciones heredadas de la &#8220;transici&#243;n pactada&#8221;, a sus partidos y gobernantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis pol&#237;tica aumenta en la misma magnitud en que aumentan los procesos de lucha, organizaci&#243;n y confianza en las fuerzas de la clase trabajadora, el movimiento estudiantil y los sectores oprimidos. Entremedio, un gobierno de reformas moderadas busca restablecer el equilibrio pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Un Chile politizado, balanceado a izquierda, con tendencias iniciales a la polarizaci&#243;n izquierda-derecha y de emergencia de nuevas fuerzas sociales y pol&#237;ticas que configuran una situaci&#243;n transitoria con elementos prerrevolucionarios. Un &#8220;estado transitorio&#8221;, de esos &#8220;que tienen una importancia decisiva desde el punto de vista de la estrategia pol&#237;tica&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Trotsky, Le&#243;n, &#8220;&#191;Ad&#243;nde va Francia?&#8221; en &#191;Ad&#243;nde va Francia? Diario del (&#8230;)&#034; id=&#034;nh1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; es el que se despliega en nuestros d&#237;as. O se desarrollan las tendencias m&#225;s convulsivas, de choques agudos entre las clases, o priman las tendencias de recuperar la estabilidad mediante las promesas de &#8220;reformas&#8221; del gobierno. &#191;Cu&#225;l tendencia primar&#225;? Es la pregunta hoy abierta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiempos de politizaci&#243;n&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seg&#250;n un estudio del Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo, en el pa&#237;s &#8220;hoy se ponen en tensi&#243;n asuntos que antes se daban por sentados&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), Los tiempos de la (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2&#034;&gt;2&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. Lo llama &#8220;pugna de politizaci&#243;n&#8221; y se expresa en que &#8220;todo es susceptible de ser cuestionado&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#191;Qu&#233; cambi&#243; tanto del Chile posdictadura, &#8220;jaguar&#8221; de Am&#233;rica Latina, ejemplo de &#8220;transici&#243;n democr&#225;tica&#8221;, estabilidad pol&#237;tica y paz social, al agitado Chile de los d&#237;as de hoy, plagado de esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n, crisis pol&#237;tica en las alturas, pugnas interburguesas, y un cuestionamiento y rechazo, activo y pasivo, en &#8220;las calles&#8221; y la &#8220;opini&#243;n p&#250;blica&#8221;, a la clase dirigente? &#191;Qu&#233; cambi&#243; que todo empieza a ser cuestionado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Politizaci&#243;n en el debate p&#250;blico como &#8220;disputa respecto de lo real, lo leg&#237;timo y lo posible [...] las personas son cada vez m&#225;s cr&#237;ticas con la sociedad en que viven y con las elites que la dirigen [...] la gran mayor&#237;a de personas demanda cambios profundos&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb3&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Ib&#237;dem, pp. 15, 18 y 19.&#034; id=&#034;nh3&#034;&gt;3&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. Politizaci&#243;n en el conflicto social como incidencia creciente de lo que se denomina como &#8220;movimientos sociales&#8221; en la disputa pol&#237;tica, el aumento de acciones de protesta, del n&#250;mero de personas involucradas, del cambio en la naturaleza de las demandas en que &#8220;quiz&#225;s el rasgo m&#225;s relevante como indicador de politizaci&#243;n no sea tanto el aumento cuantitativo de estos conflictos y manifestaciones sino m&#225;s bien el cambio cualitativo en las demandas que las orientan&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb4&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Ib&#237;dem, p. 39.&#034; id=&#034;nh4&#034;&gt;4&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, cada vez m&#225;s de &#8220;protesta pol&#237;tica&#8221; y menos de conflictos &#8220;acotados&#8221; a intereses sectoriales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seg&#250;n el estudio, dentro del segmento que denomina la &#233;lite, un 43 % &#8220;piensa que ello podr&#237;a derivar en que se volviera a una situaci&#243;n de alta polarizaci&#243;n social como la de los a&#241;os setenta&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb5&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Ib&#237;dem, p. 24.&#034; id=&#034;nh5&#034;&gt;5&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, el clima revolucionario que culmin&#243; en el golpe de estado del general Pinochet de 1973. &#191;A qu&#233; se debe tal temor de la clase dominante, en contradicci&#243;n con una &#8220;mayor&#237;a de personas que demandan cambios profundos&#8221;? Quiz&#225;s la respuesta la tiene el mismo estudio: &#8220;en tiempos de politizaci&#243;n el poder mismo se encuentra en disputa&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb6&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Ib&#237;dem, p. 17.&#034; id=&#034;nh6&#034;&gt;6&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El significado del 2011: inicio de un ciclo de ascenso de la lucha de clases y cuestionamiento al r&#233;gimen de la &#8220;transici&#243;n pactada&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferencia de otros pa&#237;ses de Am&#233;rica Latina, que iniciaron el siglo XXI con rebeliones populares, ca&#237;da de gobiernos neoliberales y ascenso de gobiernos o reg&#237;menes &#8220;progresistas&#8221;, Chile tuvo cuatro d&#233;cadas de neoliberalismo, entre dictadura y transici&#243;n democr&#225;tica, con estabilidad de la clase dominante. Todo eso cambi&#243; con el proceso de lucha de clases abierto en 2011, que trastoc&#243; profundamente las relaciones de fuerza entre las clases y la situaci&#243;n pol&#237;tica general del pa&#237;s. Abri&#243; un ciclo de crisis del r&#233;gimen heredero de la dictadura y sus partidos tradicionales y de ascenso de lucha de clases del movimiento estudiantil, obrero y popular, que se despliega hasta nuestros d&#237;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El marco m&#225;s general de la etapa abierta en 2011 fue la crisis de la Concertaci&#243;n, coalici&#243;n de centroizquierda que gobern&#243; el pa&#237;s desde la &#8220;transici&#243;n pactada&#8221; (1990-2010), formada por el Partido Dem&#243;crata Cristiano (DC), el Partido Socialista (PS), el Partido Radical Socialdem&#243;crata (PRSD) y el Partido Por la Democracia (PPD). La Concertaci&#243;n fue la principal mediaci&#243;n de la clase capitalista hacia la clase trabajadora y los sectores populares, manteniendo en pie la herencia de la dictadura: su modelo econ&#243;mico, su Constituci&#243;n y sus leyes. El fin del ciclo concertacionista se expres&#243; en la derrota en las elecciones presidenciales de 2009 y en el ascenso, por primera vez de forma democr&#225;tica desde 1952, de un gobierno de la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La llegada al poder del empresario Sebasti&#225;n Pi&#241;era (2010-2014), l&#237;der de la Coalici&#243;n por el Cambio, con un perfil gerencial de centroderecha, choc&#243; en 2011 con la mayor movilizaci&#243;n nacional desde el retorno a la democracia. Encabezada por el movimiento estudiantil secundario y universitario, fueron nueve meses de lucha, tomas, paros y movilizaciones de masas, cacerolazos, barricadas, asambleas y un paro nacional del movimiento sindical. Cientos de miles se manifestaron ininterrumpidamente en todo el pa&#237;s, desarrollaron audaces formas de lucha y desafiaron la represi&#243;n, impactando sobre millones de trabajadores que apoyaban sus demandas, con 90 % de apoyo popular&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb7&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;La encuesta CERC muestra que 89 % apoya las demandas estudiantiles; 9 % es (&#8230;)&#034; id=&#034;nh7&#034;&gt;7&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. La juventud quebr&#243; la estabilidad pol&#237;tica capitalista y despert&#243; nuevas fuerzas sociales del movimiento obrero y popular, abriendo un amplio rechazo a las instituciones del r&#233;gimen. Una generaci&#243;n &#8220;sin miedo&#8221; que desafi&#243; en las calles el negocio educativo y el conjunto del sistema pol&#237;tico, abri&#243; una nueva etapa en el pa&#237;s. El gobierno, los partidos del r&#233;gimen (de la derecha y de la Concertaci&#243;n), el parlamento y dem&#225;s instituciones, cayeron en una deslegitimaci&#243;n hist&#243;rica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El movimiento estudiantil como un actor de oposici&#243;n al r&#233;gimen y la extensi&#243;n de procesos de lucha de clases&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El movimiento estudiantil ha sido protagonista de variadas luchas y procesos de organizaci&#243;n. En 1999 la lucha universitaria culmina con el asesinato del estudiante universitario Daniel Menco; el &#8220;mochilazo&#8221; de 2001 encabezado por el movimiento secundario; en 2005 la lucha universitaria con tomas, paros y movilizaciones en rechazo a la entrada de los bancos en el mercado educativo. En 2006, la &#8220;revoluci&#243;n ping&#252;ina&#8221; vio emerger masivamente el movimiento secundario, con ocupaciones de liceos, en un gran movimiento nacional contra la Ley Org&#225;nica de Ense&#241;anza de la dictadura (1981) y por la &#8220;desmunicipalizaci&#243;n&#8221; de la educaci&#243;n p&#250;blica. Surgi&#243; la Asamblea Nacional de Estudiantes Secundarios (ANES), un germen de organismo de autoorganizaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 2011 no cay&#243; del cielo. Fue producto de a&#241;os de acumulaci&#243;n de luchas que enfrentaron el r&#233;gimen autoritario heredero de la dictadura, desatando el mayor movimiento nacional de protesta desde la transici&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#191;Qu&#233; expresaba el movimiento del 2011?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por un lado, expres&#243; el descontento social de la juventud, sectores de la clase trabajadora y en particular de las mal llamadas &#8220;clases medias&#8221;: la incertidumbre del endeudamiento en un pa&#237;s donde toda educaci&#243;n superior es pagada y que motoriz&#243; la amplificaci&#243;n social de la demanda por la educaci&#243;n p&#250;blica y gratuita, la privatizaci&#243;n de los derechos sociales (educaci&#243;n, salud, previsi&#243;n, inexistencia de derechos laborales y democr&#225;ticos), d&#233;cadas de crecimiento econ&#243;mico con aumento escandaloso de la desigualdad, aumento en la concentraci&#243;n econ&#243;mica en peque&#241;os grupos empresariales en la misma medida que aumenta la precarizaci&#243;n del trabajo y las vidas; la profundizaci&#243;n del &#8220;modelo&#8221; de la dictadura y de un r&#233;gimen autoritario con elementos de &#8220;Estado policial&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La lucha de 2011 ni derrot&#243; al Gobierno ni conquist&#243; la educaci&#243;n gratuita, pero dej&#243; al sistema pol&#237;tico profundamente herido, abriendo un nuevo ciclo pol&#237;tico marcado por el rechazo al r&#233;gimen, inestabilidad y crisis pol&#237;ticas en las alturas y la apertura de una nueva etapa de lucha de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el a&#241;o 2012, mientras los partidos del r&#233;gimen buscaban nuevas v&#237;as de recomposici&#243;n, las elecciones municipales expresaron la deslegitimaci&#243;n m&#225;s general con el sistema pol&#237;tico y sus partidos: un 60 % de abstenci&#243;n, hist&#243;rico en un pa&#237;s con altas tasas de participaci&#243;n electoral. Emergieron &#8220;revueltas locales&#8221; en regiones empobrecidas de gran exclusi&#243;n social como Ays&#233;n, Punta Arenas, Tocopilla, Calama y Freirina, expresando en las calles la p&#233;rdida relativa de control de la autoridad, barricadas y formas iniciales de autoorganizaci&#243;n. Pese a un reflujo m&#225;s general del movimiento estudiantil respecto a 2011, hubo masivas movilizaciones que se expresaban como hechos pol&#237;ticos nacionales, con decenas de miles en cada movilizaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las luchas estudiantiles y las revueltas populares regionales se enfrentaban con sus demandas a un gobierno y parlamento ciegos, sordos y mudos, que profundizaban la represi&#243;n y encend&#237;an la combatividad ante la reaccionaria respuesta del sistema pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un nuevo movimiento obrero: entre la recomposici&#243;n, la fragmentaci&#243;n y la tendencia a la combatividad&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La clase trabajadora en Chile viene en una din&#225;mica de recomposici&#243;n objetiva como fuerza social en el marco de d&#233;cadas de crecimiento econ&#243;mico sostenido. Como se&#241;alamos en un estudio previo: de un total de 8.230.510 ocupados, &#8220;la cantidad de asalariados es de 5.517.970 [...] la inmensa mayor&#237;a del pa&#237;s, es la gran fuerza social por su n&#250;mero y por su importancia decisiva para la creaci&#243;n de la vida social [...]. Mirando la composici&#243;n interna de todos los asalariados ocupados, puede verse que predominan lo que cl&#225;sicamente se llama &#8220;obreros&#8221; (que realizan trabajos manuales), por sobre las capas de trabajadores que realizan trabajo no manual, de oficina u otros [...]. As&#237;, puede verse que son mayor&#237;a las capas &#8220;obreras&#8221;: oficiales, operarios y artesanos de artes mec&#225;nicas y de otros oficios, operadores de instalaciones y m&#225;quinas y montadores, trabajadores no calificados, agrupando a 3.709.600 personas. Por el contrario, las capas de trabajadores no manuales son minoritarias &#8211;aunque significativas&#8211; en comparaci&#243;n: profesionales cient&#237;ficos e intelectuales, t&#233;cnicos y profesionales de nivel medio, empleados de oficina, agrupando a 2.371.050 personas. Seg&#250;n c&#243;mo se distribuyen los trabajadores por rama/sector de la econom&#237;a, puede verse que donde se concentran m&#225;s asalariados/trabajadores es en el comercio, la industria, la agricultura y la construcci&#243;n [...]. Es claro que la miner&#237;a, y el cobre en espec&#237;fico, sigue siendo &#8216;el sueldo de Chile', sin embargo, ocupa una proporci&#243;n insignificante de trabajadores (1,4 %)&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb8&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Miranda, Nicol&#225;s, &#8220;Situaci&#243;n de la clase trabajadora en Chile, lucha de (&#8230;)&#034; id=&#034;nh8&#034;&gt;8&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. El proletariado minero, siendo una proporci&#243;n insignificante de los trabajadores asalariados, constituye sin embargo una &#8220;posici&#243;n estrat&#233;gica&#8221; en la econom&#237;a y la sociedad chilena&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb9&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Mujica, Dolores, &#8220;La posici&#243;n estrat&#233;gica del proletariado del cobre en el (&#8230;)&#034; id=&#034;nh9&#034;&gt;9&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La dictadura militar sent&#243; las bases del &#8220;modelo&#8221; de negocios capitalistas, empujando a la creciente precarizaci&#243;n del trabajo: extensi&#243;n de formas de flexibilizaci&#243;n laboral como la subcontrataci&#243;n, trabajo &#8220;transitorio&#8221; o &#8220;de temporada&#8221;, &#8220;suministro&#8221; o &#8220;enganche&#8221; de trabajadores entre otros, y una escandalosa desigualdad basada en los bajos salarios&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb10&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;Chile es el pa&#237;s de la OCDE (integra a 34 pa&#237;ses) con mayor desigualdad (&#8230;)&#034; id=&#034;nh10&#034;&gt;10&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. El C&#243;digo Laboral de la dictadura, de 1983 y vigente hasta nuestros d&#237;as, garantiz&#243; la fragmentaci&#243;n sindical del movimiento obrero: 1) sindicatos y negociaci&#243;n colectiva a nivel de empresa, con promedio de 44 trabajadores afiliados por sindicato y el 50 % de ellos con menos de 37 afiliados; el promedio de la tasa de sindicalizaci&#243;n hoy es de 14,2 % (18,2 % en 1991); la cobertura de la negociaci&#243;n colectiva es del 8,1 %&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb11&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Datos extra&#237;dos de Fundaci&#243;n Sol.&#034; id=&#034;nh11&#034;&gt;11&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; de los trabajadores del sector privado, excluyendo a numerosos sectores de este derecho, como los trabajadores p&#250;blicos o aquellos de &#8220;temporada&#8221;; prohibici&#243;n de negociar materias que no sean salario ni condiciones de trabajo; 2) inexistencia de derecho efectivo a huelga, mediante el &#8220;derecho&#8221; patronal a ingresar reemplazantes, adem&#225;s del &#8220;descuelgue&#8221; individual de huelguistas; 3) paralelismo sindical con la existencia de &#8220;grupos negociadores&#8221; formados por la empresa que compiten con los sindicatos, adem&#225;s del &#8220;derecho&#8221; patronal a extender beneficios del sindicato unilateralmente a cada trabajador motivando la no afiliaci&#243;n; 4) despolitizaci&#243;n sindical con la prohibici&#243;n de los sindicatos de hacer &#8220;proselitismo pol&#237;tico&#8221;, llegando al absurdo reaccionario de que un dirigente sindical no puede ser electo parlamentario ni ser parte de la directiva de un partido pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este marco de recomposici&#243;n objetiva de una nueva clase obrera y de precarizaci&#243;n del trabajo y fragmentaci&#243;n sindical, en el a&#241;o 2013 el movimiento obrero entr&#243; a la lucha en el ciclo m&#225;s general abierto por el movimiento estudiantil: huelgas radicales y paralizaciones ilegales, recuperaci&#243;n de m&#233;todos combativos y una tendencia a la unidad con el movimiento estudiantil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En enero, la huelga portuaria iniciada en la localidad de Mejillones, regi&#243;n de Antofagasta, desencaden&#243; un movimiento combativo de huelga de solidaridad en 14 puertos del pa&#237;s, paralizando el 85 % de ellos. La unidad entre obreros contratados y eventuales en un marco de &#8220;ilegalidad&#8221;, fue una de las primeras transformaciones de una lucha econ&#243;mica en una lucha pol&#237;tica, enfrentando a las c&#225;maras patronales y al Estado (Gobierno, Polic&#237;a, Justicia). La rebeli&#243;n ilegal de los recolectores de basura, ante la traici&#243;n de la burocracia, inici&#243; cuestionamientos a los dirigentes sindicales. La huelga de los trabajadores de Correos, iniciada con paralizaci&#243;n ilegal y combativa impuesta por las bases vio la emergencia del Cuerpo de Delegados, iniciando un cuestionamiento a las direcciones sindicales burocr&#225;ticas. Entremedio cruzaron diversos procesos de la lucha de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algunas claves de esos procesos fueron: la recuperaci&#243;n de una tradici&#243;n hist&#243;rica de m&#233;todos combativos, como la huelga en solidaridad, los piquetes y el enfrentamiento con la Polic&#237;a y las autoridades; incipiente &#225;nimo antiburocr&#225;tico a las direcciones sindicales tradicionales; emergencia de delegados de base; tendencia a la &#8220;ilegalidad&#8221; desbordando los marcos del C&#243;digo Laboral. Pero adem&#225;s, y de forma superior, marcaron el inicio de un ciclo de luchas obreras que tendi&#243; a unir en las calles a sectores del movimiento obrero con el movimiento estudiantil. Se desarrollaron jornadas de lucha obrero-estudiantil, como el 26 de junio, con barricadas, ocupaciones, movilizaci&#243;n y paralizaci&#243;n junto a los trabajadores portuarios, en un contexto de ocupaci&#243;n de 100 liceos y paralizaci&#243;n de universidades; el Paro Nacional de la CUT del 11 de julio, uno de los mayores de la democracia&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb12&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Tambi&#233;n aqu&#237; hay una cierta &#8220;acumulaci&#243;n&#8221; de ciclos de lucha obrera previos, (&#8230;)&#034; id=&#034;nh12&#034;&gt;12&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Un nuevo movimiento obrero, dividido y fragmentado, empezaba a desbordar los marcos de la legalidad burguesa y a unirse en la calles con los estudiantes recuperando una larga tradici&#243;n combativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El gobierno de desv&#237;o de Bachelet: entre la reforma y la restauraci&#243;n&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este marco m&#225;s general de procesos de lucha de clases del movimiento estudiantil, obrero y popular, se desarrollaron las elecciones presidenciales de 2013, que planteaban la posibilidad de un recambio burgu&#233;s ante el agotamiento r&#225;pido de la derecha. La Concertaci&#243;n, lejos de dividirse, se reinvent&#243; en un marco de rechazo hist&#243;rico a los partidos. Bachelet lider&#243; una alternativa para que la centroizquierda nuevamente llegase al gobierno mediante la creaci&#243;n de una nueva coalici&#243;n pol&#237;tica, la Nueva Mayor&#237;a. La novedad residi&#243; en que, por primera vez desde el retorno a la democracia, se integraba al Partido Comunista, direcci&#243;n hist&#243;rica del movimiento obrero y estudiantil, que hab&#237;a sido marginado durante 20 a&#241;os del r&#233;gimen, buscando asegurar un rol de &#8220;contenci&#243;n&#8221; a la centroizquierda que se hab&#237;a debilitado profundamente. Bachelet trabaj&#243; en un programa de reformas burguesas, usurpando las principales banderas del 2011: educaci&#243;n gratuita, reforma tributaria, nueva Constituci&#243;n y reforma laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero un doble fen&#243;meno se observ&#243; en las elecciones presidenciales de 2013. Si por un lado Bachelet arras&#243; en la segunda vuelta frente a la derecha, obteniendo el 62 % de los votos, por otro lado fueron alrededor de 5.600.000 las personas que llegaron hasta las urnas de un total de 13.573.000 votantes: un 59 % de abstenci&#243;n reflejaba la continuidad de la crisis de representaci&#243;n del sistema democr&#225;tico burgu&#233;s. La derecha, dividida, tuvo una derrota hist&#243;rica con un 37,8 % de los votos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Con el regreso de Bachelet, la burgues&#237;a iniciaba un ensayo estrat&#233;gico de desv&#237;o del ciclo abierto en 2011 mediante el programa de reformas. &#191;Lo lograr&#237;a?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El segundo gobierno de Bachelet busc&#243; un equilibrio entre un viejo r&#233;gimen deslegitimado y promesas de reformas &#8220;progresistas&#8221; en los marcos del &#8220;modelo&#8221; econ&#243;mico vigente desde la dictadura, alimentando fuertes expectativas o &#8220;ilusiones posibilistas&#8221; en las reformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el primer a&#241;o de gobierno logr&#243; avanzar con esta agenda, confundiendo y pasivizando al movimiento estudiantil y en menor medida a sectores del movimiento obrero como los portuarios, mediante concesiones m&#237;nimas de la &#8220;ley corta&#8221; portuaria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Con los anuncios de &#8220;reforma tributaria&#8221;, con propaganda contra &#8220;los poderosos de siempre&#8221;, el inicio de la reforma educacional con las &#8220;leyes de inclusi&#243;n&#8221; y educaci&#243;n gratuita en la secundaria manteniendo el negocio de subsidios a los privados, los llamados a reformas pol&#237;ticas poniendo fin al sistema binominal o la introducci&#243;n de la discusi&#243;n del derecho al aborto terap&#233;utico inexistente hasta hoy en el pa&#237;s, buscaban retomar la iniciativa pol&#237;tica, sac&#225;ndola de las calles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, en la misma medida que lograba pasivizar las calles mediante las reformas, emergi&#243; por derecha una alianza reaccionaria contra &#233;stas que enfrent&#243; al gobierno. Empresarios, partidos de derecha, Iglesia cat&#243;lica y medios de comunicaci&#243;n, mostraron una dura resistencia al m&#237;nimo cambio, buscando mantener el andamiaje heredado de la dictadura y sus privilegios; organizaron &#8220;la nueva calle&#8221; y atacaron en el parlamento, generaron propaganda del &#8220;temor socialista&#8221;, hicieron &#8220;recesi&#243;n de inversiones&#8221; contra la reforma tributaria, organizaron padres y apoderados contra la reforma educativa, la Iglesia y los colegios cat&#243;licos iniciaron la cruzada &#8220;por la vida&#8221; contra el aborto terap&#233;utico. Los factores reales del poder capitalista dominante empujaban hacia la polarizaci&#243;n pol&#237;tica y social, buscando cerrar el ciclo abierto en 2011 de forma reaccionaria contra las reformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero la b&#250;squeda de la &#8220;restauraci&#243;n&#8221; vendr&#237;a no solo de la oposici&#243;n patronal y de derecha, sino desde dentro de la propia Nueva Mayor&#237;a: los &#8220;matices&#8221; de la Democracia Cristiana, la &#8220;cocina&#8221; del Senado. La vuelta del viejo &#8220;partido del orden&#8221; concertacionista que agitaba contra los anhelos &#8220;refundacionales&#8221; buscando preservar la herencia, fue presionando para &#8220;moderar&#8221; las ya moderadas reformas y hacerlas digeribles al modelo, buscando subordinar cualquier satisfacci&#243;n de cambio a la continuidad del modelo heredado de la dictadura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pugnas interburguesas cruzaron el escenario, por fuera y por dentro de la Nueva Mayor&#237;a, abriendo brechas en las alturas y crisis pol&#237;tica en el r&#233;gimen, empujando a una politizaci&#243;n general de la sociedad y generando un inicio de divisi&#243;n de las clases medias, por derecha y por izquierda, preanunciando tendencias a la polarizaci&#243;n pol&#237;tica y social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este marco vinieron los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n, de financiamiento ilegal a los pol&#237;ticos burgueses por parte de los grandes empresarios, que represent&#243; un salto en la crisis del sistema pol&#237;tico y de los partidos. Si a fines del 2014 se hund&#237;an en el descr&#233;dito los partidos de la derecha, principalmente del hist&#243;rico partido pinochetista, la UDI, debilitando la alianza reaccionaria antireformas y permitiendo que se recomponga el gobierno de Bachelet, a inicios de 2015 un salto en calidad abri&#243; una &lt;i&gt;crisis de hegemon&#237;a de la clase dominante&lt;/i&gt; de insospechadas consecuencias, al escalar la corrupci&#243;n al propio gobierno, primero al hijo de Bachelet, luego al propio gabinete pol&#237;tico y posteriormente a una gran cantidad de parlamentarios de la Nueva Mayor&#237;a. La crisis de corrupci&#243;n signific&#243; un golpe pol&#237;tico profundo al gobierno de Bachelet, que se hundi&#243; en el descr&#233;dito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero no solo ellos: los c&#225;rteles de &#8220;colusi&#243;n&#8221; entre los grandes empresarios con los pollos, las farmacias, el papel higi&#233;nico, abrieron un clima &#8220;antiempresarial&#8221;, con el hast&#237;o hacia los &#8220;abusos&#8221;. Un salto en la deslegitimaci&#243;n m&#225;s general de las instituciones puso virtualmente en jaque al sistema pol&#237;tico. En este marco, la desaceleraci&#243;n de la econom&#237;a y el fin del ciclo de los altos precios del cobre plantearon nuevos signos de incertidumbre e inestabilidad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bachelet respondi&#243; con un giro a la derecha: la renuncia de su gabinete pol&#237;tico con la entrada de los viejos pol&#237;ticos burgueses que impusieron moderaci&#243;n y la DC asumiendo el Ministerio del Interior, el giro al &#8220;realismo sin renuncia&#8221;; de la &#8220;gratuidad universal&#8221; se pas&#243; al otorgamiento a solo el 50 % de los estudiantes con menores ingresos, manteniendo el modelo educativo de la dictadura y dejando para un futuro indefinido la gratuidad para todos; de la reforma laboral al &#8220;proyecto de ley de modernizaciones laborales&#8221; en el marco del Plan Laboral de la dictadura, que pas&#243; de prometer derecho efectivo a huelga a mantener el derecho a &#8220;reemplazos internos&#8221;; la Nueva Constituci&#243;n empujada hacia un futuro gobierno, abriendo un &#8220;proceso constituyente&#8221; mediante &#8220;consultas ciudadanas&#8221; y postergando la definici&#243;n del mecanismo, que definir&#225; finalmente un futuro parlamento; la priorizaci&#243;n del crecimiento econ&#243;mico con una agenda proempresarial de alianza &#8220;p&#250;blico-privada&#8221;; &#8220;austeridad fiscal&#8221; para cuidar la estabilidad macroecon&#243;mica; y as&#237; en numerosos campos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&#237; el gobierno se hunde en el descr&#233;dito, con cuestionamientos por izquierda y por derecha, alentando la divisi&#243;n. En las encuestas de opini&#243;n p&#250;blica, los resultados van de mal en peor. Seg&#250;n la encuesta Adimark de noviembre de 2015, Bachelet alcanza solo un 26 % de aprobaci&#243;n y un 68 % de rechazo. Seg&#250;n la encuesta trimestral del Centro de Estudios P&#250;blicos, en agosto Bachelet obtuvo su peor registro hist&#243;rico: un 22 % de aprobaci&#243;n y un 61 % de rechazo. Lo mismo sucede con los partidos: 13 % de aprobaci&#243;n a la Nueva Mayor&#237;a, solo un 10 % a la derecha, un 10 % al parlamento y solo 3 % de aprobaci&#243;n a los partidos pol&#237;ticos. Lo nuevo, la desconfianza en las instituciones del r&#233;gimen, comienza a traducirse en confianza en las propias fuerzas; las huelgas obtienen un apoyo mayoritario: las de estudiantes, 65 %; las del sistema de transporte p&#250;blico Transantiago, 52 %; las de profesores, 68 %.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los partidos del r&#233;gimen se debaten entre la fr&#225;gil unidad y las tendencias a la fragmentaci&#243;n, generando rupturas, realineamientos y nueva configuraci&#243;n de alianzas. La reforma del sistema electoral abre espacios a nuevos fen&#243;menos emergentes, &#8220;renovaciones&#8221; por derecha y por izquierda, agrietando el sistema pol&#237;tico, espantando algunos analistas que ven los riesgos de una &#8220;balcanizaci&#243;n&#8221; parlamentaria&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb13&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;En la pr&#225;ctica, a los ya antiguos dirigentes locales y a veces rezagados (&#8230;)&#034; id=&#034;nh13&#034;&gt;13&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un r&#233;gimen a la defensiva: las tendencias a la polarizaci&#243;n y sus l&#237;mites generales&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La moderaci&#243;n de las reformas reabri&#243; por izquierda nuevos procesos de lucha de clases que se hab&#237;an logrado contener el primer a&#241;o del gobierno de Bachelet. El movimiento estudiantil volvi&#243; a las calles con grandes movilizaciones de cientos de miles. Sin embargo, producto de la estrategia de sus direcciones, se plantearon como marchas de &#8220;presi&#243;n&#8221; al gobierno y al parlamento para &#8220;colegislar&#8221; las reformas. Esta situaci&#243;n permiti&#243; que se volvieran a reagrupar fen&#243;menos del activismo estudiantil, en un marco de politizaci&#243;n general de la sociedad. En el marco de las movilizaciones estudiantiles, se observ&#243; en 2015 el asesinato de dos estudiantes universitarios en Valpara&#237;so el 14 de mayo, y luego el 21 de mayo otra feroz represi&#243;n, tras la movilizaci&#243;n contra la cuenta p&#250;blica, del gobierno hacia el Congreso que termin&#243; con un estudiante universitario, militante de izquierda, hospitalizado en coma durante 3 meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero quiz&#225;s el proceso m&#225;s general se observa, en el movimiento estudiantil, en las elecciones universitarias de este &#250;ltimo trimestre: si el desplazamiento del Partido Comunista de la direcci&#243;n de las principales organizaciones del movimiento universitario se inici&#243; luego del 2011, este a&#241;o no han podido ganar una sola federaci&#243;n estudiantil y la izquierda independiente de la Nueva Mayor&#237;a consolida su hegemon&#237;a &#8220;antineoliberal&#8221; por un lado y &#8220;populista&#8221; por el otro, marcando una tendencia a la izquierdizaci&#243;n general que algunos medios advierten como una posible &#8220;radicalizaci&#243;n&#8221; estudiantil hacia el 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el movimiento obrero, nuevas luchas y cuestionamientos por izquierda emergen al calor del debate de la reforma laboral, aumentando la tendencia a la ruptura con el gobierno y con la burocracia sindical tradicional del Partido Comunista, abriendo paso a nuevos fen&#243;menos pol&#237;tico-sindicales y a un incipiente &#8220;sindicalismo de izquierda&#8221;, presionando a la burocracia tradicional, que se debate entre un realineamiento con el gobierno y la necesidad de una reubicaci&#243;n por izquierda producto de la derechizaci&#243;n m&#225;s general del gobierno y de los sucesivos cuestionamientos por izquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra la reforma docente del gobierno emergi&#243; la &#8220;rebeli&#243;n de las bases&#8221; magisteriales, con un marcado car&#225;cter antiburocr&#225;tico y tendencia a la unidad combativa de las bases, debilitando un basti&#243;n hist&#243;rico del PC en la direcci&#243;n del sindicato m&#225;s grande del pa&#237;s. Dos meses de paro ilegal a fines del 2014 y ocho semanas a mediados del 2015 movilizaron m&#225;s de 45.000 docentes con paros, barricadas, bloqueos de ruta y asambleas, emergiendo fen&#243;menos iniciales de autoorganizaci&#243;n. En julio, contra el intento del gobierno de impedir la negociaci&#243;n del &#8220;Acuerdo Marco&#8221;, durante un mes los mineros subcontratistas agrupados en la Confederaci&#243;n de Trabajadores del Cobre (CTC) bloquearon las rutas, hicieron asambleas, se enfrentaron a la Polic&#237;a y ocuparon dos minas en el norte del pa&#237;s, cayendo asesinado el obrero Nelson Quinchillao a manos de la Polic&#237;a, que motiv&#243; la renuncia al gobierno y al PC de uno de los principales exdirigentes mineros &#8220;combativos&#8221;, Cristian Cuevas, que ahora llama a la unidad de la izquierda &#8220;antineoliberal&#8221;. Nuevamente se debilit&#243; la direcci&#243;n del PC en uno de los sectores m&#225;s organizados y combativos del movimiento obrero, con incipiente p&#233;rdida de bases sindicales y dirigentes sindicales medios que giran a izquierda producto de las sucesivas traiciones de la burocracia. En el sector p&#250;blico, el paro &#8220;ilegal&#8221; de 38 d&#237;as de los trabajadores del Registro Civil en el mes de octubre, que derrotaron las maniobras del gobierno y de la burocracia sindical de la CUT; y en noviembre, el paro de 48 horas de cientos de miles de empleados p&#250;blicos contra el reajuste de 4,1 % de salario que aplic&#243; el gobierno, apoyado en el parlamento por las principales figuras del PC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ver la tendencia m&#225;s general, un informe del Centro de Estudios de Conflicto y Cohesi&#243;n Social (COES) indica que en 2014 hubo 193 paros reglados y 174 ilegales. Estos &#250;ltimos movilizaron 13 veces el n&#250;mero de trabajadores involucrados en huelgas legales: 562.278 trabajadores que hicieron su experiencia en luchas &#8220;ilegales&#8221;. Seg&#250;n el mismo estudio, &#8220;piquetes y barricadas son los m&#233;todos m&#225;s usados&#8221; y las mejoras salariales y de condiciones de trabajo, las principales demandas. Una tendencia a la radicalizaci&#243;n para conseguir demandas elementales ante la intransigencia patronal&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb14&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Jimeno, Pamela, &#8220;Huelgas ilegales movilizan hasta 13 veces m&#225;s trabajadores (&#8230;)&#034; id=&#034;nh14&#034;&gt;14&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por otra parte, la tendencia a la radicalizaci&#243;n obrera incluye &#8220;los cortes de rutas y caminos, las funas (repudio), los bloqueos a los accesos a los lugares de trabajo, y la toma de los lugares de trabajo. Estas &#250;ltimas dos medidas espec&#237;ficamente, tienden a extenderse. Solo este a&#241;o, contamos 69 acciones de este tipo, en todos los sectores de trabajadores: p&#250;blicos, profesores, pescadores artesanales, mineros, de servicios, de la construcci&#243;n, del transporte, portuarios, industriales&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb15&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Miranda, Nicol&#225;s, &#8220;Se extienden las tomas en los lugares de trabajo&#8221;, La (&#8230;)&#034; id=&#034;nh15&#034;&gt;15&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por derecha se desarrollan tendencias convulsivas, marcando una tendencia m&#225;s general a la polarizaci&#243;n pol&#237;tica y social en el pa&#237;s. El caso m&#225;s notable es el paro camionero del 28 de agosto de 2015. Los due&#241;os de camiones, hist&#243;ricamente un sector de ultraderecha en el pa&#237;s, hizo una reaccionaria demostraci&#243;n de fuerzas pol&#237;ticas paralizando las rutas del sur del pa&#237;s y golpeando duramente al gobierno. Si en el proceso revolucionario de los a&#241;os &#8216;70 fue para desestabilizar al gobierno de Allende, en este caso era para reclamar &#8220;seguridad&#8221; al gobierno contra el &#8220;terrorismo mapuche&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb16&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Existe una tendencia a &#8220;guerra de baja intensidad&#8221; en el sur del pa&#237;s, con (&#8230;)&#034; id=&#034;nh16&#034;&gt;16&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, generando un gran frente reaccionario de terratenientes, partidos de derecha y grupos de extrema derecha, medios de comunicaci&#243;n, c&#225;maras patronales y la Iglesia. Sin embargo, lejos de derechizar el pa&#237;s, abri&#243; un nuevo marco de polarizaci&#243;n. Ese d&#237;a, 150.000 estudiantes se movilizaron en Santiago y, durante la noche, algunos miles de manifestantes junto a sectores del pueblo-naci&#243;n mapuche repudiaron el paro reaccionario, enfrentando la represi&#243;n de la Polic&#237;a. Actualmente los camioneros amenazan con un nuevo paro nacional reaccionario, si Bachelet no viaja a la regi&#243;n para satisfacer sus demandas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tambi&#233;n por derecha, se ha formado en los &#250;ltimos meses un referente nacional de funcionarios en retiro de las Fuerzas Armadas, en su gran mayor&#237;a activos durante la dictadura militar. Seg&#250;n sus dirigentes, ser&#237;an 182 organizaciones que representar&#237;an a 100.000 exuniformados&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb17&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;&#8216;El Estado de Derecho es inexistente para nuestra gente', reclam&#243; en la (&#8230;)&#034; id=&#034;nh17&#034;&gt;17&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&#237;, a la vez que una &#8220;izquierdizaci&#243;n&#8221; general reclama cambios profundos, una din&#225;mica de confrontaci&#243;n y polarizaci&#243;n pol&#237;tica y social empieza a despuntar en el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los l&#237;mites m&#225;s generales de la situaci&#243;n est&#225;n dados por los siguientes elementos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. La mayor&#237;a de los procesos de lucha de clases no logra triunfar ante la impunidad empresarial y del r&#233;gimen. El r&#233;gimen resiste a su modo, hundi&#233;ndose en el descr&#233;dito, a la vez que intenta descomprimir con las reformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Bachelet acaba de impulsar la &#8220;gratuidad&#8221; aplicable al 2016 mediante la ley de presupuesto anual. Lejos de la promesa de gratuidad universal con la que gan&#243; la elecci&#243;n presidencial, solo beneficiar&#225; al 50 % de los estudiantes con menores recursos: 186.000 beneficiados/as entre gratuidad y becas, manteniendo el subsidio a los privados y las leyes actuales de educaci&#243;n superior, financiando la &#8220;demanda&#8221; y no fortaleciendo las instituciones p&#250;blicas. Por otro lado, la reforma laboral busca equilibrar y contener al movimiento obrero mediante peque&#241;as concesiones en el marco del C&#243;digo Laboral de la dictadura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#191;Lograr&#225;n hacer alg&#250;n efecto las reformas? &#191;Podr&#225; Bachelet recuperar la legitimidad del r&#233;gimen y recomponer la crisis de autoridad de la clase dominante? Es lo que intenta. La tesis de un sector de la Nueva Mayor&#237;a se&#241;ala que con la implementaci&#243;n de las reformas llegando a sectores de la poblaci&#243;n, como el inicio gradual de la educaci&#243;n gratuita a sectores del movimiento estudiantil, iniciar&#225; una nueva etapa el gobierno ganando en confianza y popularidad. &#191;Lograr&#225;n pasivizar al movimiento estudiantil y obrero? A&#250;n est&#225; por verse, es una posibilidad abierta, cada vez m&#225;s debilitada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. La situaci&#243;n econ&#243;mica, de desaceleraci&#243;n del crecimiento, no es de recesi&#243;n ni de din&#225;mica catastr&#243;fica. Hasta ahora actu&#243; como factor de estabilizaci&#243;n, con un bajo nivel de desempleo y con un importante gasto social a sectores de la poblaci&#243;n. Sin embargo, el fin del ciclo de los altos precios del cobre amenaza con convertirse en un factor desestabilizador nuevo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. Hay crisis de r&#233;gimen, pero no del Estado. No es &#8220;crisis org&#225;nica&#8221;, en el sentido de que a&#250;n no hay crisis social ni econ&#243;mica. Por otro lado, la importancia del Ej&#233;rcito como pilar central del Estado capitalista en Chile: como &#8220;partido militar&#8221; que interviene en per&#237;odos excepcionales de lucha de clases e inestabilidad pol&#237;tica, ha jugado un rol definitorio en momentos de agudizaci&#243;n de lucha de clases para preservar el dominio burgu&#233;s. Las tres principales constituciones del pa&#237;s (1833, 1925 y 1980) se han elaborado en momentos de golpes de Estado e intervenci&#243;n militar. Desde la transici&#243;n pactada, preservaron y fortalecieron el apoyo a la instituci&#243;n, garantizando un &#8220;peque&#241;o estado de bienestar&#8221; social: altos sueldos, educaci&#243;n y salud gratuitas, previsi&#243;n social bajo sistema de &#8220;reparto&#8221; y no en fondos privados o capitalizaci&#243;n individual como tiene la clase trabajadora, jubilaci&#243;n a los 30 a&#241;os de carrera, vivienda garantizada por el Estado, garant&#237;as de &#8220;modernizaci&#243;n&#8221; en armamento y equipamiento &#8211;obteniendo por &#8220;ley reservada del cobre&#8221; el 10 % de toda la renta de cobre anual, adem&#225;s del presupuesto&#8211; que les permiti&#243; una progresiva &#8220;profesionalizaci&#243;n&#8221; de sus fuerzas. Manteniendo un v&#237;nculo org&#225;nico con el ej&#233;rcito de Estados Unidos, en 2012 instal&#243; una base militar en el litoral central para la preparaci&#243;n en &#8220;guerrilla urbana&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra las tendencias &#8220;pacifistas&#8221; y ut&#243;picas de la gran mayor&#237;a de la izquierda de &#8220;reforma&#8221; del Ej&#233;rcito, &#233;ste es un factor de poder central que irrumpe en los per&#237;odos de inestabilidad a favor de la preservaci&#243;n del dominio capitalista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La integraci&#243;n del Partido Comunista al r&#233;gimen, su adaptaci&#243;n al Gobierno y un espacio a izquierda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Producto de la lucha iniciada el 2011, la vieja Concertaci&#243;n, debilitada como principal contenci&#243;n de masas, busc&#243; sucesivas alianzas con el PC, primero bajo un &#8220;pacto de omisi&#243;n&#8221; municipal &#8211;mediante el cual la Concertaci&#243;n se absten&#237;a de presentar candidatos en municipalidades donde el PC ten&#237;a candidaturas expectables&#8211;, luego integrando las listas de la Concertaci&#243;n, lo que le permiti&#243; obtener 3 diputados, y finalmente mediante la integraci&#243;n en la Nueva Mayor&#237;a. Para el PC, la clave de dicha alianza ser&#237;a el cumplimiento del &#8220;programa&#8221; de reformas. A cambio, aument&#243; su representaci&#243;n parlamentaria a 6 diputados (integrando a Camila Vallejo, principal figura de la lucha estudiantil del 2011), un cargo ministerial y centenares de cargos en el Estado. Producto de la crisis m&#225;s general del gobierno abierta este a&#241;o y su giro a la derecha, hoy el PC se ha debilitado producto de su adaptaci&#243;n pol&#237;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el a&#241;o 2011, el PC ten&#237;a las principales figuras del movimiento estudiantil como Camila Vallejo, actualmente diputada nacional. Producto de su pol&#237;tica de presi&#243;n al r&#233;gimen como ala moderada y burocr&#225;tica de la lucha estudiantil y luego por su integraci&#243;n al r&#233;gimen y al gobierno, perdi&#243; numerosas bases sociales en el movimiento estudiantil, sufriendo un fuerte retroceso en las federaciones universitarias. Hoy no encabeza ninguna de las principales federaciones del pa&#237;s, siendo evidente la crisis en este sector. En el movimiento sindical, a la vez que mantienen la presidencia de la Central Unitaria de Trabajadores (CUT) y numerosas direcciones sindicales, en profesores, miner&#237;a, sector industrial, forestales, vienen fuertemente cuestionados en las bases sindicales producto de su pol&#237;tica de colaboraci&#243;n con los empresarios y de alianza con el gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy, el PC es uno de los partidos con mayor &#8220;rechazo&#8221; &#8211;Camila Vallejo es uno de los personajes pol&#237;ticos con alta desaprobaci&#243;n seg&#250;n las principales encuestas&#8211;, no solo producto de la pol&#237;tica &#8220;anticomunista&#8221; hist&#243;rica que hacen los empresarios, medios y partidos de la derecha, sino con un evidente rechazo tambi&#233;n por izquierda, que permite emerger a nuevas organizaciones en este espacio. Esto se debe al abandono de la lucha por la educaci&#243;n 100 % gratuita para todos, bandera central del movimiento estudiantil, a la subordinaci&#243;n a la &#8220;gratuidad en la medida de lo posible&#8221; que impulsa el gobierno, manteniendo el negocio educativo, as&#237; como a la adaptaci&#243;n del giro a derecha en las reformas y en numerosas ocasiones impulsando sus leyes contra el movimiento obrero y estudiantil, como el salario m&#237;nimo, la reforma contra los docentes, el reajuste salarial del sector p&#250;blico, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis estrat&#233;gica del PC, que ha sido hasta hoy la direcci&#243;n hist&#243;rica del movimiento obrero y estudiantil, abre oportunidades hist&#243;ricas para la emergencia de una fuerza de izquierda que luche por la independencia pol&#237;tica de los trabajadores, en combate con los nuevos intentos de aparici&#243;n de organizaciones reformistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#191;Mantendr&#225; el PC este giro a derecha, subordin&#225;ndose al gobierno y la burgues&#237;a? &#191;Se ver&#225; obligado a movilizar y romper con el gobierno? A&#250;n est&#225; por verse, aunque por ahora prima lo primero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La emergencia de una izquierda &#8220;antineoliberal&#8221;: &#191;reforma o revoluci&#243;n?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es centralmente en el movimiento estudiantil, un actor pol&#237;tico de oposici&#243;n al r&#233;gimen y central en la situaci&#243;n pol&#237;tica, donde empiezan a emerger nuevos fen&#243;menos pol&#237;ticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Producto de la crisis de la centroizquierda (Nueva Mayor&#237;a) y del PC a su interior, as&#237; como de la crisis del caudillo &#8220;independiente&#8221; de centroizquierda Marco Enr&#237;quez Ominami (MEO, del Partido &#8220;progresista&#8221; PRO), que se mostraba como recambio y uno de los personajes pol&#237;ticos m&#225;s valorados y ha ca&#237;do al ser involucrado en los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n, nuevas figuras est&#225;n emergiendo. Uno de ellos es Giorgio Jackson, una de las figuras con mayor popularidad en la actualidad, quien fue uno de los principales dirigentes del 2011 y hoy es diputado por el partido Revoluci&#243;n Democr&#225;tica. Han ganado mucho peso &#8220;por arriba&#8221; con su banca, pero tambi&#233;n con costos &#8220;por abajo&#8221;, siendo este a&#241;o derrotados en su basti&#243;n estudiantil, la Universidad Cat&#243;lica, donde gan&#243; la izquierda antineoliberal en un resultado hist&#243;rico. Esta organizaci&#243;n de centroizquierda ha ganado peso superestructural producto de desarrollar un perfil &#8220;independiente&#8221; de la Nueva Mayor&#237;a y del Gobierno, sin acompa&#241;ar su descr&#233;dito. Sin embargo, coquetea permanentemente con ambos. Le entreg&#243; su apoyo a Bachelet en segunda vuelta de las elecciones, consigui&#243; la diputaci&#243;n por Santiago producto de un pacto con la Nueva Mayor&#237;a y hoy, con bajo perfil y sin ser parte del pacto, tiene decenas de asesores en varios ministerios del gobierno, principalmente el Ministerio de Educaci&#243;n, sosteniendo numerosas alianzas parlamentarias con el bloque de la Nueva Mayor&#237;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uno de los principales fen&#243;menos es la &#8220;izquierda antineoliberal&#8221;, con variados grupos. El m&#225;s importante lo representa Izquierda Aut&#243;noma (IA), que logr&#243; que el exdirigente universitario Gabriel Boric, presidente de la Federaci&#243;n de Estudiantes de la Universidad de Chile en 2012, hoy sea diputado nacional sin ser parte de ninguna alianza con la centroizquierda. Es una de las figuras emergentes de la izquierda en el escenario pol&#237;tico, aprovechando la crisis de la NM, de MEO y del PC, mostrando un perfil &#8220;antir&#233;gimen&#8221; y ligado a los &#8220;movimientos sociales&#8221;, impulsando proyectos en acuerdo con sectores sociales. Por abajo ha emergido como una importante mediaci&#243;n, pues junto a la Uni&#243;n Nacional Estudiantil (UNE) y en menor medida el Frente de Estudiantes Libertarios (FEL), hoy son la principal direcci&#243;n del movimiento universitario, controlando 7 de las 11 principales vocer&#237;as de la Confederaci&#243;n de Estudiantes de Chile (Confech).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Buscan avanzar en la construcci&#243;n de proyectos pol&#237;ticos partidarios y han sido, luego de 2011, la principal direcci&#243;n del movimiento estudiantil. Con un discurso a izquierda e independiente del gobierno que los hace atractivos en las universidades, mantienen la estrategia de presi&#243;n al r&#233;gimen mediante grandes movilizaciones para incidir en las reformas, replicando una pol&#237;tica de confianza en las instituciones y en el gobierno, a la vez que desconfianza en las propias fuerzas y m&#233;todos combativos (tomas, paros y asambleas) del movimiento estudiantil, impidiendo la autoorganizaci&#243;n democr&#225;tica desde las bases en alianza con el movimiento obrero y sus m&#233;todos combativos, replicando la unidad burocr&#225;tica &#8220;por arriba&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Respecto a la lucha estudiantil, abandonaron el programa de la lucha por la educaci&#243;n 100 % gratuita terminando con el negocio educativo v&#237;a subsidios, oponiendo un programa de reforma de fortalecimiento de la educaci&#243;n p&#250;blica y gratuidad negociada con el gobierno que ha incumplido sus promesas, sin denunciar esta pol&#237;tica y alimentando confianzas en que el gobierno pueda cumplir con las demandas estudiantiles. En los casos de corrupci&#243;n, responden tibiamente llamando a reformas &#8220;estructurales&#8221; sin una denuncia a la casta de pol&#237;ticos millonarios, salpicados por los casos de corrupci&#243;n como agentes de los grandes empresarios, y se limitan a hacer bloques por reformas cosm&#233;ticas que den mayor representatividad al parlamento binominal, como rebajar a la mitad la dieta de los parlamentarios, que pasar&#237;a de representar m&#225;s de 40 veces un salario m&#237;nimo a &#8220;solo m&#225;s de 20 veces&#8221;, en permanentes alianzas con diputados &#8220;progresistas&#8221; y sin poner sus bancas al servicio de la lucha de clases, como es el caso de los diputados de nuestra corriente internacional en Argentina, por el Partido de los Trabajadores Socialistas (PTS) en el Frente de Izquierda y de los Trabajadores&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb18&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Mellado, Vicente, &#8220;La estrategia autonomista. Izquierda Aut&#243;noma y su (&#8230;)&#034; id=&#034;nh18&#034;&gt;18&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estos grupos, aunque con diferentes pol&#237;ticas, comparten una estrategia com&#250;n: la &#8220;revoluci&#243;n o ruptura democr&#225;tica&#8221; o &#8220;antineoliberal&#8221;, democracia versus neoliberalismo (o mercado) buscando desarrollar la primera en detrimento de los poderes econ&#243;micos para limitar su funci&#243;n. No es una estrategia anticapitalista, siguiendo la tradici&#243;n de numerosos gobiernos progresistas en la regi&#243;n, como el chavismo. Su estrategia se basa en los &#8220;movimientos sociales&#8221; y en la &#8220;ciudadan&#237;a&#8221;, buscando superar los &#8220;viejos sujetos cl&#225;sicos&#8221; como el movimiento obrero, y basan su programa en reformas sociales y democratizaci&#243;n de las instituciones, en el camino de terminar con el car&#225;cter subsidiario del Estado para recuperar derechos sociales y conquistar una &#8220;democracia real&#8221;. No luchan por la alianza revolucionaria de la clase trabajadora con el movimiento estudiantil que liquide el poder de los banqueros, de las multinacionales y los empresarios que gobiernan el pa&#237;s, sino la conquista de una &#8220;democracia real&#8221; y reformas sociales en los marcos del sistema capitalista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De all&#237; que su pol&#237;tica busca constantemente la alianza con &#8220;fuerzas progresistas&#8221; del interior y exterior de la Nueva Mayor&#237;a, buscando &#8220;tensionar&#8221; y presionar a la Nueva Mayor&#237;a en la conquista de reformas para enfrentar al &#8220;bloque dominante&#8221;. Desde all&#237;, combaten la idea de la &#8220;revoluci&#243;n socialista&#8221; por la lucha por las reformas radicales. Despliegan un nuevo reformismo de conciliaci&#243;n de clases con sectores burgueses &#8220;progresistas&#8221;, que tiene su modelo, aunque con cr&#237;ticas parciales, en los gobiernos &#8220;posneoliberales&#8221; de Am&#233;rica Latina (el chavismo, Evo Morales, la &#8220;revoluci&#243;n ciudadana&#8221; de Correa en Ecuador) o los nuevos fen&#243;menos emergentes europeos (Syriza o Podemos), y m&#225;s hist&#243;ricamente, en el gobierno de la Unidad Popular de Salvador Allende, una alianza entre partidos obreros reformistas y un sector de la burgues&#237;a &#8220;progresista&#8221; representado en el Partido Radical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apoyan incluso al gobierno de Syriza (Izquierda Radical) en Grecia, que pas&#243; r&#225;pidamente del discurso &#8220;antiausteridad&#8221; a ser un gobierno neoliberal de los ajustes capitalistas en alianza con sectores de la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algunos de estos grupos, como la Uni&#243;n Nacional Estudiantil, llamaron abiertamente a apoyar al kirchnerismo en Argentina, con el candidato derechista Daniel Scioli para &#8220;enfrentar a la derecha&#8221; de Macri y dan su apoyo al gobierno de Maduro en Venezuela, que viene aplicando numerosos ajustes contra el pueblo trabajador. Ambos sectores, en decadencia, a los que estos grupos llaman a apoyar en nombre del enfrentamiento con la derecha recomponiendo la gobernabilidad de la democracia capitalista, hoy le allanan el camino a la recomposici&#243;n de la derecha en el continente. As&#237;, se subordinan a las variantes burguesas &#8220;progresistas&#8221; en oposici&#243;n a una estrategia de independencia pol&#237;tica de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La tradici&#243;n del &#8220;poder popular&#8221;: una estrategia impotente para enfrentar al reformismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diversos grupos que se reclaman de la estrategia del &#8220;poder popular&#8221; reaparecieron como fen&#243;meno emergente en la juventud y en el activismo estudiantil al calor del proceso del 2011. Con varios colectivos peque&#241;os, han ganado federaciones estudiantiles y centros de estudiantes, mostr&#225;ndose como alternativa al PC y a los nuevos fen&#243;menos reformistas de izquierda antineoliberal. Ligados a sectores de la juventud combativa, la mayor&#237;a de ellos se reclaman de la tradici&#243;n &#8220;mirista&#8221; que en los a&#241;os &#8216;60 y &#8216;70 del siglo XX, al calor de la Revoluci&#243;n Cubana, a la vez que luchaban por la &#8220;revoluci&#243;n&#8221; en la palabra, otorgaron &#8220;apoyo cr&#237;tico&#8221; al gobierno de Salvador Allende y la Unidad Popular, quedando sin estrategia para enfrentar al reformismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estos variados colectivos, algunos guevaristas, otros castristas, otros m&#225;s &#8220;libertarios&#8221;, a la vez que desarrollan un lenguaje radical, estando en la direcci&#243;n de federaciones universitarias o centros de estudiantes, no han opuesto una estrategia alternativa a la presi&#243;n parlamentaria de la izquierda antineoliberal o del PC, subordin&#225;ndose a la unidad burocr&#225;tica de los organismos actualmente existentes dirigidos por el llamado &#8220;bloque de conducci&#243;n&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estrat&#233;gicamente, ponen su acento en la construcci&#243;n de un &#8220;poder popular&#8221; alternativo ligado a los &#8220;de abajo&#8221; y la lucha por la &#8220;revoluci&#243;n&#8221;, y en ese camino, unir a la &#8220;izquierda revolucionaria&#8221;. Sin embargo, al diluir a la clase obrera en el &#8220;pueblo&#8221; y al no plantear una estrategia de independencia pol&#237;tica de los trabajadores frente a las variantes patronales &#8220;progresistas&#8221;, son impotentes para enfrentar al reformismo y a las variantes de colaboraci&#243;n de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De all&#237; que un gran n&#250;mero de estos colectivos apoyan &#8220;cr&#237;ticamente&#8221; a gobiernos &#8220;progresistas&#8221; de conciliaci&#243;n de clases como el chavismo en Venezuela. En el movimiento obrero, buscan ligarse a &#8220;sindicatos paralelos&#8221; que se oponen a dar la lucha en los grandes sindicatos dirigidos por el reformismo para recuperarlos para la lucha de clases y para la formaci&#243;n de fracciones clasistas y revolucionarias. Su objetivo estrat&#233;gico es la lucha por un &#8220;gobierno popular&#8221;, de all&#237; que por m&#225;s que critiquen las estrategias &#8220;ciudadanistas&#8221;, confluyan con todos ellos en el rescate de figuras hist&#243;ricas de la estrategia de conciliaci&#243;n de clases, como Salvador Allende y la Unidad Popular. Una estrategia, por tanto, impotente para enfrentar al reformismo y abrir una verdadera alternativa revolucionaria en el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La lucha por la construcci&#243;n de una izquierda clasista y revolucionaria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la izquierda chilena no existi&#243; una tradici&#243;n fuerte de una pol&#237;tica clasista independiente de las variantes capitalistas. El trotskismo, como continuaci&#243;n de la tradici&#243;n marxista revolucionaria, no pudo echar ra&#237;ces org&#225;nicas en el movimiento obrero y popular al calor del agudo proceso revolucionario de los a&#241;os &#8216;70.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carlos Larra&#237;n, expresidente del partido de derecha Renovaci&#243;n Nacional, se&#241;alaba en 2011 al calor de las movilizaciones estudiantiles y los llamados a reformas: &#8220;&#191;Alguien en la Democracia Cristiana tiene alguna duda de que si se va a un sistema proporcional van a surgir elementos anarquistas m&#225;s activos, como la Confech, que est&#225; controlada por grupos anarquistas, grupos trotskistas? &lt;i&gt;Y tenemos hoy d&#237;a muy activo el trotskismo en Chile&lt;/i&gt;&#8221; (resaltado nuestro)&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb19&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;Carlos Larra&#237;n dice que modificar el sistema binominal &#8216;linda con la (&#8230;)&#034; id=&#034;nh19&#034;&gt;19&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#191;Por qu&#233; tal preocupaci&#243;n de un dirigente cl&#225;sico de la derecha pinochetista por la emergencia del trotskismo? Porque en 2011 empezaron a emerger nuevas fuerzas del movimiento estudiantil que, forj&#225;ndose en las barricadas, las asambleas y las ocupaciones, iniciaron un camino para terminar con la herencia del pinochetismo y se&#241;alar una v&#237;a revolucionaria de alianza entre el movimiento obrero, estudiantil y popular, que preocupa a los representantes burgueses. Esta fuerza, de la tradici&#243;n revolucionaria del marxismo, a&#250;n peque&#241;a, existe y combate, y se prepara para la emergencia de un partido revolucionario de combate enraizado org&#225;nicamente en el movimiento obrero y estudiantil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En marzo de 2015 lanzamos &lt;i&gt;La Izquierda Diario Chile&lt;/i&gt;, como parte de la principal red de diarios digitales socialistas que estamos impulsando en numerosos pa&#237;ses de Am&#233;rica Latina y Europa, con el cual nos proponemos llegar con las ideas revolucionarias a millares de trabajadores, estudiantes e intelectuales. Un diario para denunciar la represi&#243;n de la Polic&#237;a, los abusos de las empresas y otorgar voz a quienes no la tienen, producto del monopolio de los medios de comunicaci&#243;n a manos de los capitalistas; un diario para agitar la lucha por la educaci&#243;n gratuita, el fin del autoritarismo y por la autoorganizaci&#243;n desde las bases del movimiento estudiantil; para denunciar a la casta de pol&#237;ticos millonarios y sus privilegios que han quedado en evidencia con los esc&#225;ndalos de corrupci&#243;n; para denunciar los abusos de la Iglesia y la impunidad de los genocidas de la dictadura, otorg&#225;ndole voz a las mujeres en sus demandas y a las organizaciones de Derechos Humanos que luchan por verdad y justicia frente a la impunidad de ayer y de hoy; un diario que combate el nacionalismo a que nos llevan los empresarios buscando dividirnos con nuestros hermanos trabajadores del mundo; una herramienta leninista para la organizaci&#243;n de los trabajadores, las mujeres y la juventud para que nuestras ideas se transformen en fuerza material de miles en una organizaci&#243;n revolucionaria independiente de los empresarios. Hoy, a nueve meses de su lanzamiento, con un promedio de 100.000 visitas mensuales, 17.000 me gusta y un promedio mensual de 250.000 alcances en Facebook (subiendo o disminuyendo seg&#250;n se desarrollen procesos de lucha de clases), somos uno de los principales diarios &#8220;alternativos&#8221; del pa&#237;s, con una clara posici&#243;n de independencia pol&#237;tica de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En esta pelea que damos en las principales universidades del pa&#237;s &#8211;como en la Universidad de Chile, la UMCE (ex Pedag&#243;gico) o la Usach, as&#237; como en decenas de universidades regionales p&#250;blicas y privadas, siendo parte de vocal&#237;as, concejer&#237;as y secretar&#237;as de base como &#243;rganos de representaci&#243;n en numerosas facultades y en liceos&#8211; luchamos para retomar nuestro programa hist&#243;rico y basado en la lucha masiva del 2011: educaci&#243;n 100 % gratuita y p&#250;blica, poniendo fin a los subsidios y el negocio a los privados, terminando con el mercado de la educaci&#243;n y abriendo el camino a una educaci&#243;n al servicio de los trabajadores y el pueblo. Lucha que damos batallando contra los intentos de rebajar nuestra bandera hist&#243;rica en funci&#243;n de negociar con el gobierno enga&#241;oso y el reaccionario parlamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde aqu&#237;, para conquistar este programa, buscamos desarrollar una estrategia basada en la autoorganizaci&#243;n estudiantil y la unidad combativa desde las bases, desarrollando un polo de reagrupamiento combativo y proobrero, haciendo una experiencia con numerosos sectores para terminar con la confianza en las falsas promesas del gobierno de Bachelet y combatiendo a las organizaciones reformistas que buscan llevarnos a la presi&#243;n y la confianza en el r&#233;gimen heredero de la dictadura, que impiden una estrategia independiente para la conquista de la educaci&#243;n gratuita y de nuestras demandas. La Agrupaci&#243;n Combativa y Revolucionaria (ACR), fundada al calor de la lucha del 2011, lucha por esta perspectiva, buscando conquistar posiciones en esta perspectiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tambi&#233;n somos parte del nuevo movimiento obrero que se est&#225; forjando en importantes y radicales procesos de lucha y organizaci&#243;n. Fuimos parte activa de la huelga de los trabajadores de Correos, con delegados y trabajadores carteros y operadores, desde la &lt;i&gt;Agrupaci&#243;n Werk&#233;n&lt;/i&gt; somos impulsores de la unidad de las bases para la emergencia de una alternativa a la burocracia sindical de la Nueva Mayor&#237;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En docentes, desde la agrupaci&#243;n &lt;i&gt;Nuestra Clase&lt;/i&gt;, en numerosas escuelas ciudades del pa&#237;s impulsamos la &#8220;rebeli&#243;n de las bases&#8221; que dio numerosas luchas contra la reforma docente del gobierno y contra la burocracia sindical del PC. Desde all&#237;, fuimos parte activa de la direcci&#243;n del movimiento autoorganizado &lt;i&gt;Profesores Indignados&lt;/i&gt; de Antofagasta, con la principal referente en la ciudad de Antofagasta, y con delegados en Temuco y en alianza con dirigentes de base en Santiago, hemos dado amplias luchas para la unidad entre los comunales que unifique por la base al movimiento docente, impulsando la lucha contra las sanciones de los directivos, contra los despidos e impulsamos activamente con decenas de maestras y maestros el movimiento por la recuperaci&#243;n del Colegio de Profesores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la miner&#237;a, junto al reconocido dirigente sindical Edward Gallardo, miembro de la direcci&#243;n de la Confederaci&#243;n de Trabajadores del Cobre (CTC) y de la CUT como una voz de oposici&#243;n clasista, combativa y antiburocr&#225;tica, estamos dando los primeros pasos para enfrentar los despidos y ataques del gobierno y su &#8220;econom&#237;a de guerra&#8221; ante el fin del ciclo de altos precios del cobre y reagrupar al activismo minero para dar una lucha consecuente por transformar nuestros organismos en herramientas democr&#225;ticas de lucha de los trabajadores, que rompa las pol&#237;tica de di&#225;logo social y colaboraci&#243;n con las empresas que impulsa la burocracia sindical del PC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la industria, desde la direcci&#243;n del Sindicato Komatsu en zona norte, hemos dado una lucha consecuente por la defensa del sindicato ante el intento de &#8220;ilegalizaci&#243;n&#8221; por parte de la Direcci&#243;n del Trabajo, y como parte de la direcci&#243;n del Sindicato de Alimentos Fruna, hemos sido parte activa de la defensa de los salarios y condiciones de trabajo y de la unidad de los trabajadores de la industria, con nuevos sindicatos que nacen en la defensa de sus derechos, como el Sindicato Coca-Cola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hemos sido tambi&#233;n parte activa de la organizaci&#243;n del movimiento portuario, en las ciudades de Mejillones y Valpara&#237;so as&#237; como en numerosas regiones, donde impulsamos un movimiento activo de apoyo a las huelgas con importantes movilizaciones y concentraciones en unidad con diversos sectores de trabajadores y la izquierda. En la ciudad de Temuco, con mujeres dirigentes de los servicios y como parte de la Federaci&#243;n de Sindicatos del Retail, fuimos parte activa en la importante lucha del Sindicato Unimarc que obtuvo un importante triunfo sindical este a&#241;o y activamente busca organizar a las mujeres y j&#243;venes trabajadores precarizados del sector servicios. Esta misma batalla hemos dado para terminar con la precarizaci&#243;n de la juventud trabajadora como parte de la directiva del Sindicato Starbucks, que se ha hecho conocido en el mundo sindical por enfrentar a esta multinacional. En todas estas batallas, desde el peri&#243;dico &lt;i&gt;Alternativa Obrera&lt;/i&gt;, buscamos ser la voz de una pol&#237;tica clasista para organizar al movimiento obrero en una perspectiva revolucionaria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este camino de desarrollar agrupaciones clasistas en los sindicatos y lugares de trabajo, buscamos desarrollar un polo de reagrupamiento de los sectores combativos que emergen haciendo su experiencia con las direcciones sindicales burocr&#225;ticas, y empiezan a desarrollar nuevas formas de lucha enfrentando a los capitalistas y a sus gobiernos, desarrollando el frente &#250;nico obrero como hicimos con la campa&#241;a &#8220;No m&#225;s ataques antisindicales&#8221;, somos parte en varias regiones del movimiento &#8220;No + AFP&#8221; (contra el sistema privado de capitalizaci&#243;n previsional) e impulsamos iniciativas como el Encuentro de Trabajador del Sur, que puede servir como ejemplo a nivel nacional para un polo de reagrupamiento sindicato antigubernamental, combativo y antiburocr&#225;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Con la agrupaci&#243;n de mujeres &lt;i&gt;Pan y Rosas&lt;/i&gt;, damos una batalla para enfrentar el machismo y por nuestras demandas como el derecho al aborto legal, seguro y gratuito, la lucha por &#8220;igual trabajo igual salario&#8221; o la pelea contra los femicidios; as&#237; fuimos parte impulsora del Encuentro de Mujeres y Diversidad Sexual y somos parte fundadora de secretarias de G&#233;nero y Sexualidad en numerosas universidades del pa&#237;s, buscando replicar este ejemplo a los sindicatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde el Partido de Trabajadores Revolucionarios (PTR), estamos dando estas batallas para erigir una alternativa de direcci&#243;n al reformismo para enfrentar sin ninguna atadura a los empresarios, su r&#233;gimen y sus partidos, para que estudiantes y sectores oprimidos se unan en su esfuerzo y emerjan como sujetos capaces de liquidar la herencia de la dictadura y el poder de los capitalistas. Buscaremos en el pr&#243;ximo per&#237;odo nuevos caminos para mostrar y dialogar nuestro programa con trabajadores, estudiantes y sectores populares, la conquista de la legalidad partidaria, pensando en presentar una alternativa tambi&#233;n en el escenario electoral que nos permita encarar un nuevo desaf&#237;o para que nuestras ideas lleguen e influencien a decenas de miles y a la vez se trasformen en fuerza material militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En este camino, desarrollamos un programa de acci&#243;n que parta de las demandas elementales y sentidas de la clase trabajadora y los oprimidos y se proponga: terminar con los salarios de hambre imponiendo un salario acorde a la canasta familiar; la lucha por renacionalizar el cobre y todas las riquezas del pa&#237;s, bajo control de sus trabajadores; conquistar la educaci&#243;n y la salud p&#250;blica y gratuita terminando con el negocio a los privados; desarrollar un programa de viviendas y terminar con el poder de las inmobiliarias y el negocio especulativo; un programa democr&#225;tico radical contra el r&#233;gimen neopinochetista y su casta de pol&#237;ticos millonarios agentes del gran capital, como la consigna &#8220;que todo funcionario gane como un maestro&#8221; o la lucha por el derecho a la autodeterminaci&#243;n del pueblo-naci&#243;n mapuche; terminar con los privilegios de las Fuerzas Armadas y con el aparato represivo; que imponga impuestos a las grandes fortunas y acabe con el gran impuesto sobre el consumo que padecen los sectores populares; luchar por la expropiaci&#243;n de los capitalistas para poner las riquezas del pa&#237;s a manos del pueblo trabajador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nuestro objetivo es la conquista de un Gobierno de Trabajadores, que retome el camino abierto por los Cordones Industriales en los a&#241;os &#8216;72-&#8216;73, basado en la autoorganizaci&#243;n y alianza de la clase obrera con los oprimidos, que liquide el poder de los due&#241;os del pa&#237;s, las multinacionales imperialistas, banqueros y empresarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra la derecha defensora del r&#233;gimen heredado de Pinochet y el falso &#8220;proceso constituyente&#8221; del gobierno, que entrega el poder de decisi&#243;n al parlamento y a la presidenta con &#8220;participaci&#243;n&#8221; de organizaciones sociales como meros espectadores de consulta, intentando preservar la obra de la dictadura, luchamos por una Asamblea Constituyente Libre y Soberana, impuesta por la fuerza de la movilizaci&#243;n de los trabajadores, el movimiento estudiantil y los oprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para nosotros no se trata de una Constituyente que abra un nuevo r&#233;gimen que mantenga en pie los pilares del r&#233;gimen capitalista que sent&#243; la dictadura sino que discuta cada uno de nuestras problemas y demandas estructurales, y acompa&#241;e y fortalezca la experiencia que est&#225;n haciendo cientos de miles con esta democracia para ricos, en una perspectiva revolucionaria, que abra paso al poder de los trabajadores y oprimidos con sus propios organismos mediante la imposici&#243;n de su autogobierno, que liquide el poder de los grandes poderes del pa&#237;s: banqueros, capital extranjero, grandes empresarios, rentistas y terratenientes.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Trotsky, Le&#243;n, &#8220;&#191;Ad&#243;nde va Francia?&#8221; en &#191;Ad&#243;nde va Francia? Diario del exilio, Buenos Aires, Centro de Estudios, Investigaciones y Publicaciones Le&#243;n Trotsky, 2014.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;2&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), &lt;i&gt;Los tiempos de la politizaci&#243;n&lt;/i&gt;, Desarrollo Humano en Chile 2015, abril de 2015, p. 15. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.undp.org&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.undp.org&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb3&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh3&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 3&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;3&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Ib&#237;dem, pp. 15, 18 y 19.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb4&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh4&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 4&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;4&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Ib&#237;dem, p. 39.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb5&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh5&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 5&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;5&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Ib&#237;dem, p. 24.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb6&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh6&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 6&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;6&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Ib&#237;dem, p. 17.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb7&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh7&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 7&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;7&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;La encuesta CERC muestra que 89 % apoya las demandas estudiantiles; 9 % es la confianza en los partidos; 15 % la confianza en el poder judicial; 23 % la confianza en el gobierno; 27 % la confianza en la oposici&#243;n [...] Carlos Huneeus [...] habla de un problema serio de ingobernabilidad. La &#250;ltima encuesta de la UDP nos muestra: la Iglesia cay&#243; de 42,9 % a 24,1 %; Carabineros de 58,8 % a 47,1 %; el Gobierno de 32,9 % a 21 %; la Justicia del 20,1 % a 18,3 %; las grandes empresas de 27,9 % a 16,5 %; tambi&#233;n cayeron el Congreso, recibiendo un apoyo de apenas 11 %, y los partidos, de 7 %&#8221;. Miranda, Nicol&#225;s y Mujica, Dolores, &#8220;Un primer embate de la lucha de clases&#8221;, &lt;i&gt;Revista La Batalla&lt;/i&gt; N&#176; 1, enero de 2012. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.ptr.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.ptr.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb8&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh8&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 8&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;8&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Miranda, Nicol&#225;s, &#8220;Situaci&#243;n de la clase trabajadora en Chile, lucha de clases y las tareas de los revolucionarios&#8221;, &lt;i&gt;Revista La Batalla&lt;/i&gt; N&#176; 3, mayo de 2013, p. 24. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.ptr.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.ptr.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb9&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh9&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 9&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;9&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Mujica, Dolores, &#8220;La posici&#243;n estrat&#233;gica del proletariado del cobre en el Chile minero&#8221;, &lt;i&gt;Revista La Batalla&lt;/i&gt; N&#176; 3, mayo de 2013, p. 55. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.ptr.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.ptr.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb10&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh10&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 10&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;10&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;Chile es el pa&#237;s de la OCDE (integra a 34 pa&#237;ses) con mayor desigualdad salarial, el sueldo m&#237;nimo mensual de $ 252.000 est&#225; considerado como un &#8220;mini salario m&#237;nimo&#8221;; el 1 % de la poblaci&#243;n &#8211;los &#8216;s&#250;per ricos'&#8211; concentra el 30,5 % de las riquezas del pa&#237;s, es decir, aglutina un monto 3 mil veces mayor que el ingreso promedio del 80 % m&#225;s pobre de la poblaci&#243;n (estudio &#8216;La parte del le&#243;n: Nuevas estimaciones de la participaci&#243;n de los s&#250;per ricos en el ingreso de Chile'). El 50 % de los trabajadores gana menos de $ 305 mil y 7 de cada 10 gana menos de $ 450 mil l&#237;quidos&#8221;. &#193;ngela Gallardo, &#8220;Gerentes ganan m&#225;s de 100 veces sueldo m&#237;nimo, una burla para los trabajadores&#8221;, &lt;i&gt;La Izquierda Diario.&lt;/i&gt;, 5 de diciembre de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.laizquierdadiario.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb11&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh11&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 11&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;11&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Datos extra&#237;dos de Fundaci&#243;n Sol. &lt;a href=&#034;http://www.fundacionsol.cl/&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.fundacionsol.cl/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb12&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh12&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 12&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;12&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Tambi&#233;n aqu&#237; hay una cierta &#8220;acumulaci&#243;n&#8221; de ciclos de lucha obrera previos, a partir del proceso de recomposici&#243;n m&#225;s general iniciado en el a&#241;o 2003 con el primer Paro Nacional de la CUT en la democracia, y en particular el ciclo del 2006 al 2009 protagonizado por los sectores estrat&#233;gicos y m&#225;s precarizados en el primer gobierno de Bachelet, que tuvo entre las m&#225;s importantes: la lucha de los mineros contratistas y subcontratistas del cobre de Codelco (empresa estatal del cobre) por el &#8220;Acuerdo Marco&#8221;, que se extendi&#243; interrumpidamente durante esos tres a&#241;os; los subcontratistas de la industria forestal, segundo sector de exportaci&#243;n de la econom&#237;a del pa&#237;s, que tuvo como consecuencia el asesinato del primer obrero en democracia, Rodrigo Cisternas, un joven de 26 a&#241;os; la lucha de las mujeres obreras de la industria salmonera. Todas huelgas con una larga duraci&#243;n y radicalizaci&#243;n obrera y unidad combativa, buscando superar la fragmentaci&#243;n impuesta por la dictadura y la transici&#243;n mediante audaces formas de organizaci&#243;n supraempresarial. Entremedio, numerosas huelgas combativas y rebeliones: las tomas de f&#225;brica en Agrosuper y PacificNut Company, la huelga de los mineros de planta de la miner&#237;a privada, como en la mina Do&#241;a In&#233;s de Collahuasi o Minera Escondida, la privada m&#225;s grande del mundo, de 36 d&#237;as de duraci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb13&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh13&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 13&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;13&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;En la pr&#225;ctica, a los ya antiguos dirigentes locales y a veces rezagados por los partidos cl&#225;sicos, se sumar&#225;n j&#243;venes liderazgos salidos de los &#250;ltimos a&#241;os de movilizaciones. Y como suele ocurrir, no habr&#225; cabida para todos, pero esta vez muchos iniciar&#225;n el camino a la inscripci&#243;n propia, en un nuevo referente. [...] No ser&#237;a una gran sorpresa si en las pr&#243;ximas elecciones municipales tuvi&#233;ramos treinta partidos diseminados por Chile. A las ya tradicionales catorce agrupaciones que est&#225;n debidamente inscritas, se les podr&#237;an sumar quince o m&#225;s referentes que est&#225;n en alguna etapa del proceso que exige la ley. Las causas a esta explosi&#243;n de partidos que se nos viene, son esencialmente dos: el famoso 0,25 (porcentaje de referencia para inscribir partido en una regi&#243;n) y el fin del sistema binominal.&#8221; Callis, Axel, &#8220;El fin de los grandes pactos o la balcanizaci&#243;n del sistema&#8221;, El Mostrador, 31 de agosto de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.elmostrador.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.elmostrador.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb14&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh14&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 14&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;14&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Jimeno, Pamela, &#8220;Huelgas ilegales movilizan hasta 13 veces m&#225;s trabajadores que las legales&#8221;, &lt;i&gt;La Tercera&lt;/i&gt;, 5 de julio de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.latercera.com&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.latercera.com&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb15&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh15&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 15&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;15&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Miranda, Nicol&#225;s, &#8220;Se extienden las tomas en los lugares de trabajo&#8221;, &lt;i&gt;La Izquierda Diario&lt;/i&gt;, 20 de noviembre de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.laizquierdadiario.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.laizquierdadiario.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb16&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh16&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 16&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;16&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Existe una tendencia a &#8220;guerra de baja intensidad&#8221; en el sur del pa&#237;s, con quemas de camiones y atentados por parte de los sectores m&#225;s radicalizados de las &#8220;comunidades en conflicto&#8221; de La Araucan&#237;a, que luchan por la recuperaci&#243;n de las tierras y la autodeterminaci&#243;n nacional, ante un Estado autoritario hist&#243;ricamente violento contra el pueblo-naci&#243;n mapuche.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb17&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh17&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 17&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;17&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;&#8216;El Estado de Derecho es inexistente para nuestra gente', reclam&#243; en la apertura del encuentro, que concluye hoy (29 de octubre), el presidente de la Asociaci&#243;n Gremial de Oficiales de la Armada en Retiro (Asofar), almirante (r) Pedro Veas Diabuno. Acusan que no se les aplica la justicia penal antigua, y que se crean ficciones jur&#237;dicas como el secuestro permanente, para los cr&#237;menes de la dictadura. A la cita asistieron los ex comandantes en jefe de la Armada Rodolfo Codina y Jorge Arancibia, y el escritor Roberto Ampuero dio la charla &#8216;Hegemon&#237;a del jacobinismo en la Nueva Mayor&#237;a', criticando la influencia en un sector de ella de la izquierda latinoamericana m&#225;s radicalizada. Los ex uniformados se sienten inquietos y molestos por la persecuci&#243;n existente en materia de DD.HH. y la no aplicaci&#243;n de la Ley de Amnist&#237;a, como tambi&#233;n el resquicio legal del &#8216;secuestro permanente', el que ha sido utilizado en forma anti&#233;tica, para perseguir a los militares chilenos&#8221;. &#8220;Militares en retiro crean un referente nacional para tener una sola voz frente al Estado&#8221;, &lt;i&gt;Emol&lt;/i&gt;, 29 de octubre de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.emol.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.emol.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb18&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh18&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 18&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;18&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Mellado, Vicente, &#8220;La estrategia autonomista. Izquierda Aut&#243;noma y su pr&#225;ctica parlamentaria&#8221;, &lt;i&gt;Revista La Batalla&lt;/i&gt; N&#176; 6, noviembre de 2015. Disponible en &lt;a href=&#034;http://revistalabatalla.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://revistalabatalla.cl&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb19&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh19&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 19&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;19&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;Carlos Larra&#237;n dice que modificar el sistema binominal &#8216;linda con la locura'&#8221;, &lt;i&gt;La Tercera&lt;/i&gt;, 27 de octubre de 2011. Disponible en &lt;a href=&#034;http://www.latercera.com&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;http://www.latercera.com&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Chile. Entre la irrupci&#243;n abrupta de la lucha de clases y la crisis de r&#233;gimen neopinochetista</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Chile-Entre-la-irrupcion-abrupta-de-la-lucha-de-clases-y-la-crisis-de-regimen-neopinochetista</link>
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		<dc:date>2012-08-28T17:21:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject>5 Debates de estrategia</dc:subject>
		<dc:subject>9 Lucha de clases en Latinoam&#233;rica</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En 2011 emerge un nuevo ciclo con la irrupci&#243;n abrupta de la lucha de clases, y centralmente la enorme lucha por la educaci&#243;n gratuita que golpe&#243; fuertemente al r&#233;gimen.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Emergencia-de-la-juventud" rel="directory"&gt;Emergencia de la juventud&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-Viva-la-lucha-de-los-estudiantes-y-trabajadores" rel="tag"&gt;Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/5-Debates-de-estrategia" rel="tag"&gt;5 Debates de estrategia&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/9-Lucha-de-clases-en-Latinoamerica" rel="tag"&gt;9 Lucha de clases en Latinoam&#233;rica&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_3625 spip_documents spip_documents_left' style='float:left;'&gt;
&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L138xH365/chile-6-e6c34.jpg?1692652854' width='138' height='365' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;dl class='spip_document_3005 spip_documents'&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a href='https://www.ft-ci.org/IMG/pdf/EI28_Chile.pdf' title='PDF - 206.6 kio' type=&#034;application/pdf&#034;&gt;&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L64xH64/pdf-b8aed.svg?1776695895' width='64' height='64' alt='' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;/dl&gt;&lt;br&gt;
&lt;p&gt;En marzo de 2010 entraba al Palacio de La Moneda como presidente de la Rep&#250;blica, uno de los empresarios m&#225;s acaudalados de Chile, Sebasti&#225;n Pi&#241;era, militante de Renovaci&#243;n Nacional (RN), apoyado por la Coalici&#243;n por el Cambio&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Coalici&#243;n electoral formada durante la campa&#241;a electoral integrada por la (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-1&#034;&gt;1&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. Era la primera vez que la derecha llegaba al gobierno tras la dictadura. La Concertaci&#243;n&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-2&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Naci&#243; en 1988 en la campa&#241;a del Plebiscito por si continuaba o no la (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-2&#034;&gt;2&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, que durante 20 a&#241;os domin&#243; el poder ejecutivo continuando la herencia neoliberal, era derrotada y pasaba a la oposici&#243;n. Se terminaba su rol de falso amigo del pueblo, y con ello un ciclo pol&#237;tico de casi dos d&#233;cadas, que los &#8220;autocomplacientes&#8221; de la Concertaci&#243;n dicen ser los m&#225;s &#8220;exitosos en la historia republicana&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En 2011 emerge un nuevo ciclo con la irrupci&#243;n abrupta de la lucha de clases, y centralmente la enorme lucha por la educaci&#243;n gratuita que golpe&#243; fuertemente al r&#233;gimen. En enero de 2011 se inici&#243; este cambio con el levantamiento popular en Magallanes contra el &#8220;gasolinazo&#8221; del gobierno, luego fueron las marchas de decenas de miles contra el proyecto HidroAys&#233;n y dio un salto con la lucha de masas abierta encabezada por el movimiento estudiantil por la educaci&#243;n gratuita. Seis meses de lucha, con paros, tomas, marchas de cientos de miles en todo el pa&#237;s, enfrentamientos con la polic&#237;a, barricadas, cacerolazos y apoyo popular de millones. Si bien la lucha no logr&#243; imponer la educaci&#243;n gratuita &#8211;centralmente debido a la pol&#237;tica moderada de las direcciones, de mesas de di&#225;logo est&#233;riles y presi&#243;n parlamentaria&#8211; sacudi&#243; la cabeza de millones e hizo aparecer una nueva &#8220;generaci&#243;n sin miedo&#8221;. A inicios de este a&#241;o y apenas desviada la lucha estudiantil, en febrero, irrumpi&#243; la revuelta de Ays&#233;n en el extremo sur del pa&#237;s, una revuelta local con 40 d&#237;as de control parcial de la regi&#243;n que tuvo fuerte impacto nacional, debilitando m&#225;s al gobierno que aplic&#243; la represi&#243;n y luego se apoy&#243; en las direcciones colaboradoras para desviarla.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis de la Concertaci&#243;n y la emergencia de la derecha al gobierno para profundizar la agenda neo&#8211;pinochetista hizo que abruptamente los diversos procesos de lucha de clases impugnaran objetivamente al r&#233;gimen pol&#237;tico, que entr&#243; en crisis y, aunque todav&#237;a contenida, ha alterado el equilibrio social y pol&#237;tico de los &#250;ltimos 20 a&#241;os. En las calles y en las encuestas hay amplio rechazo a las instituciones del r&#233;gimen mientras ganan simpat&#237;a las luchas y sus demandas. Aunque no hay tomas y paros, se siguen realizando manifestaciones intermitentes de masas: por la educaci&#243;n gratuita de 150.000 personas, por la legalizaci&#243;n de la marihuana de 50.000 y por los derechos de la diversidad sexual de 80.000. Como parte de este proceso emergi&#243; una juventud sin miedo de decenas de miles que odia al r&#233;gimen y que combate a la polic&#237;a. Entre los trabajadores se empiezan a desarrollar nuevas luchas de los subcontratados, los m&#225;s precarizados y activos. Mientras, escala el conflicto mapuche con ocupaci&#243;n productiva de tierras y fundos, ataques incendiarios, enfrentamientos con la polic&#237;a, mientras el gobierno llama a una &#8220;cumbre de seguridad&#8221; de La Araucan&#237;a fortaleciendo la represi&#243;n, muestra del intento de endurecimiento del r&#233;gimen hacia las demandas de &#8220;los de abajo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La din&#225;mica de los conflictos locales y aislados lleva objetivamente a la confrontaci&#243;n: este r&#233;gimen es incapaz de satisfacer las m&#237;nimas demandas democr&#225;ticas y responde con represi&#243;n y amagues gatopardistas. Es un r&#233;gimen anacr&#243;nico y reaccionario.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La resoluci&#243;n &#237;ntegra y efectiva del conjunto de las demandas de la clase trabajadora, el movimiento estudiantil y el pueblo pobre, s&#243;lo podr&#225; venir de la lucha por una Rep&#250;blica de Trabajadores basada en sus organismos de democracia directa, en el camino al socialismo. En este camino, hoy, debemos luchar por una Asamblea Constituyente Libre y Soberana basada en la movilizaci&#243;n en las calles, que desaf&#237;e al r&#233;gimen neopinochetista. Desde el PTR venimos durante a&#241;os luchando por la independencia pol&#237;tica de los trabajadores, en un pa&#237;s donde existe una importante tradici&#243;n del reformismo con el Partido Comunista, que tiene un peso de direcci&#243;n importante en la clase trabajadora y el movimiento estudiantil, buscando subordinarlos a la colaboraci&#243;n con partidos burgueses como la Concertaci&#243;n, y por una alianza revolucionaria de la clase trabajadora con el movimiento estudiantil que enfrente al r&#233;gimen neopinochetista de las multinacionales, los grandes empresarios y los partidos patronales. En esta tarea, es de vital importancia la construcci&#243;n de un partido revolucionario de combate para la lucha de clases que se proponga la destrucci&#243;n del sistema capitalista mediante la revoluci&#243;n obrera y socialista. Sin un verdadero partido revolucionario, el reformismo dirigir&#225; una nueva derrota, buscando anular la autoorganizaci&#243;n de las masas y buscando la v&#237;a para la colaboraci&#243;n con partidos patronales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El Chile neoliberal de la derecha y la Concertaci&#243;n&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La dictadura militar arras&#243; con lo m&#225;s avanzado del movimiento obrero, estudiantil, la izquierda, e inici&#243; un proceso de contrarreformas neoliberales. Para eso tuvo que desmantelar la organizaci&#243;n obrera, los sindicatos, desaparecer a los dirigentes, instaurar en 1978 un C&#243;digo Laboral de disciplinamiento y antiorganizaci&#243;n sindical (que redact&#243; el hermano del actual presidente y se mantiene con algunas modificaciones menores) y redactar la Constituci&#243;n de 1980, vigente a la fecha. La dictadura revirti&#243; las medidas de nacionalizaci&#243;n parcial de los gobiernos anteriores y entreg&#243; nuevamente las riquezas naturales a las multinacionales. Con el orden dictatorial ampli&#243; el grado de la inversi&#243;n extranjera, permiti&#243; una oleada de privatizaciones en los bancos y la industria, asegur&#225;ndoles la superexplotaci&#243;n y abri&#243; un clima de negocios celebrado por toda la burgues&#237;a mundial. La transici&#243;n pactada a la democracia entre los militares, la derecha y la Concertaci&#243;n garantiz&#243; la conservaci&#243;n y continuidad de la obra de la dictadura&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-3&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Esto se expresa en la continuidad de la entrega de recursos naturales a los (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-3&#034;&gt;3&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estos d&#237;as ha emergido nuevamente el debate sobre la &#8220;desigualdad&#8221; a prop&#243;sito de la &#250;ltima encuesta de Caracterizaci&#243;n Socioecon&#243;mica Nacional (CASEN) con los datos del 2011. Esta encuesta, realizada con par&#225;metros de medici&#243;n de la canasta b&#225;sica de 1987 ha sido el &#8220;term&#243;metro&#8221; con el cual se han vanagloriado los partidos del r&#233;gimen para agitar como triunfo la &#8220;superaci&#243;n de la pobreza&#8221; y las bondades del &#8220;modelo&#8221;. Sus m&#233;todos ya son una farsa, pues se considera en extrema pobreza quien vive con menos de $36.000 al mes (cerca de 72 d&#243;lares) y pobre el que vive con menos de $72.000 (cerca de 144 d&#243;lares). Seg&#250;n la encuesta del a&#241;o 2009, que revirti&#243; la tendencia a la baja de la superaci&#243;n de la pobreza, &#233;sta se hab&#237;a elevado de 13,7% a 15,1%. Los resultados del 2011 muestran una disminuci&#243;n de la pobreza de 15,1% a 14,4%, y de la extrema pobreza de 2,7% a 1,8% (m&#225;s de 2 millones de pobres, y medio mill&#243;n de indigentes, considerando que viven cerca de 17 millones de habitantes). Junto a esta &#8220;disminuci&#243;n&#8221; de la pobreza, el otro dato que caus&#243; debate fue la disminuci&#243;n de la &#8220;desigualdad&#8221; entre los ingresos del 10% m&#225;s rico (donde tampoco se consideran los m&#225;s ricos, pues no entran los retiros de utilidades) y el 10% m&#225;s pobre, de 46,2 veces a 35,6 veces. El gobierno ha utilizado con amplio despliegue medi&#225;tico estos datos para mostrar las &#8220;virtudes&#8221; del &#8220;modelo&#8221; ante los cuestionamientos al sistema y lo positivo de su &#8220;gesti&#243;n&#8221;: crecimiento econ&#243;mico elevado en plena crisis mundial (6% el 2010 y 2011), creaci&#243;n de empleos (700.000 con una tasa de desempleo de 6,1%) y en menor medida sus pol&#237;ticas sociales que reci&#233;n est&#225; echando a correr llena de bonos fiscales (Ingreso &#201;tico Familiar, bono al trabajo de la mujer, etc.), que le permita recomponer la baja aprobaci&#243;n y el amplio rechazo en las encuestas. La Concertaci&#243;n que sali&#243; a cuestionar las encuestas, sin embargo defiende los &#8220;logros&#8221; obtenidos con el modelo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tomemos estudios de la derecha. Seg&#250;n un estudio de Felipe Larra&#237;n (actual Ministro de Hacienda) del a&#241;o 2007 tras los resultados de la CASEN 2006, si se actualizaba la l&#237;nea de pobreza e indigencia con datos de 1997, la pobreza no era de 13,7% como dec&#237;a la Concertaci&#243;n, sino superar&#237;a el 30%, es decir m&#225;s de cuatro millones de personas. Utilizando una metodolog&#237;a parecida, la Fundaci&#243;n para la Superaci&#243;n de la Pobreza estim&#243; que en 2009 esta condici&#243;n no afectaba al 15,1% como report&#243; la encuesta oficial, sino al 24,5%. Rodrigo Castro, decano de la Facultad de Econom&#237;a y Negocios de la Universidad del Desarrollo (ligada a la UDI), se&#241;ala que si se actualiza la canasta b&#225;sica de alimentos con datos del 2007, la pobreza subir&#237;a al 25%. &#161;Y considerando que estos datos no son de gente de izquierda! En realidad la pobreza alcanza a mucha m&#225;s gente y el criterio de &#8220;disminuci&#243;n de la desigualdad&#8221; como ha aparecido en las &#250;ltimas semanas es pura propaganda encubierta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primero, si tomamos el criterio de medici&#243;n de 2006 a 2011, la econom&#237;a creci&#243; 21%, y en criterios oficiales esos mismos a&#241;os la pobreza aument&#243; de 13,7% a 14,4%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo, estos datos encubren la realidad de la precarizaci&#243;n del r&#233;gimen de la Concertaci&#243;n y la derecha: la mayor&#237;a de los trabajadores son pobres. &#8220;Mirando el mundo del trabajo, se tiene que el 76% de los trabajadores en Chile ganan menos de 350 mil pesos l&#237;quido y que el salario no alcanza para vivir: a nivel de hogares el endeudamiento llega al 60% del ingreso disponible y es cercano al 100% de la masa de salarios entrantes, seg&#250;n el propio Banco Central. Abundan nuevas formas de pobreza y de trabajadores pobres, que se ven simb&#243;licamente integrados por el cr&#233;dito y que a la menor eventualidad &#8211;problema de salud, educaci&#243;n de un hijo&#8211; son puestos en la l&#237;nea del tren&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-4&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Karina Narbona, &#8220;La ret&#243;rica de la felicidad y los trabajadores pobres&#8221;, , (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-4&#034;&gt;4&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. Por tanto, casi el 100% de los trabajadores est&#225;n endeudados, y el nivel de endeudamiento llega al 60% sobre el ingreso disponible. &#8220;Es decir, para gran parte de los hogares la totalidad de sus salarios se va en deuda, sea esta bancaria, automotriz, hipotecaria o comercial&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-5&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Alexander P&#225;ez, &#8220;Cuando el trabajo no alcanza para vivir&#8221;, , 31/07/2012.&#034; id=&#034;nh2-5&#034;&gt;5&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. Otra cuesti&#243;n a considerar es la creaci&#243;n de empleos durante los &#250;ltimos dos a&#241;os. Es cierto que se crearon casi 700.000 nuevos trabajos, pero el 85% de estos trabajos son a cuenta propia y tercerizados (subcontrataci&#243;n), inestables, con salarios de hambre y sin posibilidad de organizaci&#243;n sindical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estos datos no son solo de los trabajadores m&#225;s pobres sino tambi&#233;n de aquellos sectores considerados de &#8220;clase media&#8221;, principalmente la endeudada. La lucha por la educaci&#243;n gratuita lo grafic&#243; muy bien: para poder estudiar hay que endeudarse de por vida con los bancos privados, a altas tasas de inter&#233;s. Eso fue lo que deton&#243; la explosi&#243;n social del a&#241;o pasado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La educaci&#243;n b&#225;sica, media, universitaria y t&#233;cnico-profesional en su gran mayor&#237;a est&#225; privatizada, y el Estado entrega millonarios subsidios a los empresarios de la educaci&#243;n. La salud lo mismo, y la privatizan aun m&#225;s con la nueva reforma de Isapres (instituciones privadas de salud previsional).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adem&#225;s, los datos mostrados por el gobierno se deben centralmente a estos dos a&#241;os de una importante recuperaci&#243;n econ&#243;mica luego de la recesi&#243;n de 2009. Este ciclo corto de recuperaci&#243;n puede estar llegando a su fin. Para El Mercurio, tradicional e hist&#243;rico diario de la reacci&#243;n, &#8220;los buenos resultados reportados por la Casen 2011, en parte, reflejan una recuperaci&#243;n c&#237;clica de la econom&#237;a chilena que ya parece haber concluido. El panorama mundial hacia adelante nuevamente se ha vuelto sombr&#237;o. Aunque resulta justificado el contento oficial, no es tiempo aun de cantar victoria en la batalla contra la pobreza&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-6&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;Revuelo por disminuci&#243;n de la pobreza&#8221;, editorial de El Mercurio, 24/07/2012.&#034; id=&#034;nh2-6&#034;&gt;6&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. El ciclo de recuperaci&#243;n econ&#243;mica al 6%, altos precios del cobre (casi 4 d&#243;lares la libra, precio hist&#243;rico), creaci&#243;n de empleo (precario) y aumento del consumo tras la recesi&#243;n del 2009 ha sido un marco muy importante para el gobierno y el r&#233;gimen, que les han permitido contrarrestar la crisis pol&#237;tica, ya sea haciendo uso de los mayores fondos para la entrega de becas y cr&#233;ditos de estudio as&#237; como para acometer una serie de pol&#237;ticas &#8220;sociales&#8221; con bonos y subsidios a la poblaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El rechazo a &#8220;los de arriba&#8221; y la crisis contenida de la &#8220;democracia protegida&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El poder pol&#237;tico de los empresarios est&#225; reglado por la Constituci&#243;n de Pinochet de 1980, con su parlamento binominal de Concertaci&#243;n y derecha que se suben los sueldos y asignaciones (este a&#241;o de 10.000 a 14.000 d&#243;lares) mientras acaban de votar un m&#237;sero reajuste del salario m&#237;nimo de 6%, con sus senadores designados y sus alcaldes atornillados, con su gobierno centralista y autoritario, con su justicia patronal de impunidad a los genocidas de ayer y a los represores de hoy, con sus leyes antiterroristas, con su aparato represivo de la polic&#237;a que reprime abiertamente toda movilizaci&#243;n y protesta&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-7&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Han habido cambios cosm&#233;ticos, como el que realiz&#243; el presidente Ricardo (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-7&#034;&gt;7&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este r&#233;gimen se encuentra cuestionado. La mayor&#237;a de los cientistas pol&#237;ticos lo llama una &#8220;crisis de representaci&#243;n&#8221;. Se expresa en el rechazo a las instituciones en todas las encuestas&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-8&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Seg&#250;n la &#250;ltima encuesta del Centro de Estudios P&#250;blicos (CEP) el Gobierno (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-8&#034;&gt;8&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; y se expresa en la calle en la cada vez mayor y diversa lucha de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por otra parte, la debilidad de los partidos del r&#233;gimen en cuanto rechazo de la poblaci&#243;n, se expresa en sus mayores roces, tensiones y quiebres internos, que debilita aun m&#225;s a ambas coaliciones y al r&#233;gimen de conjunto, y eso favorece la emergencia de los explotados y oprimidos, al ser m&#225;s d&#233;bil la fuerza enemiga para contenerla, canalizarla, desviarla o derrotarla. La &#8220;crisis de los arriba&#8221; abre mejores oportunidades para la emergencia de &#8220;los de abajo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El rol de la Concertaci&#243;n, que actu&#243; durante 20 a&#241;os como &#8220;partido de contenci&#243;n&#8221; (que canalizaba la lucha en las calles de trabajadores, pobladores, estudiantes, pueblo mapuche, hacia las &#8220;mesas de di&#225;logo&#8221;, &#8221;consejos asesores&#8221; o al Parlamento), se agot&#243;, y son cada vez mayores las disputas, quiebres en su interior y deserciones. En su eje hist&#243;rico (PS-DC), en el PS primero fue Navarro, vicepresidente de la C&#225;mara de Diputados, fundando su propio partido (Movimiento Amplio Social, MAS); luego Marco Enr&#237;quez Ominami que obtuvo 20% en la &#250;ltima elecci&#243;n presidencial como independiente y luego form&#243; su propio partido (Partido Progresista, PRO); luego fue Jorge Arrate (que fue candidato presidencial del pacto Juntos Podemos liderado por el Partido Comunista). Y siguen las disputas de parlamentarios &#8220;d&#237;scolos&#8221; renunciando a la directiva, amenazando con renunciar al partido, etc. La DC no solo ha perdido enorme base social, sino que a&#241;os atr&#225;s perdieron varios militantes, muchos de los cuales formaron luego el partido Chile Primero. Actualmente el factor que los mantiene unidos es el r&#233;gimen binominal (que s&#243;lo permite que las dos grandes mayor&#237;as a nivel nacional entren al parlamento) y la posibilidad de vuelta de Bachelet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para las elecciones municipales del 28 de Octubre, van unidos en los candidatos a alcaldes (que administran las comunas) en un &#8220;pacto por omisi&#243;n&#8221; con el Partido Comunista (PC), pero van en dos listas divididas: una lista, &#8220;Concertaci&#243;n Democr&#225;tica&#8221; del PS y la DC. Otra lista &#8220;Por un Chile Justo&#8221; el PRSD, el PPD, el PC e &#8220;Izquierda Ciudadana&#8221;. Son cada vez mayores las tensiones, roces y pol&#233;micas acerca de si dar por muerta a la Concertaci&#243;n, revitalizar una nueva coalici&#243;n con nuevos partidos pero manteniendo el eje DC-PS, izquierdizarla, o hacer un &#8220;Frente de Izquierda&#8221;, como ha dicho t&#237;midamente el PPD.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis de los partidos del r&#233;gimen tambi&#233;n abonan el terreno para el surgimiento de &#8220;nuevos fen&#243;menos pol&#237;ticos&#8221; burgueses o peque&#241;oburgueses: ya vemos intentos de eso (Partido Progresista PRO, &#8220;Izquierda Ciudadana&#8221;, etc.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la derecha pasa lo mismo. No solo los hist&#243;ricos roces y trifulcas entre la UDI y RN, sino al interior de estos y con el gobierno. En la UDI se expres&#243; en un primer momento en los &#8220;golpes la mesa&#8221; para tener mayor &#8220;representatividad&#8221; en el gobierno. En Renovaci&#243;n Nacional es donde m&#225;s se expresa, con un ala de diputados &#8220;disidentes&#8221; a la directiva, la llamada &#8220;bancada liberal&#8221;; hace dos semanas renunci&#243; otro diputado a RN, Gaspar Rivas; y donde es peor, en la relaci&#243;n entre RN y el gobierno, con tensas disputas, maniobras y quiebres (&#8220;guerras civiles&#8221; como las llama la prensa), llegando la directiva a &#8220;sublevarse&#8221; en algunas votaciones. &lt;br class='autobr' /&gt;
Esto debilita sobremanera al gobierno: lo vimos con la discusi&#243;n de salario m&#237;nimo, rechazada dos veces en el Parlamento, no solo por la &#8220;oposici&#243;n&#8221;, sino por la crisis con la propia coalici&#243;n de gobierno. Las refriegas de &#8220;palacio&#8221; en su propio conglomerado son cada vez mayores. Los llamados de Pi&#241;era al &#8220;orden y unidad&#8221; en las filas oficialistas tienen un efecto poco duradero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El &#8220;ciclo electoral&#8221; abierto hacia las municipales del 28 de octubre primero y luego hacia las presidenciales y parlamentarias de 2013, donde cada sector querr&#225; imponer su candidato y su programa, no estar&#225; exento de estas fisuras, tensiones, pol&#233;micas y roces entre y dentro de los partidos del r&#233;gimen. Y menos aun servir&#225; para canalizar los procesos de lucha de clases, sino que puede aumentar el nivel de abstenci&#243;n que refleje electoralmente el rechazo al r&#233;gimen (con la ley de inscripci&#243;n autom&#225;tica y voto voluntario que suman 4,8 millones de nuevos electores, centralmente j&#243;venes).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La crisis del r&#233;gimen no es aun crisis estatal y del dominio pol&#237;tico de la burgues&#237;a. No es &#8220;crisis org&#225;nica&#8221; que desnude una profunda crisis social y sacuda los cimientos mismos de la sociedad capitalista. Hoy, es el rechazo y descontento hacia la democracia de los acuerdos de los ricos fraguada en la transici&#243;n e implantada en los &#250;ltimos 20 a&#241;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#191;Puede avanzar a hacer peligrar el dominio de la burgues&#237;a como clase? Uno de los factores claves para ello es la irrupci&#243;n de la lucha de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2011: la irrupci&#243;n abrupta de la lucha de masas y una nueva situaci&#243;n pol&#237;tica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante el a&#241;o 2011 se vio una irrupci&#243;n abrupta de la lucha de masas, que expres&#243; un salto en cantidad y calidad de los diversos procesos de lucha de clases previos. En todo el a&#241;o 2011 hubo 5.942 actividades de expresi&#243;n p&#250;blica vinculadas a manifestaciones, marchas, caravanas, velatones, etc., lo que corresponde a un incremento de 153% respecto de 2010 y de 278% respecto de 2009. Hubo m&#225;s de 15.000 detenidos; millonarios da&#241;os al patrimonio p&#250;blico y privado; 1.100 carabineros y m&#225;s de 600 civiles heridos. Un enorme salto respecto a los procesos previos de lucha de clases. Seg&#250;n la Encuesta Nacional 2011 de la Universidad Diego Portales, el 80,4% de la gente cree que las manifestaciones reflejan un descontento social profundo contra las desigualdades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La explosi&#243;n estudiantil de mediados de a&#241;o por la educaci&#243;n gratuita y contra el negocio de la educaci&#243;n &#8211;cientos de empresarios e instituciones privadas son subsidiados por el Estado, y se amansan millonarios recursos con el masivo endeudamiento con bancos&#8211; de cientos de miles en las calles y apoyada por millones, cambi&#243; profundamente la situaci&#243;n nacional y alter&#243; de conjunto la relaci&#243;n de fuerzas: marcaba el inicio de una nueva etapa o ciclo en el pa&#237;s, un ciclo que estar&#225; atravesado por mayores eventos de la lucha de clases y la posibilidad de que emerjan enormes enfrentamientos y batallas con un r&#233;gimen caduco heredado de la dictadura, sostenido y profundizado por la Concertaci&#243;n y la derecha. Adem&#225;s, por la radicalizaci&#243;n pol&#237;tica de amplios sectores de la juventud secundaria y universitaria, sobre todo en los liceos (y miles de ellos entrar&#225;n a las f&#225;bricas, los estudiantes secundarios de la juventud t&#233;cnico-industrial que se han plegado activamente en 2006 y en 2011).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La lucha por la educaci&#243;n gratuita marc&#243; un antes y un despu&#233;s en el pa&#237;s. No solo porque cuestion&#243; abiertamente la educaci&#243;n de mercado, cuesti&#243;n que ya hab&#237;a hecho tambi&#233;n la rebeli&#243;n &#8220;ping&#252;ina&#8221; de 2006, sino porque se enfrent&#243; al conjunto del r&#233;gimen neopinochetista, que las direcciones intentaban moderar para no llegar a una confrontaci&#243;n abierta. En agosto, tras 3 meses de iniciada la lucha, con movilizaciones de masas, tomas y paros de liceos y universidades, y con el movimiento estudiantil en una situaci&#243;n de relaci&#243;n de fuerzas favorable por el enorme apoyo popular (80% de la poblaci&#243;n dec&#237;an las encuestas), el Gobierno, debilitado, busc&#243; derrotar la lucha con la represi&#243;n abierta. El 4 de agosto, prohib&#237;a la marcha por la Alameda (principal avenida de la capital) y reprim&#237;a violentamente todo intento de agrupamiento con miles de polic&#237;as en las calles, con amplia utilizaci&#243;n de bombas lacrim&#243;genas y gases t&#243;xicos, e imponiendo un estado de sitio de hecho en la comuna central de Santiago. Toda esa generaci&#243;n sin miedo desacat&#243; a la autoridad y sali&#243; a enfrentarla, armando decenas de barricadas, con fuertes enfrentamientos con la polic&#237;a, mientras &#233;sta embest&#237;a con mayor represi&#243;n. En la noche, junto a las barricadas, en todo el pa&#237;s se empezaron a escuchar los cacerolazos de la poblaci&#243;n apoyando la lucha, cuesti&#243;n que se extendi&#243; hasta el posterior Paro Nacional del 24-25 de agosto. Por primera vez una masiva lucha estudiantil se transformaba en una lucha pol&#237;tica de masas contra el gobierno y el r&#233;gimen. Ese d&#237;a la lucha dio un salto e impact&#243; profundamente en la estructura del pa&#237;s. Las direcciones del proceso, las Juventudes Comunistas, con hegemon&#237;a junto a dirigentes pro-Concertaci&#243;n, y la llamada &#8220;ultraizquierda&#8221; &#8211;que aunque discrepaba en ciertas t&#225;cticas, se subordin&#243; a la pol&#237;tica de los &#8220;moderados&#8221; limit&#225;ndola a demandas &#8220;concretas&#8221; como el &#8220;fin al lucro&#8221; fijando la educaci&#243;n gratuita como un objetivo a largo plazo, y que llamaba a la presi&#243;n parlamentaria, es decir, que conten&#237;an la lucha en los marcos del r&#233;gimen&#8211;, con un gobierno y una &#8220;oposici&#243;n&#8221; totalmente desprestigiadas seg&#250;n las encuestas, se transformaron en el principal factor de contenci&#243;n de la lucha. No buscaron activamente llamar al movimiento obrero a la lucha, lo que sus direcciones (el cogobierno PS-PC en la CUT, la principal central de trabajadores del pa&#237;s) no quer&#237;an llevar adelante, mientras iniciaban buenos tratos con el gobierno y centralmente con los empresarios de la Confederaci&#243;n de la Producci&#243;n y del Comercio (CPC), expresado luego en el acuerdo CUT-CPC ante una futura crisis econ&#243;mica. &lt;br class='autobr' /&gt;
Esta lucha de masas alter&#243; profundamente la relaci&#243;n de fuerzas. Si bien no se obtuvo un triunfo, el movimiento tampoco fue derrotado por un gobierno que estaba muy debilitado y que se intenta recomponer. Esto es lo que explica que las fuerzas del movimiento estudiantil, aunque ya no est&#225;n en ascenso, se han venido manteniendo durante este a&#241;o con movilizaciones masivas de hasta 150.000 personas, como las que vimos el pasado mes de junio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#191;C&#243;mo se inicia esta lucha? El levantamiento en Magallanes, XII Regi&#243;n de Punta Arenas: un primer enfrentamiento local con el gobierno&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En diciembre de 2010, la Empresa Nacional de Petr&#243;leo (ENAP) firma un acuerdo con la distribuidora de gas GASCO para subir el precio del gas a la poblaci&#243;n de la regi&#243;n en 16,8% a partir del mes de febrero. Este acuerdo era parte de la pol&#237;tica del gobierno de intentar aumentar la comercializaci&#243;n de gas a la empresa multinacional Methanex y disminuir el subsidio al combustible en la regi&#243;n. Un ataque hacia la poblaci&#243;n trabajadora. El 31 de diciembre, 22 organizaciones forman la Asamblea Ciudadana de Magallanes (ACM) para realizar acciones comunes contra el aumento del precio del combustible. Esta organizaci&#243;n agrupaba conjuntamente organizaciones de la clase trabajadora (la Central Unitaria de Trabajadores, la Agrupaci&#243;n Nacional de Empleados Fiscales, el sindicato de ENAP), juntas de vecinos, as&#237; como organizaciones patronales peque&#241;as, medianas y grandes (empresarios artesanales, del turismo, sindicato de due&#241;os de camiones, C&#225;mara de Comercio de la regi&#243;n, Corporaci&#243;n de la Producci&#243;n y el Comercio). Adem&#225;s, se sumaron alcaldes, concejales y parlamentarios de la zona. Es decir, un organismo policlasista y que ten&#237;a la direcci&#243;n del conflicto centralmente en manos de agrupaciones patronales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ante la afirmaci&#243;n del gobierno de continuar con el aumento y la negativa de negociar con la ACM, desde el 5 de enero se inicia el levantamiento en Magallanes. Ese d&#237;a, m&#225;s de 7.000 personas marcharon por el centro de Punta Arenas exigiendo el fin de la medida. El 9 de enero, una importante movilizaci&#243;n vuelve a las calles. El gobierno anuncia que mantiene el aumento y que no va a negociar con la ACM, desconoci&#233;ndola como interlocutor v&#225;lido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tras estos anuncios, la lucha defensiva adquiere un car&#225;cter pol&#237;tico contra el gobierno. Comienzan los bloqueos de caminos, se cortan los accesos a la regi&#243;n y en toda la ciudad de Magallanes, los camioneros y taxis colectivos bloquean puntos estrat&#233;gicos, se levantan barricadas, y se pone en jaque a la autoridad regional. Ante la negativa del gobierno se radicaliza el conflicto, la Asamblea Ciudadana de Magallanes adquiere autoridad pr&#225;ctica en la poblaci&#243;n y las medidas que discute se llevan a cabo controlando parcialmente la ciudad paralizada. La radicalizaci&#243;n del conflicto tuvo un importante impacto nacional: se desata la primera crisis pol&#237;tica del gobierno, debilit&#225;ndolo y desconociendo a la autoridad regional. Esto termina por provocar el primer cambio de gabinete del gobierno: sale el Ministro de Energ&#237;a (adem&#225;s de otros cambios por los cuestionamientos de los partidos de gobierno ante su representaci&#243;n en el Gabinete, que ven&#237;a tensando la relaci&#243;n entre el gobierno y sus partidos), el gobierno retrocede en la medida y rebaja el alza al 3% transitoriamente, reconoce como interlocutor a la ACM y establecen mecanismos para terminar de definir la pol&#237;tica de subsidios en la regi&#243;n. Esto abre una divisi&#243;n en la ACM, con las agrupaciones patronales aceptando las medidas y baj&#225;ndose del conflicto por las p&#233;rdidas en turismo y econ&#243;micas en la zona, mientras los trabajadores como el sindicato de ENAP o la Confederaci&#243;n minera energ&#233;tica amenazan con paros obreros, que finalmente no se realizan.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta lucha fue la primera batalla contra el gobierno de la derecha y contra sus pol&#237;ticas neoliberales. La lucha logr&#243; frenar el alza, aunque no triunfar hasta el final, pero mostr&#243; una importante radicalizaci&#243;n de la poblaci&#243;n enfrentando al gobierno, con los m&#233;todos de la lucha de clases, debilit&#225;ndolo y oblig&#225;ndolo a ceder. Tambi&#233;n mostr&#243; sus l&#237;mites: la ACM tambi&#233;n representaba a organizaciones patronales, que pensaban en sus intereses y no en los de la clase trabajadora, y cuando vieron el riesgo de la lucha por afectar sus ganancias se bajaron de ella llamando a la poblaci&#243;n a abandonar la pelea. La pol&#237;tica de las direcciones sindicales de colaboraci&#243;n de clases permiti&#243; que estas organizaciones junto a pol&#237;ticos patronales de la zona tuvieran influencia en la lucha, sin llamar a fortalecerla mediante una Asamblea Obrera y Popular, basada en los delegados de sindicatos, juntas de vecinos y poblaciones, sin agrupaciones de empresarios ni sus pol&#237;ticos, y que pudiera llevar hasta el final la pelea y emerger como un organismo de autoorganizaci&#243;n que d&#233; mayor confianza a los trabajadores en sus propios fuerzas en alianza con el pueblo pobre, con independencia pol&#237;tica de los empresarios y sus partidos. Esto estaba planteado para elevar la pelea y ser un ejemplo para el conjunto de los trabajadores. Adem&#225;s, la direcci&#243;n de la Central Unitaria de Trabajadores, la m&#225;s importante del pa&#237;s, que agrupa a 600.000 trabajadores, se neg&#243;, como luego lo har&#237;a durante casi toda la lucha por la educaci&#243;n gratuita y en la revuelta de Ays&#233;n, a impulsar acciones de solidaridad con los trabajadores y el pueblo pobre, estando ausente de los grandes conflictos de lucha de clases mientras se mostraba abierta al di&#225;logo con el gobierno y los grandes empresarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El estallido por la educaci&#243;n gratuita y la confrontaci&#243;n contra la herencia de Pinochet&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tras el levantamiento de Magallanes empez&#243; a cambiar el clima social. Desde abril se iniciaron protestas en distintas ciudades contra el m&#225;s grande proyecto hidroel&#233;ctrico en Chile por parte de la multinacional Endesa y la empresa nacional Colb&#250;n: HidroAys&#233;n. La movilizaci&#243;n la convocaban organizaciones medioambientales del pa&#237;s, centralmente Patagonia sin Represas, dirigida por independientes y militantes del Partido Por la Democracia, y el sector social que acude son centralmente las capas medias y la juventud. En mayo se intensifican las movilizaciones en la capital y el gobierno responde con fuerte represi&#243;n: uso indiscriminado de bombas lacrim&#243;genas, carros lanza-aguas y detenciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En mayo se inician las movilizaciones estudiantiles. El 14, unos 20.000 estudiantes acuden a la convocatoria lanzada por los secundarios de la Asamblea Coordinadora de Estudiantes Secundarios (ACES) que tambi&#233;n se solidariza con la huelga de los mineros subcontratistas de El Teniente de Rancagua. El d&#237;a 15 una movilizaci&#243;n convocada por la Confederaci&#243;n de Estudiantes de Chile (Confech, que agrupa a las 25 universidades del Consejo de Rectores o Universidades tradicionales, m&#225;s algunas privadas y la Federaci&#243;n Mapuche de Estudiantes) convoca a m&#225;s de 100.000 estudiantes en las calles de Santiago y decenas de miles en regiones.&lt;br class='autobr' /&gt;
En junio las acciones toman un nuevo impulso con las tomas de establecimientos educacionales de liceos, colegios y universidades, y paros con movilizaci&#243;n. A finales de junio e inicios de julio hab&#237;a casi 600 establecimientos tomados por estudiantes y otros m&#225;s en paro. Las movilizaciones se hacen masivas, cientos de miles en las calles y millones de personas apoyando la lucha. La movilizaci&#243;n empez&#243; por la regulaci&#243;n al mercado educativo, pase escolar gratuito y demandas m&#237;nimas. Las direcciones del movimiento, las Juventudes Comunistas (JJCC), la centroizquierda y algunos colectivos, agrupadas en la Confech, intentan limitar la lucha a movilizaciones discontinuas de presi&#243;n al gobierno con un programa que no tocaba los intereses de los empresarios de la educaci&#243;n, restringidos a la regulaci&#243;n del lucro y a mayor aporte del Estado a las universidades p&#250;blicas. En el movimiento secundario nacen distintas organizaciones: por una parte la Asamblea Coordinadora de Estudiantes Secundarios (ACES) que agrupaba a los liceos perif&#233;ricos de Santiago, y por otra parte la Coordinadora Nacional de Estudiantes Secundarios (CONES) que agrupa a los liceos &#8220;emblem&#225;ticos&#8221; que tiene m&#225;s estudiantes y m&#225;s peso pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La respuesta del gobierno es una fuerte represi&#243;n: desalojando las tomas, reprimiendo las movilizaciones en las calles, limitando el derecho a manifestaci&#243;n en la v&#237;a p&#250;blica, restringiendo las protestas por la Alameda (avenida principal de Santiago) y utilizando indiscriminadamente bombas lacrim&#243;genas y carros lanza-aguas contra los manifestantes. Esto hace que el conflicto vaya escalando y se dinamice la confrontaci&#243;n con el Gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En agosto la movilizaci&#243;n pega un salto. El 1&#176; de ese mes el gobierno anuncia su plan de educaci&#243;n superior (GANE: Gran Acuerdo Nacional de Educaci&#243;n) que se limita a entregar algunas becas y cr&#233;ditos y anuncia la creaci&#243;n de nuevos organismos de fiscalizaci&#243;n. Un plan que profundiza el negocio educativo. En el movimiento, en paralelo, mientras las direcciones conciliadoras intentan mantener el control del conflicto burocr&#225;ticamente a trav&#233;s de la Confech (donde s&#243;lo participan algunas decenas de representantes de las 25 federaciones universitarias, sin delegados de base ni asambleas masivas), por la base miles de activistas empiezan a plantear la superaci&#243;n del programa de la Confech y se debate en liceos y universidades la lucha por la educaci&#243;n 100% gratuita y financiada por el Estado, para terminar con la educaci&#243;n de mercado. Esta lucha y consigna, de la cual fuimos parte y activos impulsores contra el programa de las direcciones moderadas y burocr&#225;ticas, que tachaban esa consigna de la educaci&#243;n gratuita como algo imposible, se hace de masas y rebasa el programa de la Confech. Las direcciones empiezan a hablar de ello pero como algo &#8220;gradual&#8221; e imposible de conquistar en la propia lucha. Algunos colectivos como el Frente de Estudiantes Libertarios hablan de &#8220;ganadas concretas&#8221; y de la educaci&#243;n gratuita como &#8220;algo futuro&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 4 de agosto la lucha pega un salto, se radicaliza, enfrenta al r&#233;gimen pol&#237;tico y desata activamente un amplio apoyo popular y el abierto rechazo a las instituciones. El gobierno toma la decisi&#243;n de no autorizar las movilizaciones que estaban llamadas para ese d&#237;a (utilizando un decreto de la dictadura que permite las movilizaciones s&#243;lo si est&#225;n autorizadas por la Intendencia; en caso contrario, la polic&#237;a tiene autorizaci&#243;n para disolverla), las reprime desde el primer momento e instala un estado de sitio de hecho con la Polic&#237;a custodiando las calles de Santiago. Ese d&#237;a, la lucha cobra un car&#225;cter directamente pol&#237;tico contra el r&#233;gimen desafiando a la autoridad: por primera vez en democracia miles de estudiantes secundarios y universitarios durante todo el d&#237;a responden a los intentos de disolver la lucha y la aguda represi&#243;n (parecida a la represi&#243;n de la dictadura en los a&#241;os ochenta), se insubordinan y desaf&#237;an a la Polic&#237;a y la autoridad. Se organizan en facultades y liceos con barricadas durante todo el d&#237;a, la polic&#237;a las disuelve y los estudiantes se vuelven a juntar. La Polic&#237;a y el Gobierno no pudieron llevar a cabo su intento de sitiar el centro de la ciudad: el desaf&#237;o a la autoridad por parte de la &#8220;generaci&#243;n sin miedo&#8221; (como dec&#237;an las pancartas en las tomas) da un nuevo impulso a la lucha. En la noche, se extiende: se inician los &#8220;cacerolazos&#8221; en diversas comunas del pa&#237;s, agrupando a cientos o miles de padres y apoderados protestando contra el gobierno, las viejas generaciones que hab&#237;an luchado contra la dictadura. El apoyo popular en las encuestas se activa en los cacerolazos contra el gobierno, y cada semana hay cacerolazos y apoyo a las tomas, paros y movilizaciones y se hace activo el rechazo al gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luego de ese d&#237;a la CUT, ausente hasta el momento, junto a la Confech y secundarios, hacen un llamado al Paro Nacional para el 24 y 25 de agosto, como forma de presi&#243;n para que el gobierno acceda a algunas demandas. &lt;br class='autobr' /&gt;
El gobierno sigue anunciando la aplicaci&#243;n de su GANE, mientras reprime las tomas y movilizaciones.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 15 de agosto es la famosa &#8220;marcha de los paraguas&#8221;: bajo una fuerte lluvia m&#225;s de 500.000 personas se movilizan s&#243;lo en Santiago, y casi un mill&#243;n en todo el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comienzan los preparativos para el 24-25. El 24 a las 6 de la ma&#241;ana hay 25 cortes de calle, barricadas y enfrentamientos s&#243;lo en Santiago. Ese d&#237;a se suceden enfrentamientos toda la ma&#241;ana con la polic&#237;a en universidades y liceos. Se organizan asambleas discutiendo los planes de acci&#243;n. El 24 en la noche se extiende la lucha: en decenas de poblaciones pobres y perif&#233;ricas se encienden barricadas, se cortan las calles y se suceden enfrentamientos apoyando la lucha estudiantil. El 25 de agosto empieza con diversos cortes y barricadas. Al mediod&#237;a las columnas estudiantiles y de trabajadores empiezan a marchar. Aunque no se paraliz&#243; el sector privado (producto de las direcciones de la CUT de no realizar ning&#250;n plan de lucha ni paralizaci&#243;n en la miner&#237;a, forestales, industrias y comercio), el 25 de agosto se da una masiva movilizaci&#243;n de trabajadores y estudiantes: m&#225;s de 500.000 personas solo en Santiago, entre trabajadores del sector p&#250;blico y estudiantes, y el centro de la ciudad se paraliza en los hechos. Cuando las direcciones dan por finalizada la marcha, unos 30.000 j&#243;venes secundarios y universitarios se quedan armando barricadas, cortes de calle y durante 5 horas se enfrentan a la polic&#237;a con el rostro encapuchado pese a los intentos del Partido Comunista de intentar terminar con las barricadas. Aqu&#237; claramente surge un sector de vanguardia que mientras en la Conferencia de Prensa de la CUT y la Confech el dirigente sindical del PS, Arturo Mart&#237;nez, denuncia a los encapuchados y a la &#8220;ultraizquierda&#8221; por &#8220;hacerle el juego a la derecha&#8221; y habla de la necesidad de iniciar una &#8220;segunda transici&#243;n&#8221; democr&#225;tica, miles de j&#243;venes con odio al r&#233;gimen en las calles enfrentan al gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ese d&#237;a en la noche se preparan cortes de calle y barricadas, y carabineros asesina en Santiago al joven secundario de 16 a&#241;os Manuel Guti&#233;rrez. Ese d&#237;a, inicia un curso a la baja del movimiento. Las direcciones de la Confech que dirig&#237;an el conflicto se callan la boca con el asesinato de Manuel Guti&#233;rrez y no convocan a ninguna acci&#243;n de solidaridad, lo que la Polic&#237;a y el Gobierno aprovechan para desalojar tomas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante septiembre y octubre el gobierno convoca sus &#8220;mesas de di&#225;logo&#8221; en La Moneda atrayendo a los dirigentes estudiantiles quienes buscan la presi&#243;n en las calles para tener mejor posici&#243;n para negociar. Ante la negativa del gobierno, las direcciones buscan la colaboraci&#243;n con los parlamentarios. Una y otra vez buscan las formas de terminar con la lucha de masas, cerrando el semestre universitario colaborando con los rectores, llamando a marchas discontinuas y sin preparaci&#243;n de la base, en reuniones con parlamentarios oficialistas y de la Concertaci&#243;n, etc. Luego de fallidas mesas de di&#225;logo est&#233;riles a las que los dirigentes burocr&#225;ticos conf&#237;an la suerte de la lucha, la presi&#243;n parlamentaria se transforma en la principal v&#237;a para conseguir las demandas, pasando a la pol&#237;tica de &#8220;propuestas&#8221; durante todo el primer semestre del 2012&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-9&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;El movimiento estudiantil estuvo dispuesto a transitar por sus pasillos (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-9&#034;&gt;9&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Algunas lecciones del proceso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) La lucha del 2011 es un producto superior de diversas luchas previas. &lt;br class='autobr' /&gt;
Desde fines de los a&#241;os '90 ven&#237;an sucedi&#233;ndose distintas luchas, tanto en el movimiento secundario como en la universidad. Las mayores de ellas fueron la &#8220;revoluci&#243;n ping&#252;ina&#8221; del movimiento secundario de 2006 contra el gobierno de Bachelet. A esta lucha, que hab&#237;an logrado sacarla de las calles con la represi&#243;n y con la creaci&#243;n del Consejo Asesor Presidencial para la Calidad de la Educaci&#243;n, hab&#237;a encontrado en las tomas su forma de organizaci&#243;n central, con tomas masivas, asambleas y delegados. En la Universidad, la lucha del a&#241;o 2005 con tomas, paros y movilizaciones contra los cr&#233;ditos usurarios, termina en una derrota del acuerdo Confech-Mineduc, donde se permite la entrada de la banca privada a la entrega de cr&#233;ditos para la educaci&#243;n superior. La lucha de 2011 fue superior: una lucha de car&#225;cter pol&#237;tico por la educaci&#243;n gratuita, con amplio apoyo popular, no solo en las encuestas sino en la calle con cacerolazos; impugn&#243; al conjunto del r&#233;gimen pinochetista cuestionando la herencia de la dictadura. El r&#233;gimen qued&#243; desacreditado con amplio rechazo a las instituciones, y el movimiento estudiantil se configur&#243; como la principal oposici&#243;n pol&#237;tica al r&#233;gimen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) El movimiento logr&#243; recuperar las calles y el derecho a manifestarse. &lt;br class='autobr' /&gt;
Aunque la polic&#237;a reprima las movilizaciones, la pol&#237;tica lleg&#243; a las calles, y en cada lucha la movilizaci&#243;n callejera es un elemento central para hacer sentir e instalar las demandas y buscar el apoyo de la poblaci&#243;n. Adem&#225;s, instal&#243; una subjetividad de que con lucha se consiguen las demandas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) La contradicci&#243;n entre un r&#233;gimen totalmente anacr&#243;nico, heredero de la dictadura que no va a entregar ninguna posici&#243;n conquistada, y las demandas en las calles, lleva objetivamente a la din&#225;mica de la confrontaci&#243;n contra la herencia pinochetista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;d) Emergi&#243; una &#8220;generaci&#243;n sin miedo&#8221;: una vanguardia combativa de decenas de miles en el pa&#237;s que odia al r&#233;gimen y sus partidos, enfrenta a la polic&#237;a, con avidez pol&#237;tica-ideol&#243;gica, y que empieza a enfrentar los intentos de las direcciones de colaboraci&#243;n de clases de negociar en el parlamento binominal de la Concertaci&#243;n y la derecha nuestras demandas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e) Aunque la lucha sobrepas&#243; la demanda educativa hacia la impugnaci&#243;n al r&#233;gimen, hubo enormes l&#237;mites para llevarla hasta el final: las direcciones burocr&#225;ticas de conciliaci&#243;n de clases. No surgi&#243; un organismo de autoorganizaci&#243;n de masas como hubiera sido una Asamblea General de Lucha de miles de delegados que llevaran la voz de las asambleas y que prepararan la lucha, que adem&#225;s sea el espacio para disputar la pol&#237;tica a las direcciones y superarlas en la acci&#243;n. La Confech fue el organismo que dirigi&#243; la lucha burocr&#225;ticamente, sin democracia de las bases. Esto permiti&#243; que las direcciones mantuvieran el control burocr&#225;tico del movimiento, y aunque &#233;ste sobrepas&#243; el programa inicial de las direcciones, no pudo imponer su curso a la lucha. Eso permiti&#243; que se mantuviera durante todo el conflicto una separaci&#243;n de la vanguardia o activismo y las masas: mientras eran cientos de miles en las calles, las tomas eran reducidas, sin transformarse en espacios de organizaci&#243;n del movimiento en su conjunto. En este sentido, fue menor a 2006 cuando los secundarios basados en asambleas formaron la Asamblea Nacional de Estudiantes Secundarios (ANES) que basada en asambleas represent&#243; a los cientos de miles de estudiantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;f) La necesidad de la unidad obrero-estudiantil. &lt;br class='autobr' /&gt;
No entraron en escena los batallones estrat&#233;gicos y centrales de la clase trabajadora. Las direcciones buscaron la unidad &#8220;testimonial&#8221; de la lucha, sin llamar abiertamente a la clase trabajadora a plegarse a su batalla, y manteniendo la alianza con la burocracia sindical para contener la entrada del movimiento obrero. Con su entrada, hubiera puesto en primer plano la lucha por derribar al r&#233;gimen neopinochetista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;g) Aunque en la prensa se mostr&#243; una &#8220;divisi&#243;n t&#225;ctica&#8221; en la Confech llamando &#8220;ultra&#8221; a un sector diferenciado de la JJCC y la centro-izquierda, la verdad es que este sector no tuvo ninguna diferencia estrat&#233;gica en todo el curso de la lucha con las direcciones reformistas, y se subordin&#243; a sus pol&#237;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;h) Era necesario un combate y lucha pol&#237;tica contra las direcciones conciliadoras que actuaron como un &#8220;factor moderador&#8221; en los conflictos contra el r&#233;gimen. S&#243;lo en la Usach (Universidad de Santiago de Chile) y en algunas asambleas secundarias se pudo organizar un sector combativo que intent&#243; sacar a las direcciones burocr&#225;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;i) La necesidad de que emerja una corriente nacional combativa y revolucionaria que agrupe a lo mejor de la vanguardia juvenil para dar la pelea por llevar hasta el final no solo la lucha por la educaci&#243;n gratuita sino para terminar con el conjunto de la herencia pinochetista y que d&#233; un combate contra las direcciones reformistas que intentan llevar las batallas al terreno de la alianza con la Concertaci&#243;n. &lt;br class='autobr' /&gt;
Esta lucha cambi&#243; el conjunto de la situaci&#243;n y, aunque lograra ser desviada al parlamento sin haber triunfado pero sin ser derrotada ante un gobierno muy debilitado, alter&#243; profundamente la relaci&#243;n de fuerzas entre las clases, golpe&#243; al r&#233;gimen, debilit&#243; a sus partidos y al gobierno, y abri&#243; una nueva etapa marcada por el ascenso de lucha de clases y la emergencia de la generaci&#243;n combativa que desaf&#237;a en las calles al r&#233;gimen y sus partidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La revuelta local de Ays&#233;n en una nueva situaci&#243;n marcada por la lucha de clases de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 2012, apenas desviada la lucha por la educaci&#243;n gratuita y en plenas vacaciones del gobierno, se produce la revuelta de Ays&#233;n, confirmando la apertura de una nueva etapa de lucha de clases y la tendencia al enfrentamiento con el r&#233;gimen y el gobierno. El 7 de febrero los pescadores artesanales de Ays&#233;n se tomaron el Puente Iba&#241;ez y se enfrentaron a la polic&#237;a protestando contra la nueva ley de pesca, la llamada &#8220;Ley Longueira&#8221; (que le entrega la propiedad por tiempo indefinido a 4 grandes grupos econ&#243;micos de pesca industrial, en detrimento de los peque&#241;os pescadores artesanales a quienes se entrega s&#243;lo el 5% de desembarque y solo 1 milla de mar para pescar, siendo que son el 90% de los pescadores del pa&#237;s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anteriormente se hab&#237;an reunido con diversas agrupaciones sociales, creando el Movimiento Social por la Regi&#243;n de Ays&#233;n, con el lema central: &#8220;Tu problema es mi problema&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-10&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;La organizaci&#243;n la compon&#237;an: Organizaciones de Trabajadores: Agrupaci&#243;n (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-10&#034;&gt;10&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Era un organismo social policlasista, parecido a la Asamblea Ciudadana de Magallanes. La direcci&#243;n y vocer&#237;a la ten&#237;a un representantes de los pescadores (Iv&#225;n Fuentes, cercano a la Concertaci&#243;n), el programa-petitorio&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-11&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Entre los 10 puntos se encontraba la disminuci&#243;n del alto costo de los (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-11&#034;&gt;11&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; era progresivo por cuanto conten&#237;a demandas propias de los diversos sectores, aunque su redacci&#243;n hab&#237;a sido apoyada por asesores de los empresarios locales y su lugar de reuni&#243;n era la C&#225;mara de Comercio de Ays&#233;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La protesta iniciada con los pescadores y la posterior articulaci&#243;n en una amplia alianza social (policlasista) en la regi&#243;n se transform&#243; r&#225;pidamente en una revuelta local por necesidades b&#225;sicas, centralmente debido a la respuesta altamente represiva del gobierno contra los habitantes. De la toma del Puente Iba&#241;ez se pas&#243; r&#225;pidamente a la extensi&#243;n regional de la lucha (todas las localidades se plegaron activamente al combate), a la multiplicaci&#243;n de cortes de calle, bloqueo de caminos, tomas de puentes y aer&#243;dromos, tomas de instituciones p&#250;blicas y privadas, marchas multitudinarias, la solidaridad nacional y los combates y enfrentamientos con la polic&#237;a (el m&#225;s importante fue la prolongada &#8220;batalla del Puente Iba&#241;ez&#8221; del 24 de febrero donde la polic&#237;a se tuvo que replegar). La respuesta del gobierno fue una dura represi&#243;n: llevando Fuerzas Especiales a la regi&#243;n desde otras ciudades, que trataban en forma humillante a los pobladores, quienes trataban a la polic&#237;a como &#8220;invasores&#8221;; con hostigamiento permanente con bombas lacrim&#243;genas y gases de todo tipo a los que se enfrent&#243; la poblaci&#243;n. Pese a la hegemon&#237;a de la burgues&#237;a en la pol&#237;tica y estrategia del conflicto (a trav&#233;s de sus asesores, mesas de di&#225;logo, etc.) en la calle se mostr&#243; activamente el car&#225;cter popular de la lucha, que pese a todo, tampoco pudo superar a la direcci&#243;n del conflicto que intentaba moderar la batalla.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La lucha dur&#243; 40 d&#237;as, con la autoridad regional sin poder de control y con la Mesa Social ejerciendo la autoridad durante esos d&#237;as. Nuevamente el gobierno (debilitado con la amplia lucha de 2011) tuvo que ceder, pasando de la represi&#243;n a la convocatoria de mesas de di&#225;logo. La revuelta tuvo un fuerte impacto nacional, con un 92% de la poblaci&#243;n (seg&#250;n una encuesta del diario La Tercera) apoyando las demandas. Finalmente, y centralmente debido a la pol&#237;tica de las direcciones (asesorada por los empresarios y dirigentes pol&#237;ticos de la Concertaci&#243;n), el gobierno tras 40 d&#237;as de crisis pol&#237;tica logr&#243; desactivar el proceso, aunque con enormes costos (mayor baja en la popularidad, mayor rechazo al gobierno, incluso en una regi&#243;n que a&#241;os antes le hab&#237;a dado un gran apoyo electoral a Pi&#241;era, donde m&#225;s votos sac&#243;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqu&#237; nuevamente se mostr&#243; una din&#225;mica que escalaba a la confrontaci&#243;n con el gobierno, y la debilidad de &#233;ste para canalizar o contener los procesos de lucha de clases, transform&#225;ndose &#233;sta de una protesta de pescadores a una revuelta local que impact&#243; a nivel nacional y debilit&#243; m&#225;s al gobierno. Su gran l&#237;mite fue nuevamente el car&#225;cter policlasista de la lucha, hegemonizada por sectores de la burgues&#237;a influyendo sobre direcciones conciliadoras que intentan moderar el conflicto y buscando el di&#225;logo social est&#233;ril. El gobierno intent&#243; desactivarlo con la instalaci&#243;n de &#8220;mesas de trabajo&#8221; y el arreglo r&#225;pido para instalar una Zona Franca (libre de impuestos) en la regi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Las respuestas de la burgues&#237;a: fortalecer el aparato represivo y la preparaci&#243;n de pol&#237;ticas de &#8220;autorreforma&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mientras que durante el a&#241;o 2011, asediados por la lucha estudiantil, los partidos del r&#233;gimen hablaban del &#8220;agotamiento del modelo&#8221;, de iniciar r&#225;pidamente un curso de reformas del sistema pol&#237;tico, de abrir un &#8220;nuevo ciclo&#8221; en la pol&#237;tica para terminar con la &#8220;crisis de representaci&#243;n&#8221;, es decir, mientras buscaban r&#225;pidamente mostrar cambios cediendo algo para no terminar sobre las cuerdas, este a&#241;o esos amagues t&#225;cticos quedaron en palabras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En lo concreto, el gobierno ha fortalecido los mecanismos de represi&#243;n. Esto se ve en:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) La &#8220;Ley Hinzpeter&#8221;. As&#237; llamada popularmente, la Ley de Resguardo del Orden P&#250;blico fue ingresada al parlamento a fines del 2011 con el fin de profundizar la penalizaci&#243;n de la protesta mediante el aumento de las penas a los delitos cometidos por encapuchados&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-12&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Tambi&#233;n la Comisi&#243;n de Orden y Seguridad de la C&#225;mara de Diputados vot&#243; un (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-12&#034;&gt;12&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, la sanci&#243;n de nuevos delitos de &#8220;orden p&#250;blico&#8221; tipificando nuevos tipos penales&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-13&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Esto incluye establecer responsabilidad penal &#8220;para quienes participen o (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-13&#034;&gt;13&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;, el encarcelamiento a quienes llamen a movilizaciones que terminen en &#8220;des&#243;rdenes p&#250;blicos&#8221; y la autorizaci&#243;n a la Polic&#237;a para quitar c&#225;maras fotogr&#225;ficas y cintas de videos (en las mismas marchas) a periodistas para utilizarlo como medio de prueba en los juicios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta ley no solo sanciona con c&#225;rcel todo tipo de m&#233;todos de lucha (cortes de calle, tomas de liceos, colegios y universidades, paros de trabajadores en sector p&#250;blico y empresas, tomas de empresas, bloqueo de caminos, etc.), sino que se suma a la utilizaci&#243;n de leyes de la dictadura militar como la Ley Antiterrorista (ampliamente utilizada contra los procesados mapuche, con penas de c&#225;rcel y que permite la utilizaci&#243;n de medios fraudulentos como &#8220;testigos encubiertos&#8221;) o la Ley de Seguridad Interior del Estado que tiene por objetivo fortalecer los medios estatales de represi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) La instalaci&#243;n de una base de entrenamiento militar a la polic&#237;a, financiada por el imperialismo norteamericano en Conc&#243;n, V Regi&#243;n, que se empez&#243; a utilizar desde inicios de 2012, y cuyos entrenamientos militares son para resguardarse de la &#8220;protestas urbanas&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) &#8220;Caso bombas&#8221;: 3 a&#241;os de investigaci&#243;n por la detonaci&#243;n de artefactos explosivos con 6 meses de c&#225;rcel a 8 imputados j&#243;venes anarquistas por la supuesta colocaci&#243;n de bombas. Este caso intentaba ser un castigo &#8220;ejemplar&#8221;, con obtenci&#243;n de pruebas fraudulentas y violaci&#243;n de derechos fundamentales (un testigo acus&#243; torturas en una &#8220;confesi&#243;n voluntaria&#8221;). Result&#243; un fracaso y una derrota para el gobierno (un verdadero montaje), con fallo absolutorio que ahora intenta anular en la Corte Suprema&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-14&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Tras el fracaso del &#8220;caso bombas&#8221;, ahora quieren que el &#8220;ejemplo&#8221; sea el (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-14&#034;&gt;14&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;d) La &#8220;Cumbre de Seguridad&#8221; de La Araucan&#237;a, convocada por el Gobierno ante la escalada en el conflicto mapuche y la amenaza de empresarios y agricultores de tomar las armas para enfrentar a los mapuche, resolvi&#243; entre otras medidas el aumento de la dotaci&#243;n policial y de Fuerzas Especiales en la zona, la apertura de retenes de carabineros en Ercilla, la dotaci&#243;n de recursos especializados, tecnolog&#237;as y otros medios de represi&#243;n; aumento de Polic&#237;a de Investigaciones, una Unidad Especializada de abogados&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-15&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;A cargo del ex fiscal Pe&#241;a, el principal instigador del montaje del &#8220;Caso (&#8230;)&#034; id=&#034;nh2-15&#034;&gt;15&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt; para seguir las querellas contra luchadores mapuche, adem&#225;s de medidas.de seguridad para las &#8220;v&#237;ctimas&#8221; de tomas de fundo o ataques incendiarios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por otra parte, mientras fortalecen el aparato represivo estatal, preparan estrat&#233;gica y preventivamente planes de &#8220;autorreforma&#8221; parcial desde arriba, que eventualmente les permita combinar el salto en la represi&#243;n y bonapartizaci&#243;n del r&#233;gimen con algunas concesiones para no perder todo. Se&#241;alemos algunas de estas tentativas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a) Acuerdo Renovaci&#243;n Nacional / Democracia Cristiana: Es un acuerdo de dos partidos importantes de las principales coaliciones de la burgues&#237;a. Se&#241;alan que es para &#8220;fortalecer el centro pol&#237;tico&#8221; en momentos donde se puede avanzar a una polarizaci&#243;n pol&#237;tica en el pa&#237;s, ante el debilitamiento del poder presidencial: &#8220;La centralidad de ese poder presidencial, cuando se debilita, repercute en todo el sistema. Por eso se requiere descentralizar y democratizar m&#225;s el poder&#8221; que permita en momentos de &#8220;desafecci&#243;n ciudadana con el sistema&#8221;, &#8220;asegurar la gobernabilidad del pa&#237;s&#8221; y la &#8220;estabilidad democr&#225;tica&#8221;. Es decir, intentan un cambio de la estructura pol&#237;tica que le permita tener una mejor forma de mantener su dominio pol&#237;tico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso, ante el &#8220;agotamiento&#8221; del r&#233;gimen, se&#241;alan la necesidad de un &#8220;Cambio de R&#233;gimen Pol&#237;tico&#8221; semipresidencial que separe la instituci&#243;n de Jefe de Estado (Presidencia) con la de Jefe de Gobierno (Primer Ministro), con un sistema electoral proporcional corregido que sustituya al actual r&#233;gimen binominal, la elecci&#243;n directa de un &#8220;presidente&#8221; de gobierno regional con consejeros regionales electos popularmente y la creaci&#243;n de gobiernos metropolitanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) La propuesta del expresidente Ricardo Lagos: &#8220;Avanzar hacia la primavera chilena&#8221;. Se&#241;ala que &#8220;El andamiaje pol&#237;tico que emerge a principios de los 90 est&#225; obsoleto, desgastado, y ahora tenemos la obligaci&#243;n de ponernos de acuerdo en un nuevo sistema institucional, que responda a las exigencias de nuestros tiempos&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-16&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;Avanzar hacia la primavera chilena&#8221;, , 03/08/2012.&#034; id=&#034;nh2-16&#034;&gt;16&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. En este sentido propone como clave el cambio del sistema electoral binominal por un &#8220;sistema proporcional&#8221;, adem&#225;s de reformas a la Constituci&#243;n Pol&#237;tica y una nueva reforma tributaria contra las &#8220;desigualdades&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) &#8220;De cara al futuro&#8221; (propuesta del sector llamado &#8220;autocomplacientes&#8221;, en contraposici&#243;n con los &#8220;autoflagelantes&#8221;, de la Concertaci&#243;n). En su documento se&#241;alan: &#8220;Seguimos siendo la apuesta de un contingente de ciudadanos de centro y de izquierda, que recogen la mejor tradici&#243;n comunitaria y libertaria de nuestro pueblo. El socialcristianismo, la socialdemocracia y el liberal-progresismo confluyen en un proyecto republicano que hoy debemos saber retomar. Ah&#237; radic&#243; el &#233;xito de la Concertaci&#243;n&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-17&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;&#8220;De cara al futuro&#8221;, , 22/06/2012, p. 3.&#034; id=&#034;nh2-17&#034;&gt;17&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;. En este sentido proponen terminar con el &#8220;centralismo excesivo&#8221; dando mayor poder regional, un programa basado en la &#8220;lucha contra la desigualdad&#8221; para terminar con el &#8220;sentimiento difuso de precariedad y desamparo frente a los abusos de poder&#8221;, un mecanismo institucional para la resoluci&#243;n de los conflictos sociales, una reforma a la Constituci&#243;n, un nuevo pacto fiscal (nueva reforma tributaria), un desaf&#237;o productivo y de capacidad laboral, y sobre la pol&#237;tica de alianzas futuras, la mantenci&#243;n de una Concertaci&#243;n &#8220;remozada&#8221;: &#8220;La tesis de una Concertaci&#243;n que se abre a un pacto electoral con otras fuerzas opositoras, como el PC, el MAS u otras colectividades, no es conciliable con la tesis de un &#8216;frente de izquierda' excluyente que posteriormente buscar&#237;a concordar con la DC. La fuerza matriz del cambio en Chile, como lo ha demostrado la historia, es la alianza del centro y la izquierda, con un solo programa y un accionar unido desde el inicio, bajo la impronta de un proyecto pol&#237;tico compartido de transformaciones viables&#8221;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt; [&lt;a href=&#034;#nb2-18&#034; class=&#034;spip_note&#034; rel=&#034;appendix&#034; title=&#034;Ib&#237;dem, p. 14.&#034; id=&#034;nh2-18&#034;&gt;18&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adem&#225;s de estos proyectos, han aparecido otras propuestas que, sobre la base del modelo neoliberal, apuestan a modificar los aspectos m&#225;s irritantes de la herencia pinochetista y avanzar a un cambio de r&#233;gimen pol&#237;tico para no verse sobrepasados por la lucha de clases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Las posibilidades de emergencia del trotskismo y la lucha por una alternativa clasista, combativa, obrera y socialista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El estallido social de 2011 abri&#243; una nueva situaci&#243;n nacional, configurada por la crisis contenida del r&#233;gimen pol&#237;tico heredado de la dictadura y la irrupci&#243;n abrupta de fen&#243;menos de lucha de clases. Estos dos factores est&#225;n integrados: el desgaste lento y controlado de los partidos del r&#233;gimen (centralmente la Concertaci&#243;n como &#8220;partido de contenci&#243;n&#8221;) abri&#243; paso a diversos procesos de lucha centralmente a partir de la segunda mitad de la d&#233;cada pasada, del movimiento obrero (las luchas de los mineros subcontratistas en 2006, 2007 y 2008; las luchas de los trabajadores subcontratistas forestales de 2007 donde termin&#243; asesinado el obrero de 27 a&#241;os Rodrigo Cisternas; las luchas de los subcontratistas salmoneros de 2008; las luchas mineras de los trabajadores de planta del cobre, Codelco y de mineras privadas como La Escondida, etc.); del movimiento estudiantil (la &#8220;revoluci&#243;n ping&#252;ina&#8221; y otras); de pobladores (por el problema de las viviendas y los deudores habitacionales); las luchas del pueblo mapuche (con asesinados a manos de la Concertaci&#243;n). Las luchas de 2011 aceleraron y profundizaron ese proceso de desgaste, golpeando al r&#233;gimen, sacudiendo a sus partidos y al Gobierno, que parec&#237;a estar &#8220;suspendido&#8221; en el aire, sin apoyo popular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De conjunto, abrieron una nueva situaci&#243;n, flu&#237;da, que plantea la posibilidad de giros abruptos y cambios bruscos de la lucha de clases para los cuales debemos estar preparados. El ascenso lento y controlado de la lucha de clases interrumpido abruptamente por el salto de 2011 replantea la posibilidad de que peque&#241;as luchas por cuestionas m&#237;nimas, por demandas democr&#225;ticas, o por demandas esenciales se puedan transformar en grandes conflictos de clases, agudos; que luchas defensivas se transformen en ofensivas; que luchas locales se conviertan en revueltas; que las revueltas abran paso a rebeliones populares, etc. Es decir, que la din&#225;mica de la situaci&#243;n abre, objetivamente, condiciones para procesos m&#225;s &#8220;explosivos&#8221; de lucha de clases. As&#237; ocurri&#243; luego en la lucha de Freirina (una comuna ubicada en la III Regi&#243;n, del Valle Huasco), donde el mal olor de la planta procesadora de cerdos abri&#243; una especie de peque&#241;a revuelta local contra el gobierno hace pocos meses. No solo para eso debemos estar preparados los marxistas revolucionarios, trotskistas, sino para transformar esas luchas locales en grandes conflictos de clase contra los empresarios y la herencia de la dictadura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esa situaci&#243;n flu&#237;da tambi&#233;n tiene l&#237;mites: 1) el ciclo de recuperaci&#243;n econ&#243;mica posrecesi&#243;n 2009 aun mantiene un impulso fuerte (este a&#241;o el pa&#237;s puede crecer sobre el 5%, se mantiene alto el precio del cobre y es fuerte la creaci&#243;n de empleo que impulsa la demanda interna), aunque profundamente inestable dado el car&#225;cter agudo de la crisis en Europa, el crecimiento an&#233;mico en EE.UU. y la desaceleraci&#243;n en China 2) Aun no entra la clase trabajadora, sus batallones estrat&#233;gicos, imponiendo un car&#225;cter obrero al ascenso de la lucha de clases. Aunque hay luchas, estas son parciales, aisladas y aun defensivas, aunque s&#237; son m&#225;s combativas y hay mayor disposici&#243;n al combate, que puede estar anunciando los inicios de un activismo obrero que pueda abrir fen&#243;menos reales de militancia. Pero dado el car&#225;cter de la situaci&#243;n, no se puede descartar, y nos tenemos que preparar, para la irrupci&#243;n de la clase trabajadora como sujeto social diferenciado, liderando al conjunto de los sectores oprimidos en la lucha contra la herencia de la dictadura. 3) Las direcciones de colaboraci&#243;n de clases (PC) aun tienen peso sobre el movimiento obrero y estudiantil, y eso les permite mantener controlados burocr&#225;ticamente los procesos (sin surgimiento de organismos de autoorganizaci&#243;n de masas) y actuar como &#8220;contenci&#243;n&#8221;, canaliz&#225;ndolos a los acuerdos con el r&#233;gimen y las alianzas con partidos patronales como la Concertaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por supuesto, no se trata de esperar que esos l&#237;mites sean &#8220;superados&#8221; autom&#225;ticamente: somos fervientes luchadores para esa superaci&#243;n, pero son l&#237;mites objetivos que consideramos para la preparaci&#243;n de los pr&#243;ximos combates.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la izquierda en Chile, hay dos importantes tradiciones: una tradici&#243;n reformista, encabezada centralmente por el Partido Comunista y anteriormente el Partido Socialista (que se transform&#243; en un partido de empresarios), que tiene una tradici&#243;n con mucha peso en la historia del movimiento obrero, estudiantil y popular. Por otra parte, a la izquierda del PC, surgi&#243; una importante tradici&#243;n m&#225;s populista de izquierda (en los '70 la encarn&#243; el MIR) y que tiene, culturalmente, un peso importante en la vanguardia juvenil. El trotskismo, salvo en los a&#241;os '30, no tuvo un peso importante (primero por la disoluci&#243;n en el PS durante la d&#233;cada de 1930, y luego porque un sector se qued&#243; en el interior del MIR, organizaci&#243;n que fue impotente para enfrentar al reformismo, por su relaci&#243;n con el gobierno de la UP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El Partido Comunista es la principal direcci&#243;n hist&#243;rica de la clase trabajadora y del movimiento estudiantil (fue fundado por el principal dirigente del proletariado de inicios del siglo pasado, Luis Emilio Recabarren). Es un partido obrero reformista con mucha tradici&#243;n y peso en la &#8220;cultura pol&#237;tica nacional&#8221;, que ha podido, sobre esa base, desviar y traicionar los procesos de lucha de clases. Aunque no tenga el peso que hist&#243;ricamente tuvo en momentos de ascenso y radicalizaci&#243;n, aun mantiene un peso importante en sectores estrat&#233;gicos de la clase obrera (codirige la CUT, y dirige uno de los sectores principales del movimiento obrero, los mineros subcontratistas) y aunque ha perdido federaciones universitarias, mantiene un peso de masas, adem&#225;s de tener figuras pol&#237;ticas reconocidas mundialmente como Camila Vallejo. Desde la transici&#243;n pactada a la democracia, y fundamentalmente los &#250;ltimos a&#241;os tras el desgaste de la Concertaci&#243;n, el PC viene con un giro pronunciado a una mayor integraci&#243;n al r&#233;gimen neopinochetista: primero con sus votos a los distintos presidentes de la Concertaci&#243;n (Aylwin, Lagos y Bachelet); con alianzas electorales con la Concertaci&#243;n (el pacto parlamentario de 2009 que le permiti&#243; meter 3 diputados al parlamento; el &#8220;pacto por omisi&#243;n&#8221; en las municipales que le permiti&#243; ganar algunos municipios, y hoy lo vuelve a repetir para las elecciones de fines de este a&#241;o, y el actual &#8220;pacto&#8221; para elecciones de concejales con el PPD y el PRSD), siendo parte de la &#8220;oposici&#243;n&#8221; junto a la Concertaci&#243;n en el parlamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ahora su proyecto pol&#237;tico lo han definido como la conquista de &#8220;un gobierno de nuevo tipo&#8221;: estar abiertos a una plataforma com&#250;n de la &#8220;oposici&#243;n&#8221; (junto a la Concertaci&#243;n) y quiz&#225; ser parte de un pr&#243;ximo gobierno de centroizquierda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es parte de su estrategia hist&#243;rica de colaboraci&#243;n de clases: de formar parte de gobiernos burgueses con algunos ministros, y su estrategia de &#8220;Frente Popular&#8221;, alianzas org&#225;nicas con partidos burgueses &#8220;progresistas&#8221;.&lt;br class='autobr' /&gt;
El reformismo impulsa luchas, pero las impulsa para llevarlas a la alianza con partidos patronales, para desde ah&#237; ganar peso en su negociaci&#243;n con el r&#233;gimen, para aspirar a reformas graduales del sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Y como es un partido con tradici&#243;n, su giro a derecha de integraci&#243;n al r&#233;gimen, lo intentan encubrir con discursos hacia la izquierda. &#191;Utilizar&#225;n un discurso m&#225;s radical hacia la izquierda en los pr&#243;ximos tiempos? Eso no est&#225; descartado para nada: si aumentan los grados de lucha de clases, si entran los batallones del movimiento obrero y hay mayor radicalizaci&#243;n, no estar&#225;n descartados estos &#8220;giros t&#225;cticos&#8221; del Partido Comunista, con un lenguaje m&#225;s radical de izquierda y acometiendo mayores luchas de presi&#243;n para legitimarse a los ojos de las masas. Pero eso no variar&#225; su estrategia de colaboraci&#243;n de clases para reformar el sistema: su objetivo no es la destrucci&#243;n del sistema, sino la reforma en base a la conciliaci&#243;n de clases, y utilizar&#225;n sus tribunas, sus &#8220;fortalezas&#8221;, para aislar a la vanguardia de las masas, para aislar a los revolucionarios del movimiento de masas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso, la lucha estrat&#233;gica e hist&#243;rica contra el reformismo de colaboraci&#243;n de clases como obst&#225;culo para abrir la lucha revolucionaria, es una tarea central de todos los revolucionarios. Ya durante el 2011 mostraron abiertamente su pol&#237;tica de colaboraci&#243;n: criminalizando y denunciando a los &#8220;encapuchados&#8221;, llamando a las alianzas con los parlamentarios, utilizando las movilizaciones como m&#233;todos de presi&#243;n al gobierno en sus mesas de di&#225;logo, ahogando cualquier iniciativa de autoorganizaci&#243;n y organismos de combate que superen los estrechos organismos tradicionales, manteniendo el control burocr&#225;tico de la lucha para imponer su programa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por eso justamente durante el a&#241;o 2011, al surgir un sector combativo de la juventud, centralmente estudiantil, con m&#233;todos de violencia callejera, con tomas, paros y barricadas, el PC intent&#243; aislar a estos sectores del movimiento de masas. Sin eso no pueden desarrollar f&#225;cilmente su estrategia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero la irrupci&#243;n de una vanguardia juvenil, que odia al r&#233;gimen, que combate a la polic&#237;a, una &#8220;generaci&#243;n sin miedo&#8221; es una base objetiva para proponerse la superaci&#243;n de las direcciones de colaboraci&#243;n de clases y la lucha por forjar un movimiento estudiantil anticapitalista, combativo y antiburocr&#225;tico, y la base para desarrollar la lucha para que emerja un movimiento obrero clasista y combativo, antipatronal y anticapitalista, que sea un real desaf&#237;o a los intereses de los empresarios y el r&#233;gimen. Esa vanguardia juvenil odia tambi&#233;n la burocracia del Partido Comunista, lucha contra sus intentos de criminalizar sus combates, y est&#225; cada vez m&#225;s abierta a la confrontaci&#243;n con el r&#233;gimen neopinochetista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eso abre un nuevo terreno objetivo para que los revolucionarios trabajemos en una &#8220;nueva escala&#8221;: si durante los a&#241;os del ciclo concertacionista y los procesos lentos de lucha de clases los revolucionarios luch&#225;bamos por pol&#237;ticas y un programa donde &#233;ramos considerados &#8220;ut&#243;picos&#8221;, hoy se est&#225; revirtiendo esa situaci&#243;n, y se abren mejores condiciones para influir con las ideas del trotskismo revolucionario a cientos y miles de j&#243;venes forjados al calor de los combates de 2011, y en perspectiva, a sectores de vanguardia que surjan en el movimiento obrero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marx indicaba que las ideas revolucionarias por s&#237; solas son incapaces de llevar adelante una tarea hist&#243;rica de liberaci&#243;n de los explotados y oprimidos, pero que esas ideas, si son llevadas a cabo por millones de trabajadores, estudiantes y pobladores son perfectamente realizables. El surgimiento de una vanguardia de lucha, combativa y abierta al debate de las ideas permite una primera aproximaci&#243;n a esa tarea hist&#243;rica de fusionar al marxismo militante con cientos y miles de luchadores, en el camino de la construcci&#243;n de un partido revolucionario de combate que se proponga la tarea de derribar al sistema capitalista e iniciar la transformaci&#243;n socialista de la sociedad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ello tambi&#233;n abona el terreno para el surgimiento de nuevos fen&#243;menos pol&#237;ticos por izquierda del PC, que ha sido un sector objetivo en la tradici&#243;n de la lucha de clases en el pa&#237;s. Hoy surgen nuevas agrupaciones y organizaciones del movimiento estudiantil, influ&#237;das por distintas estrategias y programas. Han surgido corrientes como la Uni&#243;n Nacional Estudiantil (UNE) que con discursos m&#225;s de izquierda, del pueblo, que hablan de la &#8220;unidad&#8221; de las luchas, etc. se subordinan a la estrategia de colaboraci&#243;n de clases del reformismo; mantienen sus m&#233;todos burocr&#225;ticos e impiden la autoorganizaci&#243;n de masas. Tambi&#233;n el Frente de Estudiantes Libertarios (FEL), que son en realidad liberales peque&#241;oburgueses que mientras hablan de anarquismo se someten a las estructuras burocr&#225;ticas del reformismo y salvaguardan la &#8220;unidad del movimiento&#8221; en base a la colaboraci&#243;n con los partidos reformistas. Grupos como estos, con discursos a la izquierda del reformismo pero igual de moderados, han adquirido un cierto peso el &#250;ltimo tiempo en la Confech, sin que por ello cambie la pol&#237;tica de di&#225;logo social de &#233;sta y de alianza con los parlamentarios de la Concertaci&#243;n, como ha sido todo este primer semestre que bautizaron como el &#8220;mes de las propuestas&#8221;. Son la nueva &#8220;burocracia de izquierda&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por otro lado, surgen nuevos colectivos populares, que est&#225;n en las barricadas, que intentan desafiar al r&#233;gimen y dar una batalla contra la colaboraci&#243;n de clases y contra los partidos burgueses. Estos colectivos surgen en estas luchas y juegan un rol en los sectores m&#225;s de vanguardia. Son distintos a los antes mencionados como la UNE y el FEL. Pero son incapaces de surgir como una alternativa real de direcci&#243;n frente al reformismo: no dan lucha pol&#237;tica f&#233;rrea para educar a la vanguardia en la denuncia sistem&#225;tica de la colaboraci&#243;n de clases con los enemigos, y por eso se terminan subordinando a los m&#233;todos del reformismo. Al carecer de una estrategia revolucionaria, son incapaces de ser una alternativa real de disputa a las direcciones reformistas y de la &#8220;burocracia de izquierda&#8221;. Su estrategia de &#8220;poder popular&#8221; sin la clase obrera como sujeto social de la revoluci&#243;n (sino que dilu&#237;da en el pueblo), de paralelismo a las direcciones burocr&#225;ticas, o su concepci&#243;n de &#8220;unidad de los revolucionarios&#8221; sin estrategia revolucionaria basada en la lucha por organismos de autoorganizaci&#243;n de las masas que se eleven como un poder contrapuesto al poder burgu&#233;s para la lucha por el poder de los explotados y oprimidos, termina siendo impotente para enfrentar las maniobras de la burgues&#237;a y su &#8220;correa de transmisi&#243;n&#8221;: el reformismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Las batallas del PTR por la emergencia del trotskismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde el PTR buscamos contribuir al desarrollo de la lucha de clases interviniendo activamente con un programa y una estrategia revolucionaria, trotskista. Estamos lejos aun de ser un verdadero partido revolucionario que tenga en su seno a miles de militantes y dirigentes obreros revolucionarios probados en combates importantes, cientos de estudiantes e intelectuales, que gane peso e influencia en el movimiento obrero y de masas y que surja de la fusi&#243;n del marxismo militante con lo mejor de la vanguardia obrera y juvenil bajo la experiencia y lecciones comunes de la lucha de clases. Tanto la lucha por una estrategia de la clase trabajadora con una pol&#237;tica de independencia de clase contra los intentos de subordinar a la clase trabajadora a la colaboraci&#243;n con partido patronales, como por la lucha por la auto-organizaci&#243;n de los explotados y oprimidos en organismos de combate, bases de un nuevo Estado, creemos que es imprescindible forjar, en estos combates, una potente herramienta de hierro de la clase trabajadora, un partido revolucionario. Sin ese partido no podremos vencer a la burgues&#237;a, que adem&#225;s de sus recursos econ&#243;micos, pol&#237;ticos y militares, cuentan con partidos y organizaciones reformistas (como el Partido Comunista) que militan en el movimiento obrero y estudiantil llevando sus luchas hacia una alianza con partidos patronales para hacer reformas al r&#233;gimen y no para que esas batallas se transformen en combates de clase y en educaci&#243;n revolucionaria de los trabajadores y estudiantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos conscientes de la enorme tarea por delante. Somos una peque&#241;a fuerza con la ambici&#243;n de ligarnos a miles de j&#243;venes de vanguardia para pelear en com&#250;n en la lucha por enfrentar y derrocar la herencia de la dictadura y luchar por la revoluci&#243;n socialista. Hemos dado pasos hacia eso: en nuestra lucha el a&#241;o pasado, siendo parte de esos miles de j&#243;venes, buscando organizarlos para ser una alternativa a la burocracia estudiantil reformista, en la Asamblea por la Educaci&#243;n Gratuita (donde se organizaron cientos de estudiantes con un programa alternativo a la burocracia estudiantil), en la lucha por impulsar una Asamblea General de Lucha con delegados mandatados y revocables que pueda superar los organismos burocr&#225;ticos de decenas de estudiantes mientras &#233;ramos cientos de miles en las calles. Estuvimos en la primera l&#237;nea defendiendo las barricadas, siendo parte de ellas, buscando organizarlas masivamente en asambleas. Fuimos parte de la toma de los liceos, y en uno de ellos, el liceo A90 de San Miguel, fuimos activos impulsores de la lucha por la autogesti&#243;n que cuestionaba los mecanismos de autoritarismo del r&#233;gimen en los liceos y que permitiera coordinar la lucha por el cogobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En la Usach, siendo un grupo muy reducido, fuimos parte activa de la emergencia de una vanguardia que se enfrent&#243; a la burocracia estudiantil del Partido Comunista y la Concertaci&#243;n, que ten&#237;a como presidente de la Federaci&#243;n a Camilo Ballesteros de las Juventudes Comunistas, que buscaba el v&#237;nculo directo con el ministro de Educaci&#243;n para desviar la lucha. La lucha contra la burocracia en la Usach fue la m&#225;s avanzada del pa&#237;s en este cuestionamiento. Ya en secundarios se ven&#237;a cuestionamiento el rol de las Juventudes Comunistas, su pol&#237;tica de &#8220;plebiscito&#8221; y sus intentos de desviar la lucha y darla por terminada. Por eso les cost&#243;, porque tambi&#233;n surgi&#243; un fuerte cuestionamiento a la conducci&#243;n. Tambi&#233;n en algunas universidades. Pero en la Usach se dio una batalla de frente contra la burocracia, incluso en t&#233;rminos f&#237;sicos donde las Juventudes Comunistas llevaron inmediatamente a sus matones para defender el &#8220;ampliado&#8221; de Federaci&#243;n (donde s&#243;lo decid&#237;an los presidentes de Centros de Estudiantes) cuando se desarroll&#243; la confrontaci&#243;n con la base. Esas direcciones eran un obst&#225;culo para conquistar la educaci&#243;n gratuita, para construir una amplia alianza con el movimiento secundario y organizar la lucha. Esa batalla en la Usach, cuando las direcciones intentaban con todo bajar la lucha, abri&#243; un enorme cuestionamiento a la burocracia y estuvo a pocos pasos de derribar la mesa ejecutiva e imponer un organismo combativo de delegados, con un programa alternativo. Bajo diversas formas se hab&#237;a dado esa batalla: primero con formas de organizaci&#243;n intercarrera desde la base para luchar por un programa donde encabece la educaci&#243;n gratuita ahora; luego, la &#8220;asamblea de la disidencia&#8221; de cientos de estudiantes; en las elecciones de fin de a&#241;o, donde se eleg&#237;a una nueva conducci&#243;n de Federaci&#243;n en base al voto universal de estudiantil, encabezamos la lista &#8220;Seguimos en Pie&#8221;, y obtuvimos la segunda mayor&#237;a con m&#225;s de 2.000 votos, en una importante votaci&#243;n (casi 7.000 estudiantes; el a&#241;o anterior la participaci&#243;n fue de 2.000, en una universidad concentrada que tiene m&#225;s de 18.000 estudiantes). Superamos ampliamente la lista de la JJCC que ten&#237;a la presidencia en una alianza con la Concertaci&#243;n. Aunque gan&#243; esta &#250;ltima movilizando los votos de las carreras &#8220;antimovilizaci&#243;n&#8221; y con votos de la lista de la JJCC, que una lista de &#8220;extrema izquierda&#8221; llegara segunda, con una importante votaci&#243;n, muestra el cambio de situaci&#243;n y las nuevas oportunidades para la intervenci&#243;n en la lucha de clases y la pelea por la construcci&#243;n de un partido revolucionario.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Filosof&#237;a de la U. de Chile intentamos activamente ligarnos a los liceos tomados de la comuna, a ser parte de las asambleas que organizaran la lucha callejera. Tambi&#233;n en diversos sectores: en Antofagasta en la UCN, y ahora jugando un rol central en movimiento secundario. En Temuco, en la UCT, siendo parte activa de la organizaci&#243;n de la universidad y la lucha, ligada a estudiantes mapuche y con relaciones con el pueblo mapuche, una cuesti&#243;n estrat&#233;gica no solo en la zona, sino en el pa&#237;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los pr&#243;ximos combates, mientras las direcciones buscan moderar las batallas y el gobierno intenta recomponerse y golpear de nuevo, pueden abrir nuevas formas de organizaci&#243;n con sectores que se enfrenten a la burocracia. La Usach, junto a la experiencia del liceo A90 en la comuna de San Miguel (conocido por amplios sectores de la vanguardia secundaria), son experiencias para esos pr&#243;ximos combates, y pueden anunciar una tendencia que permita enfrentar a la burocracia en la lucha por la emergencia de organismos de autoorganizaci&#243;n y de combate.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En Chile ha habido poderosas e importantes experiencias de autoorganizaci&#243;n de masas. El principal fen&#243;meno fueron los Cordones Industriales de los '70, que se transformaron en un incipiente doble poder en la capital del pa&#237;s, ligando por la base las industrias, al obrero y al poblador. La burocracia sindical intent&#243; no ya contener ese proceso, sino cercenarlo, a trav&#233;s de la CUT (que dirig&#237;a el PC y donde tambi&#233;n ten&#237;a peso la DC). La inexistencia de un partido revolucionario que amplificara esos organismos, buscara extenderlos y coordinarlos, y luchara contra la pol&#237;tica de la colaboraci&#243;n de clases de los partidos reformistas para cercenar esos organismos, y buscar transformarlos en verdaderos organismos de la lucha por el poder, fue una debilidad estrat&#233;gica clave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy buscamos tender un puente hacia esos cientos y miles de j&#243;venes que buscan organizarse para enfrentar al r&#233;gimen. Por ello en nuestro reciente II Congreso hemos discutido y votado reimpulsar la Agrupaci&#243;n Combativa y Revolucionaria (ACR) nacida en Noviembre de 2011 como una corriente nacional que intente agrupar a miles de j&#243;venes para emerger como una corriente alternativa de peso, con un programa revolucionario, y que busque fusionar a la militancia trotskista juvenil en una experiencia en com&#250;n con cientos de los mejores luchadores en cada lugar donde estamos. Una juventud que luche para reanudar la batalla por la educaci&#243;n 100% p&#250;blica, gratuita, laica e intercultural que termine con el negocio de los empresarios de la educaci&#243;n, para unirse a la clase trabajadora y ser parte de sus batallas, que organice a la juventud trabajadora en sus lugares de trabajo y estudio; que luche contra la represi&#243;n y criminalizaci&#243;n de la protesta; que enfrente a la burocracia estudiantil y sindical luchando por organizaciones desde las bases; que luche por los derechos de las mujeres y de la diversidad sexual, contra el conservadurismo impuesto de la Iglesia y la derecha, una juventud que sea parte de la lucha internacional de los explotados y oprimidos que empieza a emerger, con una clara perspectiva internacionalista y anticapitalista y que se ponga en pie de guerra contra toda la herencia pinochetista. Esto, para dar los primeros pasos hacia la fusi&#243;n del marxismo revolucionario, el trotskismo, con una nueva juventud sin miedo, en la lucha por construir un partido revolucionario de combate que se proponga terminar con el capitalismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;1&#176; de agosto de 2012&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;hr /&gt;
		&lt;div class='rss_notes'&gt;&lt;div id=&#034;nb2-1&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-1&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-1&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;1&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Coalici&#243;n electoral formada durante la campa&#241;a electoral integrada por la Uni&#243;n Dem&#243;crata Independiente (UDI), partido nacido en dictadura y liderado por Jaime Guzm&#225;n, principal autor de la Constituci&#243;n Pol&#237;tica de la Rep&#250;blica de 1980, quien luego fuera asesinado en 1990; Renovaci&#243;n Nacional, reciclaje del Partido Nacional, y un partido menor, Chile Primero, que luego se separ&#243; del gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-2&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-2&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-2&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;2&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Naci&#243; en 1988 en la campa&#241;a del Plebiscito por si continuaba o no la dictadura, bajo el nombre &#8220;Concertaci&#243;n de Partidos por el No&#8221;. Luego se constituye como coalici&#243;n de gobierno, integrada por la Democracia Cristiana (DC), Partido Socialista (PS), Partido Por la Democracia (PPD) y el Partido Radical Social Dem&#243;crata (PRSD).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-3&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-3&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-3&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;3&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Esto se expresa en la continuidad de la entrega de recursos naturales a los capitales imperialistas y grandes grupos econ&#243;micos, como es el caso de la miner&#237;a de cobre (donde la participaci&#243;n privada pas&#243; del 30% al 70% en los &#250;ltimos 20 a&#241;os), las enormes reservas de litio que ser&#225;n licitadas entre empresas privadas o la entrega de tierras en el sur para la explotaci&#243;n forestal, muchas de ellas usurpadas por medios violentos al pueblo mapuche. Al mismo tiempo la derecha y la Concertaci&#243;n han llevado adelante un ataque sobre las condiciones de vida y de trabajo de las grandes mayor&#237;as. As&#237;, la participaci&#243;n de los salarios en la renta nacional cay&#243; del 43,5% en 1992 a 35,8% en 2010. Por otra parte, mientras el PIB per capita (paridad de poder de compra) este a&#241;o puede sobrepasar los 17.500 d&#243;lares, el 75% de los trabajadores viven con menos 7.000 d&#243;lares al a&#241;o.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-4&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-4&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-4&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;4&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Karina Narbona, &#8220;La ret&#243;rica de la felicidad y los trabajadores pobres&#8221;, &lt;a href=&#034;http://www.fundacionsol.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.fundacionsol.cl&lt;/a&gt;, 31/07/2012.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-5&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-5&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-5&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;5&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Alexander P&#225;ez, &#8220;Cuando el trabajo no alcanza para vivir&#8221;, &lt;a href=&#034;http://www.fundacionsol.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.fundacionsol.cl&lt;/a&gt;, 31/07/2012.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-6&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-6&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-6&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;6&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;Revuelo por disminuci&#243;n de la pobreza&#8221;, editorial de El Mercurio, 24/07/2012.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-7&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-7&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-7&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;7&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Han habido cambios cosm&#233;ticos, como el que realiz&#243; el presidente Ricardo Lagos del Partido Socialista en 2005 con algunas reformas parciales, conservando lo fundamental de la herencia de la dictadura. Por eso, al terminar su mandato, el entonces presidente de la Asociaci&#243;n de Bancos e Instituciones Financieras, Hern&#225;n Somerville se&#241;al&#243;: &#8220;los empresarios aman a Ricardo Lagos&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-8&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-8&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-8&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;8&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Seg&#250;n la &#250;ltima encuesta del Centro de Estudios P&#250;blicos (CEP) el Gobierno cuenta con un 59% de desaprobaci&#243;n, el presidente le produce desconfianza a un 68% de los encuestados, un 50% rechaza a la Concertaci&#243;n y un 52% al oficialismo, un 73% desaprueba a la C&#225;mara de Diputados y un 68% al Senado, mientras que se desplom&#243; la confianza en instituciones como la Iglesia, la Polic&#237;a (que ven&#237;a siendo una de las m&#225;s prestigiosas). Estos resultados son los peores de los &#250;ltimos 20 a&#241;os para la burgues&#237;a.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-9&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-9&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-9&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;9&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;El movimiento estudiantil estuvo dispuesto a transitar por sus pasillos (Parlamento), a hablar en su comisi&#243;n, a reunirse con los partidos pol&#237;ticos que les han llamado&#8221;. Ver Alberto Mayol, &#8220;La disoluci&#243;n del Congreso&#8221;, en El Mostrador, 24/07/2012.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-10&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-10&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-10&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;10&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;La organizaci&#243;n la compon&#237;an: Organizaciones de Trabajadores: Agrupaci&#243;n Nacional de Empleados Fiscales (ANEF) regi&#243;n de Ays&#233;n, Central Unitaria de Trabajadores (CUT) Coyhaique, Mesa Sector P&#250;blico Regional, Sindicato de Trabajadores Independientes Walter Montiel de Puerto Chacabuco; Pescadores: Pescadores Artesanales de Ays&#233;n, Federaci&#243;n de Pescadores de Melinka, Sindicato de Pescadores Artesanales Nuevo Horizonte de Puyuhuapi, Pescadores Artesanales de Puerto Chacabuco, Sindicato de Perscadores Artesanales Playas Blancas; Ciudadanas: Agrupaci&#243;n de los Derechos Ciudadanos de Ays&#233;n, Movimiento Ciudadano Patagonia Unida, Agrupaci&#243;n J&#243;venes Tehuelches, Comit&#233; de vivienda Ayel&#233;n, Comit&#233; de ampliaci&#243;n &#8220;Con esfuerzo todo se puede&#8221; de Puerto Ays&#233;n; Mujeres: Sindicato de mujeres del mar de Puerto Chacabuco; Medioambiente: Movimiento Ciudadano Patagonia sin Represas; Comit&#233; Agua y Vida; Pobladores: Junta de Vecinos Michelatto de Puerto Ays&#233;n; Campesinos: Asociaci&#243;n Gremial Campesina Patagonia H&#250;meda Siempre Verde; Iglesia: Vicariato Apost&#243;lico de Ays&#233;n; Mapuche: Agrupaci&#243;n Wall Mapu. Organizaciones empresariales: Confederaci&#243;n de la Producci&#243;n y el Comercio, C&#225;mara de Comercio local. Adem&#225;s de parlamentarios de la zona de la Concertaci&#243;n y la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-11&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-11&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-11&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;11&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Entre los 10 puntos se encontraba la disminuci&#243;n del alto costo de los combustibles, la equidad laboral, la renacionalizaci&#243;n de los recursos naturales, rebajas en el costo de la canasta b&#225;sica, salud de calidad, universidad p&#250;blica regional, etc.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-12&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-12&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-12&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;12&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Tambi&#233;n la Comisi&#243;n de Orden y Seguridad de la C&#225;mara de Diputados vot&#243; un proyecto sobre esto, promovido por la derecha (UDI y RN) y la Concertaci&#243;n ( DC y PPD).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-13&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-13&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-13&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;13&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Esto incluye establecer responsabilidad penal &#8220;para quienes participen o hayan incitado, promovido o fomentado, des&#243;rdenes o cualquier otro acto de fuerza o violencia que importe la realizaci&#243;n de determinados hechos graves como paralizar o interrumpir alg&#250;n servicio p&#250;blico, tales como los hospitalarios, los de emergencia y los de electricidad, combustibles, agua potable, comunicaciones o transporte. Igualmente, son des&#243;rdenes p&#250;blicos penalmente relevantes los que importan, mediando fuerza o violencia, invadir, ocupar o saquear viviendas, oficinas, establecimientos comerciales, industriales, educacionales, religiosos o cualquiera otro, sean privados, fiscales o municipales; o si importan impedir o alterar la libre circulaci&#243;n de las personas o veh&#237;culos por puentes, calles, caminos u otros bienes de uso p&#250;blico semejantes; atentar en contra de la autoridad o sus agentes; o si se emplean armas de fuego, cortantes o punzantes, artefactos o elementos explosivos, incendiarios o qu&#237;micos u otros capaces de producir da&#241;os a las personas o a la propiedad para tales efectos; en fin, si importan causar da&#241;os a la propiedad ajena, sea p&#250;blica, municipal o particular.&#8221; (Proyecto de Ley que fortalece el Resguardo del Orden P&#250;blico).&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-14&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-14&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-14&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;14&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Tras el fracaso del &#8220;caso bombas&#8221;, ahora quieren que el &#8220;ejemplo&#8221; sea el &#8220;Caso Pitronello&#8221;, un joven anarquista de 23 a&#241;os quien mientras instalaba un artefacto explosivo en una sucursal bancaria de la zona sur de Santiago, por una falla en la detonaci&#243;n, perdi&#243; la mano derecha, 3 dedos de la mano izquierda y qued&#243; con el 30% del cuerpo quemado, adem&#225;s de estar inconsciente una semana. Ahora lo est&#225;n juzgando con la Ley Antiterrorista pidiendo 15 a&#241;os de c&#225;rcel.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-15&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-15&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-15&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;15&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;A cargo del ex fiscal Pe&#241;a, el principal instigador del montaje del &#8220;Caso bombas&#8221;. En el gobierno de Pi&#241;era ya van procesados 40 luchadores mapuche.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-16&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-16&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-16&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;16&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;Avanzar hacia la primavera chilena&#8221;, &lt;a href=&#034;http://www.elquintopoder.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.elquintopoder.cl&lt;/a&gt;, 03/08/2012.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-17&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-17&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-17&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;17&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;&#8220;De cara al futuro&#8221;, &lt;a href=&#034;http://www.cambio21.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.cambio21.cl&lt;/a&gt;, 22/06/2012, p. 3.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&#034;nb2-18&#034;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip_note_ref&#034;&gt;[&lt;a href=&#034;#nh2-18&#034; class=&#034;spip_note&#034; title=&#034;Notas 2-18&#034; rev=&#034;appendix&#034;&gt;18&lt;/a&gt;] &lt;/span&gt;Ib&#237;dem, p. 14.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Greve Hist&#243;rica dos mineiros em La Escondida</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Greve-Historica-dos-mineiros-em-La-Escondida</link>
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		<dc:date>2011-08-03T17:42:35Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A greve por tempo indeterminado dos mineiros da maior mina privada de cobre do mundo, La Escondida (do grupo anglo-australiano BHP Billiton), cumpre seu 6&#176; dia.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_2106 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L400xH267/La_minera_2-2291e.jpg?1692697013' width='400' height='267' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve por tempo indeterminado dos mineiros da maior mina privada de cobre do mundo, La Escondida (do grupo anglo-australiano BHP Billiton), cumpre seu 6&#176; dia. O que se iniciou como uma paralisa&#231;&#227;o de 24h contra a redu&#231;&#227;o unilateral de benef&#237;cios tornou-se uma greve por tempo indeterminado, exigindo uma indeniza&#231;&#227;o de b&#244;nus compensat&#243;rio, renegocia&#231;&#227;o das condi&#231;&#245;es de trabalho e que cessem os abusos e as pr&#225;ticas anti-sindicais da empresa. A paralisa&#231;&#227;o &#233; de 100% e a mineradora j&#225; perdeu cerca de 180 milh&#245;es de d&#243;lares. Houve manifesta&#231;&#245;es e bloqueios de estradas. A expectativa &#233; se juntar a 9000 subcontratados da minera&#231;&#227;o privada que exigem 50% do v&#237;nculo que exigem os mineiros da planta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve tamb&#233;m reuni&#245;es de coordena&#231;&#227;o com a Federa&#231;&#227;o de Trabalhadores do Cobre (FTC) da estatal Codelco, que a 11 de julho protagonizaram uma paralisa&#231;&#227;o contra as tentativas encobertas de privatiza&#231;&#227;o e com a Federa&#231;&#227;o Mineira que agrupa os trabalhadores de f&#225;brica das minas privadas. Da mesma forma anunciaram que tudo faz parte de um processo maior de luta pela renacionaliza&#231;&#227;o do cobre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na quinta&#8211;feira 28, se iniciam as negocia&#231;&#245;es entre a Confedera&#231;&#227;o de Trabalhadores do Cobre (CTC) que re&#250;ne os trabalhadores subcontratados da estatal Codelco e das empresas empreiteiras na procura de um melhor cumprimento do acordo de 2007 e n&#227;o se descarta que podem se iniciar mobiliza&#231;&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos em tempos de lucros milion&#225;rios para as mineradoras, com os pre&#231;os do cobre numa alta hist&#243;rica, que empurra a novas lutas e incendeia a preocupa&#231;&#227;o dos empres&#225;rios, e La Escondida atua como um &#8220;caso testemunho&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Multinacional mostra sua intransig&#234;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dirigentes sindicais pediram a media&#231;&#227;o do Minist&#233;rio do Trabalho que tem procurado buscar aproxima&#231;&#227;o entre a empresa e o sindicato. Mas a empresa n&#227;o aceitou nenhuma media&#231;&#227;o, qualificou a greve de &#8220;ilegal&#8221; e n&#227;o descarta san&#231;&#245;es e demiss&#245;es (a lei permite que a empresa possa despedir trabalhadores se se ausentam por dois dias sem justifica&#231;&#227;o). Na ter&#231;a-feira, se negaram a participar de uma reuni&#227;o, para n&#227;o legitimar uma negocia&#231;&#227;o que segundo a empresa n&#227;o corresponde porque o b&#244;nus era uma oferta unilateral e n&#227;o h&#225; negocia&#231;&#227;o coletiva em curso. Os dirigentes sindicais disseram que isso corresponde a uma negocia&#231;&#227;o &#8220;n&#227;o regulamentada&#8221; e anunciaram a&#231;&#245;es judiciais contra a empresa. O governo, embora tenha dito que n&#227;o se envolver&#225; no processo, desde o primeiro dia desde o Seremi de Minera&#231;&#227;o da regi&#227;o de Antofagasta, declarou que a greve era &#8220;ilegal&#8221; somando-se ao discurso da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As dire&#231;&#245;es sindicais: m&#233;todos burocr&#225;ticos e corporativos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As dire&#231;&#245;es sindicais (da Concertaci&#243;n, do PC e sindicalistas independentes pr&#243;ximos a eles) lidaram com a paralisa&#231;&#227;o com m&#233;todos burocr&#225;ticos e corporativos: decidem tudo em reuni&#245;es fechadas, sem uma decis&#227;o da base, e n&#227;o buscaram unidade com os subcontratados (terceirizados). No marco da enorme luta por a educa&#231;&#227;o em curso (e na mesma regi&#227;o h&#225; ocupa&#231;&#245;es e greves estudantis), estas dire&#231;&#245;es mant&#234;m cada luta isolada da outra, evitando uma coordena&#231;&#227;o. E disso se aproveitam os empres&#225;rios e o governo para golpear a cada setor dividido, como fizeram em duas greves de terceirizados de La Escondida e da Codelco nestes dois meses, que terminaram em derrotas, como fazem agora com a luta estudantil. Por isso, desde o PTR viemos apoiando e participando nesta greve, lutando em seu interior para que se coloque de p&#233; um comit&#234; de greve desde as bases com delegados e assembl&#233;ias que permita unificar as for&#231;as dos contratados e dos terceirizados, e unificar esta luta em um comit&#234; de luta com os estudantes e professores, quest&#227;o estrat&#233;gica para vencer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continua a luta pela educa&#231;&#227;o e emergem novos &#8220;focos de conflito&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mobiliza&#231;&#245;es pela educa&#231;&#227;o, que embora tenham reflu&#237;do e o governo tenha conseguido recuperar a iniciativa, continuam. H&#225; dezenas de escolas e faculdades que se mantiveram ocupadas e paralisadas, h&#225; 36 estudantes em greve de fome. Na semana passada houve protestos de moradores afetados pelo terremoto no ano passado, reprimidos e o governo conseguiu desmobiliz&#225;-las com mais subs&#237;dios e comprometendo-se a apurar a reconstru&#231;&#227;o. Na manh&#227; de quarta-feira, um protesto espont&#226;neo de centenas de trabalhadores cortou o tr&#226;nsito reclamando contra a espera de mais de duas horas em uma excurs&#227;o do Transantiago, na comunidade de Provid&#234;ncia. Os Mapuche da comunidade Temucuicui no sul do pa&#237;s, se enfrentaram com a pol&#237;cia e anunciaram novos protestos para recuperar as terras despojadas. Estes v&#225;rios conflitos que come&#231;am a surgir s&#227;o novos epis&#243;dios que marcam uma crise de regime, de governo, dos partidos patronais e mostram o mal-estar social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;28 / 07/ 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Paro hist&#243;rico de los mineros de La Escondida </title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Paro-historico-de-los-mineros-de-La-Escondida</link>
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		<dc:date>2011-07-28T05:51:57Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica Internacional</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El paro indefinido de los mineros de la mina privada de cobre m&#225;s grande del mundo, La Escondida (del grupo anglo-australiano BHP Billiton), cumple su 6to d&#237;a.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

/ 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Libertades-Democraticas" rel="tag"&gt;Libertades Democr&#225;ticas&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica-Internacional" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica Internacional&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mientras contin&#250;a la lucha educativa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El paro indefinido de los mineros de la mina privada de cobre m&#225;s grande del mundo, La Escondida (del grupo anglo-australiano BHP Billiton), cumple su 6to d&#237;a. Lo que inici&#243; como un paro de 24 hs. contra la rebaja unilateral de beneficios, se ha vuelto una huelga indefinida, reclamando un bono compensatorio, renegociaci&#243;n de condiciones laborales y parar los abusos y las pr&#225;cticas anti-sindicales de la empresa. La paralizaci&#243;n es de 100% y la minera ya perdi&#243; alrededor de 180 millones de d&#243;lares. Hubo manifestaciones y bloqueos de caminos. Se espera tambi&#233;n que se unan 9.000 subcontratistas de mineras privadas que exigen el 50% del bono que exigen los mineros de planta. &lt;br class='autobr' /&gt;
Adem&#225;s, hubo reuniones de coordinaci&#243;n con la Federaci&#243;n de Trabajadores del Cobre (FTC) de la estatal Codelco, que el 11/7 protagonizaron un parazo contra los intentos de privatizaci&#243;n encubierta, y con la Federaci&#243;n Minera que agrupa a los trabajadores de planta de las minas privadas. Asimismo han anunciado que todo esto es parte de un proceso mayor para luchar por la renacionalizaci&#243;n del cobre. &lt;br class='autobr' /&gt;
El jueves se inician las negociaciones entre la Confederaci&#243;n de Trabajadores del Cobre (CTC) que agrupa a los trabajadores subcontratistas de la estatal Codelco y las empresas contratistas en demanda por mejor cumplimiento del acuerdo de 2007, y no se descarta puedan iniciar movilizaciones.&lt;br class='autobr' /&gt;
Estamos en momentos de ganancias millonarias para las mineras, con el cobre al alza en precios hist&#243;ricos, que ha empujado nuevas luchas y enciende la preocupaci&#243;n de los empresarios, y La Escondida act&#250;a como un &#8220;caso testigo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La multinacional muestra su intransigencia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los dirigentes sindicales han pedido la mediaci&#243;n de la Direcci&#243;n del Trabajo que ha buscado el acercamiento entre la empresa y el sindicato. Pero la empresa no ha aceptado ninguna mediaci&#243;n, ha calificado la huelga de &#8220;ilegal&#8221; y no descarta sanciones y despidos (la ley faculta a la empresa para despedir trabajadores si se ausentan dos d&#237;as sin justificaci&#243;n). El d&#237;a martes, se neg&#243; a asistir a una reuni&#243;n, para no legitimar una negociaci&#243;n que seg&#250;n la empresa no corresponde porque el bono hab&#237;a sido un ofrecimiento unilateral y no hay negociaci&#243;n colectiva en curso. Los dirigentes sindicales han dicho que esto corresponde a una negociaci&#243;n &#8220;no reglada&#8221; y han anunciado demandas contra la empresa. El gobierno, aunque ha dicho que no se involucrar&#225; en el proceso, el primer d&#237;a desde el Seremi de Miner&#237;a de la regi&#243;n de Antofagasta, declar&#243; que la huelga era &#8220;ilegal&#8221; sumando su voz a la de la empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Las direcciones sindicales: m&#233;todos burocr&#225;ticos y corporativos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las direcciones sindicales (de la Concertaci&#243;n, del PC y sindicalistas independientes cercanos a &#233;stos) han manejado el paro con m&#233;todos burocr&#225;ticos y corporativos: deciden todo en reuniones cerradas de los dirigentes sin decisi&#243;n de la base y no han buscado la unidad con los subcontratistas (tercerizados). En el marco de la enorme lucha por la educaci&#243;n en curso (y en la misma regi&#243;n hay tomas y paros estudiantiles), estas direcciones mantienen cada lucha por su lado, evitando una cordinaci&#243;n. Y eso lo aprovechan los empresarios y el gobierno para golpear a cada sector dividido, como hicieron en dos huelgas de subcontratistas de La Escondida y de Codelco estos dos meses, que terminaron en derrotas y como hacen ahora con la lucha estudiantil. Por eso desde el PTR que venimos apoyando y participando de este paro luchando al interior por poner en pie un comit&#233; de paro desde las bases con delegados y asambleas que permita unificar las fuerzas de los de planta y subcontratistas, y unificar esta lucha en un comit&#233; de lucha con los estudiantes y los profesores, cuesti&#243;n estrat&#233;gica para vencer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contin&#250;a la lucha por la educaci&#243;n y emergen nuevos &#8220;focos de conflicto&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las movilizaciones por la educaci&#243;n, que aunque han retrocedido y el gobierno logr&#243; retomar la iniciativa, contin&#250;an. Son decenas de liceos y facultades que se mantienenen en toma y paro, y hay 36 estudiantes en huelga de hambre. La semana pasada hubo protestas de pobladores damnificados por el terremoto del a&#241;o pasado, reprimidas y el gobierno logr&#243; desactivarlas con m&#225;s subsidios y comprometi&#233;ndose a apurar la reconstrucci&#243;n. El mi&#233;rcoles en la ma&#241;ana una protesta espont&#225;nea de un centenar de trabajadores cortaron el tr&#225;nsito reclamando contra la espera de m&#225;s de 2 horas en un recorrido del Transantiago, en la comuna de Providencia. Los mapuche de la comunidad Temucuicui en el sur del pa&#237;s, se han enfrentado con la polic&#237;a y han anunciado nuevas movilizaciones para recuperar las tierras despojadas. Estos diversos conflictos que empiezan a emerger son nuevos episodios que marcan la crisis del r&#233;gimen, del gobierno, de los partidos patronales, y muestran el malestar social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fuerte represi&#243;n en el r&#233;gimen de la derecha y la Concertaci&#243;n&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La semana pasada la polic&#237;a entr&#243; con m&#225;s de 200 bombas lacrim&#243;genas en la aldea El Molino de los damnificados de Dichato. El 21/7 en una masiva protesta de los estudiantes de Concepci&#243;n en solidaridad con los pobladores, la polic&#237;a entr&#243; al campus de la Universidad de Concepci&#243;n, detuvo a 6 estudiantes y los golpe&#243; fuertemente. El secretario general de la Federaci&#243;n de estudiantes de esa universidad, Recaredo G&#225;lvez fue dejado inconsciente. Ahora est&#225; en prisi&#243;n preventiva y ser&#225; juzgado por &#8220;homicidio frustrado&#8221; y porte ilegal de armas, por un montaje policial del que lo quiere cargar la polic&#237;a y el gobierno por ser una de las federaciones m&#225;s a izquierda. A su vez, dirigentas de la Asamblea Coordinadora de Estudiantes Secundarios (ACES) fueron golpeadas brutalmente, detenidas, desnudadas y manoseadas por carabineros tras una protesta. Esto es parte del d&#237;a a d&#237;a de la represi&#243;n en el Chile de la Concertaci&#243;n y la derecha, que se mantienen en total impunidad, tanto los represores de ayer como los de hoy. Reclamamos la libertad ya de Recaredo G&#225;lvez y la necesidad de impulsar una campa&#241;a por su liberaci&#243;n y para terminar con la represi&#243;n y la impunidad.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;28 de julio de 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Crisis y cuestionamiento del r&#233;gimen con masivas protestas</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Crisis-y-cuestionamiento-del-regimen-con-masivas-protestas</link>
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		<dc:date>2011-07-21T16:06:43Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;En Chile educaci&#243;n p&#250;blica no es sin&#243;nimo de educaci&#243;n gratuita: estudiar en la Universidad del estado es tan caro como estudiar en una privada, siendo imposible para la inmensa mayor&#237;a de la juventud. Los que s&#237; pueden lo hacen a costa de endeudarse, a veces para toda la vida.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;La educaci&#243;n secundaria p&#250;blica est&#225; municipalizada, lo que abre una enorme brecha entre la educaci&#243;n p&#250;blica de los barrios altos y la de las barriadas obreras, adem&#225;s de la fuerte subvenci&#243;n a los colegios religiosos y laicos privados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La pol&#237;tica econ&#243;mica neoliberal, impuesta a punta de pistola por el pinochetismo y continuada en los 20 a&#241;os de la Concertaci&#243;n, transform&#243; la educaci&#243;n en una de las fuentes de ganancia m&#225;s importantes para la burgues&#237;a chilena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La revuelta de los ping&#252;inos del 2006 pate&#243; el tablero pero careci&#243; de una pol&#237;tica independiente del gobierno (de la socialista Bachelet), que lograra evitar la trampa del desv&#237;o e impidiera que todo terminara en una comisi&#243;n asesora que no hizo m&#225;s que dar aire para la desmovilizaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, en los &#250;ltimos meses, los estudiantes chilenos volvieron a la carga, con m&#225;s experiencia y un gobierno de derecha y tecnocr&#225;tico cuyo ministro de educaci&#243;n, Joaquin Lavin, era el due&#241;o de una de las universidades privadas m&#225;s importantes de Chile.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El movimiento estudiantil chileno que hoy est&#225; en las calles es hist&#243;rico por su movilizaci&#243;n y por la profundidad de sus demandas. Es importante que la juventud revolucionaria del lado de ac&#225; de la cordillera siga de cerca este proceso.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Las masivas movilizaciones de estos dos &#250;ltimos meses -las m&#225;s grandes en 21 a&#241;os- han golpeado duramente al r&#233;gimen pol&#237;tico, lo que se ha expresado en el derrumbe en las encuestas: del gobierno, los partidos patronales de derecha y Concertaci&#243;n, las instituciones como el senado, diputados y la justicia. El desplome del gobierno (31% aprobaci&#243;n y 62% de rechazo) ha forzado un nuevo cambio de gabinete.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Un momento de transici&#243;n&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primero fue tras la irrupci&#243;n de masivas protestas en Magallanes contra el &#8220;gasolinazo&#8221; que buscaba aumentar el precio de la energ&#237;a para la poblaci&#243;n. Las masivas movilizaciones han cuestionando el modelo educativo. Se ha desmantelado la supuesta &#8220;reconstrucci&#243;n&#8221; tras el terremoto. Los pobladores de Dichato, que viven en campamentos de emergencia, el d&#237;a s&#225;bado prendieron barricadas, bloquearon el paso al balneario y se enfrentaron con la polic&#237;a. En el &#225;mbito laboral dieron un m&#237;sero aumento salarial de 5,8%. Anuncian el despido en 5 a&#241;os de 2.600 trabajadores de Codelco, y empiezan a privatizar silenciosamente. Por eso el 11/7 un parazo de los mineros de Codelco fue una prueba de fuerzas contra la pol&#237;tica del gobierno. El anuncio de paralizaci&#243;n en Valpara&#237;so, el &#8220;porte&#241;azo&#8221; contra las medidas de impulso competitivo, hizo suspender al gobierno la aplicaci&#243;n de 6 medidas claves en su estrategia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos en una &#8220;fase de transici&#243;n&#8221; de la crisis del ciclo pol&#237;tico concertacionista y el paso a una nueva etapa donde cobren m&#225;s peso los aspectos de crisis pol&#237;ticas y emergencia de movilizaciones y procesos de lucha de clases. Pese al enorme crecimiento econ&#243;mico que vive el pa&#237;s (sobre 6%, que act&#250;a como factor &#8220;estabilizador&#8221; y mantiene unida a la burgues&#237;a), la crisis de la Concertaci&#243;n, sost&#233;n del r&#233;gimen post-dictadura, que actu&#243; como el &#8220;partido de contenci&#243;n&#8221; de las demandas sociales y populares (apoyado por el Partido Comunista), ha hecho emerger diversos procesos de lucha y movilizaciones de masas, que empiezan a presionar por sus demandas y a apuntar contra lo m&#225;s odiado del r&#233;gimen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &#225;nimo intenta ser desactivado por el gobierno: desmovilizar con su pol&#237;tica del GANE (Gran Acuerdo Nacional por la Educaci&#243;n), tratando de desviar todo al parlamento; criminalizando la lucha; llegando a acuerdos parciales con los Rectores para que traten de aislar a los universitarios (y base para empezar a bajar las tomas de Facultades); aislando a los secundarios. A la vez, se apoyan en las direcciones: el PC a trav&#233;s del Colegio de Profesores, las JJCC y la Concertaci&#243;n desde la Confech apuntan a un Gran Acuerdo Social por la Educaci&#243;n, para ir a una negociaci&#243;n con &#8220;todos los actores&#8221;, consensuando un petitorio m&#237;nimo de 4 puntos, dejando aislada la demanda de educaci&#243;n gratuita. Los colectivos populares con un discurso m&#225;s combativo, siguen esta pol&#237;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&#237;, se est&#225; en un momento desigual: aunque hay rechazo al GANE, estas pol&#237;ticas llevan a un callej&#243;n sin salida; los secundarios mantienen las tomas pero los universitarios empiezan a bajarlas; la distancia entre movilizaciones de cientos de miles y activistas en las tomas, de algunas decenas, en vez de cerrarse se agranda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No solo los estudiantes, sino tambi&#233;n, inicialmente, la clase obrera&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los portuarios en Lirqu&#233;n y B&#237;o-B&#237;o estuvieron casi 1 mes de paro en mayo; 10.000 subcontratistas de Codelco, de El Teniente, con 53 d&#237;as de huelga que finaliz&#243; en derrota; el parazo de los mineros de Codelco y los paros de los profesores. A fines de este mes se anuncian movilizaciones de trabajadores de la salud, y para el 25 y 26 de agosto se anuncia el Paro Nacional de la CUT. Pero han sido aislados y se mantienen desunidos. Las direcciones (de la Concertaci&#243;n y del PC) no solo desv&#237;an los conflictos hacia las instituciones y el &#8220;di&#225;logo social&#8221;, sino que han aislado estas luchas. Evitan el enfrentamiento contra el gobierno para profundizar su crisis y que los trabajadores, los estudiantes, los pobladores y el pueblo mapuche puedan pasar a la ofensiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La burgues&#237;a intenta ensayar una pol&#237;tica &#8220;bismarckista&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los empresarios y sus pol&#237;ticos empiezan a discutir &#8220;reformas por arriba&#8221; para que no se impongan &#8220;desde abajo&#8221;, como la &#8220;reforma tributaria&#8221; y &#8220;reformas pol&#237;ticas&#8221;. Para enfrentar estos intentos de reformas cosm&#233;ticas, para que no puedan desmovilizar la lucha y para que pueda comenzar a emerger una militancia sindical y estudiantil que no termina de surgir, es necesario buscar la m&#225;s amplia unidad de los explotados y los oprimidos: llamando a un Comit&#233; Nacional de Lucha de universitarios, secundarios, trabajadores, pobladores y pueblo mapuche, con delegados de base elegidos en asamblea, mandatados y revocables, para discutir un Plan de Lucha que avance hacia un Paro Nacional, que incluya entre sus demandas, una Asamblea Constituyente Libre y Soberana basada en la movilizaci&#243;n. Y todos juntos, expresando el rechazo al GANE en las calles para derrotar la pol&#237;tica de los empresarios y sus partidos y empezar a imponer la propia voluntad de los explotados y los oprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ENTREVISTAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;B&#225;rbara Brito, Estudiante, ex consejera Facultad Filosof&#237;a y Letras Universidad de Chile (en toma) y militante del PTR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;T&#250; vienes de la &#8220;revoluci&#243;n pinguina&#8221; de 2006, que fue un despertar de cientos de miles de j&#243;venes que combatieron por la educaci&#243;n &#191;Hay una continuidad de aquella lucha con la de hoy?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En 2006 vivimos una de las primeras movilizaciones masivas despu&#233;s de dictadura. Las tomas eran algo nuevo y muchos de nosotros despertamos a la vida pol&#237;tica, cuestionando la educaci&#243;n de mercado. Hoy comenzamos a aplicar lecciones que esa lucha nos dej&#243;: si en ese momento la gratuidad de la educaci&#243;n no sonaba como demanda fundamental, hoy se ha convertido en bandera de miles. Las tomas de colegios secundarios aumentaron y los dirigentes de la Concertaci&#243;n y de las Juventudes Comunistas encuentran resistencia a la hora de subirse a negociar migajas con la Derecha. En 2006 una de las consignas de peso era &#8220;el cobre por el cielo, la educaci&#243;n por el suelo&#8221;, hoy este diagn&#243;stico se convierte en pol&#237;tica: se escucha la necesidad de unificar estudiantes y trabajadores, sobre todo luego de la paralizaci&#243;n de los mineros de CODELCO y las marchas en conjunto que hicimos por la gratuidad de la educaci&#243;n y la renacionalizaci&#243;n del cobre bajo control obrero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Y siguen movilizados los secundarios y los liceos t&#233;cnico-industriales &#191;Puedes contarnos c&#243;mo ha sido el intento de unificar la lucha por la educaci&#243;n con la clase trabajadora?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En un principio el movimiento estaba compuesto en gran medida por los sectores medios del pa&#237;s que ten&#237;an acceso a la universidad. La movilizaci&#243;n avanz&#243; y se sum&#243; un sector importante de la clase trabajadora: sus hijos, estudiantes de los colegios t&#233;cnico-industriales precarizados que dependen de grandes corporaciones, en donde se les obliga a trabajar gratuitamente a partir de pr&#225;cticas, donde no hay seguridad laboral y muy pocos estudiantes reciben el llamado plan dual, primando la divisi&#243;n entre la educaci&#243;n t&#233;cnica y la cient&#237;fico-humanista. Desde las universidades apostamos por unificar el movimiento con los secundarios, formamos comisiones en apoyo a las tomas y forjamos lazos de organizaci&#243;n y solidaridad en las marchas, actividades culturales, asambleas por la gratuidad de la educaci&#243;n, entre otros. Para llevar adelante esta unificaci&#243;n fue imprescindible levantar sus propias demandas, como &#8220;a igual trabajo, igual salario&#8221;. A la par, mientras se desarrollaba la lucha de los contratistas de CODELCO, organizamos viajes a Rancagua, de manera de forjar experiencia en com&#250;n y potenciar nuestro movimiento y su lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&#191;C&#243;mo se est&#225;n organizando y qu&#233; discusiones hay al interior del movimiento estudiantil?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy nos organizamos en base a nuestras federaciones que se agrupan en la Confederaci&#243;n de Estudiantes de Chile (CONFECH). Sin embargo su l&#237;mite es que poco expresan las decisiones de las bases y la decisi&#243;n la toman unos pocos. Uno de los grandes debates gira alrededor del objetivo mismo de la lucha: algunos apuestan por regular el mercado educativo dejando intactos los pilares de la universidad-empresa, otros peleamos por acabar de ra&#237;z con el sistema neoliberal. Adem&#225;s, ya se plantea bajar la movilizaci&#243;n v&#237;a plebiscito nacional y mesas de negociaci&#243;n, mientras contin&#250;a el &#225;nimo de muchos por continuar la movilizaci&#243;n y doblarle la mano a la Derecha.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&#034;spip&#034; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fabi&#225;n Puelma, Estudiante de Derecho U. de Chile (en paro) y militante del PTR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Esta lucha se ha mencionado a nivel internacional porque habiendo un crecimiento econ&#243;mico importante en el pa&#237;s, hay un gran malestar social &#191;C&#243;mo ves este nuevo &#225;nimo de movilizarse?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Si hay algo que ha marcado a estas movilizaciones es la masividad. Ha sido una gran conquista haber tomado nuevamente las calles, la Alameda (arteria principal de la capital), pese a la fuerte represi&#243;n. Por ejemplo, el pasado jueves la marcha no estaba autorizada. Pero &#233;ramos decenas de miles, as&#237; que no pudieron impedir que march&#225;ramos por la Alameda. Hay un &#225;nimo de movilizaci&#243;n generalizado en la juventud. Yo creo que eso se debe a que, por un lado no estamos dispuestos a seguir aceptando este sistema educativo impuesto por la dictadura y profundizado por la Concertaci&#243;n. Pero tambi&#233;n porque cuestionamos m&#225;s profundamente el neoliberalismo y este r&#233;gimen pol&#237;tico. Existe un rechazo muy palpable en la juventud hacia la derecha y la concertaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&#191;Puedes contarnos el actual estado de la lucha? &#191;Hay coordinaci&#243;n en asambleas, de las universidades, con los liceos, los profesores?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Actualmente estamos en un punto decisivo. El gobierno ya anunci&#243; sus medidas que inyectan millones a los empresarios. Quiere sacarnos de las calles. Una de las grandes debilidades es que, si bien hemos confluido en las marchas estudiantes y trabajadores, no existe una coordinaci&#243;n real y desde las bases. A&#250;n la clase trabajadora como tal y con sus propios m&#233;todos no ha entrado a la escena, lo que es indispensable para triunfar. El tema es que uno palpa en la calle que el descontento no se reduce a los estudiantes y uno ve que los trabajadores apoyan el movimiento. Y es que ac&#225; las direcciones, como el PC, juegan un rol central al no unificar las movilizaciones en un gran paro obrero estudiantil, preparado desde las bases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&#191;Cu&#225;l es la lucha que est&#225;n dando con esta juventud que nuevamente sale a la calle?&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde Las Armas de la Cr&#237;tica, hemos dado por a&#241;os la batalla por cuestionar de ra&#237;z el mercado educativo, planteando la educaci&#243;n gratuita como algo elemental. Ahora esa es la perspectiva de miles de estudiantes. Junto a cientos de compa&#241;eros pusimos en pie una Asamblea por la Educaci&#243;n gratuita con el objetivo de levantar un polo por la unidad obrera estudiantil y una educaci&#243;n al servicio de los trabajadores. Actualmente estamos levantando una Agrupaci&#243;n por una Segunda Reforma Universitaria para sacar las lecciones de este proceso de lucha y darle continuidad. Y desde el PTR luchamos por abrir paso a una juventud explotada y oprimida, como han sido los estudiantes de los liceos t&#233;cnico-industriales que siguen movilizados, impulsando la Agrupaci&#243;n &#8220;Abran Paso&#8221; de trabajadores y precarizados para dar una batalla para acabar con la precarizaci&#243;n laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21 de julio de 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Siguen las masivas movilizaciones por la educaci&#243;n</title>
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		<description>&lt;p&gt;El 30/6 tuvo lugar la m&#225;s grande movilizaci&#243;n despu&#233;s de la dictadura. Fue hist&#243;rica. Aunque el gobierno quiera rebajar la cifra diciendo que fueron 80.000 en Santiago seg&#250;n informes de la polic&#237;a, fueron casi 200.000...&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;El 30/6 tuvo lugar la m&#225;s grande movilizaci&#243;n despu&#233;s de la dictadura. Fue hist&#243;rica. Aunque el gobierno quiera rebajar la cifra diciendo que fueron 80.000 en Santiago seg&#250;n informes de la polic&#237;a, fueron casi 200.000 manifestantes en la capital y casi medio mill&#243;n a nivel nacional. La lucha por la educaci&#243;n ha catalizado un amplio descontento de masas que se viene activando desde inicios de Mayo cuando fueron las masivas movilizaciones contra el proyecto de Hidroays&#233;n en el sur del pa&#237;s, y muestran el amplio rechazo al gobierno, de 56%, el m&#225;s grande en la democracia post-dictadura, y contienen una crisis del conjunto del r&#233;gimen pol&#237;tico, y centralmente de la concertaci&#243;n que ya no puede seguir jugando un rol de &#8220;contenci&#243;n&#8221; como lo hizo durante 20 a&#241;os (apoyado por el Partido Comunista).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El gobierno, para salir del conflicto, lo intenta desviar al parlamento y anunci&#243; un millonario plan de reforma educativa para bajar las movilizaciones, profundizando el negocio educativo y el desmantelamiento de la educaci&#243;n p&#250;blica, dise&#241;ada durante la dictadura militar e implementada por la &#8220;democracia de los acuerdos&#8221; de la Concertaci&#243;n y la derecha. El rechazo de secundarios, universitarios y profesores es la muestra que dos modelos est&#225;n chocando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Movilizaciones hist&#243;ricas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La masiva movilizaci&#243;n de m&#225;s de 200.000 el 16/6, mostr&#243; la enorme simpat&#237;a que la lucha estudiantil tiene en amplios sectores. El fracaso de las mesas de negociaci&#243;n con el Ministro de Educaci&#243;n, el empresario Opus Dei Joaqu&#237;n Lav&#237;n; el fracaso de su acusaci&#243;n de ser un movimiento &#8220;ideologizado&#8221; ante la ampliaci&#243;n del petitorio a demandas pol&#237;ticas (asamblea constituyente, renacionalizaci&#243;n del cobre y reforma tributaria para financiar la educaci&#243;n, puesta en el petitorio por la presi&#243;n de un activismo de izquierda que empezaba a cuestionar la pol&#237;tica de las direcciones oficiales, de la concertaci&#243;n y del PC); la confusi&#243;n y debilidad del gobierno, sin estrategia, no han podido desgastar la lucha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contin&#250;an las tomas y paros en liceos y universidades, contin&#250;an las movilizaciones de secundarios y universitarios y hay convocado un nuevo Paro Nacional para el 14/7. El 81,9% de la gente simpatiza con las movilizaciones. Acad&#233;micos y profesores, funcionarios y trabajadores de la educaci&#243;n se han plegado a las movilizaciones, y se empiezan a abrir distintos reclamos sociales. En Calama, ciudad minera, una movilizaci&#243;n de 20.000 reclam&#243; que los recursos del cobre (en cifras hist&#243;ricas) no llegan para resolver los problemas de la ciudad. &lt;br class='autobr' /&gt;
Adem&#225;s, la masiva lucha por la educaci&#243;n, puede dar paso para que emerja la clase obrera (ausente de la lucha, salvo los profesores, constituyendo una de las principales debilidades actuales) con sus demandas y sus propios m&#233;todos. &lt;br class='autobr' /&gt;
Pero hay abierta una importante contradicci&#243;n en la lucha educativa, entre la masividad hist&#243;rica de las movilizaciones y el menor activismo que sostiene las tomas y los paros de liceos y universidades y que ya lleva casi un mes en la lucha, brecha que el gobierno busca aprovechar para desgastarla.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El movimiento obrero&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para el 11/7, se ha convocado un paro nacional de 24hs de los trabajadores de planta de la minera estatal Codelco, que produce el 34% de cobre a nivel mundial, denunciando intentos de &#8220;privatizaci&#243;n encubierta&#8221; con los planes de ampliaci&#243;n de la mina tercerizando funciones y con despidos de 600 trabajadores por a&#241;o en la mina Chuquicamata. Los trabajadores subcontratistas del cobre, agrupados en la Confederaci&#243;n de Trabajadores del Cobre han anunciado que se sumar&#225;n a esta movilizaci&#243;n. Los trabajadores subcontratistas de la mina El Teniente, tambi&#233;n de Codelco, han cumplido m&#225;s de 40 d&#237;as en huelga por mejoras salariales. Para el 14, mismo d&#237;a del paro nacional educativo, los trabajadores portuarios de Valpara&#237;so est&#225;n organizando un &#8220;porte&#241;azo&#8221; contra el plan de competitividad del gobierno. Los trabajadores del transantiago de la empresa Subus, del transporte p&#250;blico de la capital, han anunciado que se sumar&#225;n a las movilizaciones del d&#237;a 14 paralizando. De resultar efectivas estas paralizaciones, podr&#237;a ser un importante punto de apoyo para la uni&#243;n de la clase trabajadora y el movimiento estudiantil por sus demandas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El gobierno intenta desviar el conflicto hacia el parlamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tras las diversas estrategias fallidas, el gobierno ha anunciando un plan de reforma intentando desviar la discusi&#243;n al parlamento. Primero intent&#243; con un di&#225;logo por separado entre secundarios, universitarios, profesores y rectores pero fracas&#243;. Luego acus&#243; al movimiento de ser &#8220;ideologizado&#8221; y &#8220;politizado&#8221;. Y dijo, junto a la prensa, que empezaban a emerger las demandas de los &#8220;ultras&#8221; y que al Partido Comunista se le sali&#243; de las manos el conflicto. No le result&#243; ante la masiva marcha de medio mill&#243;n del jueves pasado. &lt;br class='autobr' /&gt;
El gobierno se encuentra debilitado, y ha recurrido a la realizaci&#243;n de un plan legislativo millonario para desviar la lucha hacia el parlamento, donde tampoco tiene mayor&#237;a. Ha propuesto un &#8220;Gran Acuerdo Nacional por la Educaci&#243;n&#8221; (GANE) y ha anunciado: un Fondo para la educaci&#243;n de 4.000 millones de d&#243;lares; el aumento de 70.000 a 120.000 becas a estudiantes de instituciones t&#233;cnico-profesionales, y becas para el 40% de alumnos vulnerables y con m&#233;rito acad&#233;mico para la educaci&#243;n superior. Reducir los cr&#233;ditos millonarios que cobran los bancos para estudiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La creaci&#243;n de una subsecretar&#237;a y una superintendencia de la educaci&#243;n superior. Y el inicio de una discusi&#243;n para &#8220;transparentar&#8221; el lucro en la educaci&#243;n, abriendo la posibilidad para que las universidad &#8220;con fines de lucro&#8221; paguen impuestos y permita otorgar mayores becas. La legislaci&#243;n actual, que sostiene que son universidades &#8220;sin fines de lucro&#8221; es un fraude que ha permitido hacer millonarios negocios a la burgues&#237;a, por sobre los 6.000 millones de d&#243;lares anuales s&#243;lo en la educaci&#243;n universitaria.&lt;br class='autobr' /&gt;
Pero el anuncio del gobierno mantiene el negocio educativo, ampl&#237;a la &#8220;oferta&#8221; del negocio (para los instituciones t&#233;cnico-profesionales y centros de formaci&#243;n t&#233;cnica) y no resuelve ninguno de los problemas del movimiento estudiantil: ni el masivo endeudamiento por tener que pagar para estudiar (en uno de los pa&#237;ses m&#225;s caros para estudiar); el acceso selectivo a educaci&#243;n superior; la autoritaria estructura universitaria; y profundiza el desmantelamiento de la educaci&#243;n p&#250;blica. Ni qu&#233; decir que no hizo ning&#250;n anuncio sobre las demandas de los secundarios y de los profesores, diciendo s&#243;lo que la &#8220;estatizaci&#243;n&#8221; es un modelo a&#241;ejo, como ven&#237;an repitiendo. Por eso, profundiza la contra-reforma de 1981 de la dictadura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ahora buscan que el parlamento dirima el conflicto (que ha sido donde durante 20 a&#241;os se ha negociado la profundizaci&#243;n del modelo de la dictadura). La concertaci&#243;n se intenta mostrar como oposici&#243;n diciendo que va a ver la &#8220;letra chica&#8221;. Algunos de sus parlamentarios presentaron una ley para poner &#8220;fin al lucro&#8221;. Pero no tienen ninguna postura com&#250;n. En la Democracia Cristiana, es conocida la voluntad de los &#8220;pr&#237;ncipes&#8221; que dirigen el partido, para dialogar con el gobierno. Adem&#225;s, la concertaci&#243;n viene con m&#250;ltiples tensiones internas por las elecciones municipales del pr&#243;ximo a&#241;o y sufren el m&#225;s amplio rechazo de la poblaci&#243;n (65%). Est&#225;n en crisis y ya no pueden jugar el falso rol de &#8220;amigos del pueblo&#8221;, porque el modelo educativo en crisis es resultado de sus pol&#237;ticas en co-gobierno con la derecha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&#243;lo la movilizaci&#243;n y Paro Unitario de trabajadores y estudiantes puede doblarle la mano al gobierno.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El conflicto se mantiene abierto. La semana que viene ser&#225; decisiva para saber si las movilizaciones dan un salto, o el gobierno puede utilizar el desgaste para sacar la lucha de las calles. Las direcciones del movimiento estudiantil (centralmente las Juventudes Comunistas) y de los profesores (del PC) intentan responder pidiendo negociar con todos los sectores y diciendo que son migajas, mientras mantienen movilizaciones s&#243;lo de presi&#243;n al gobierno. Esto a la vez, porque se ven presionados a continuar con el conflicto, ante la amplia simpat&#237;a y masivas movilizaciones que han tenido lugar estos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adem&#225;s, porque han perdido el control en varios sectores, reflej&#225;ndose en la Confech (Confederaci&#243;n de estudiantes de Chile, que agrupa a unas 30 universidades) donde empiezan a tomar peso sectores m&#225;s a izquierda. Pero la principal debilidad del movimiento es que adem&#225;s de no tener una pol&#237;tica que unifique a los trabajadores y estudiantes en un plan de lucha avanzando hacia un paro nacional indefinido y por la educaci&#243;n gratuita, no hay un organismo para unificar al conjunto del movimiento estudiantil, como fue la ANES en 2006 con asambleas masivas de delegados. Pero tanto las direcciones de las juventudes comunistas y los colectivos populares, se niegan a impulsar esta pol&#237;tica que unifique y coordine al conjunto de los sectores en lucha, y llevan al conflicto a un desgaste. &lt;br class='autobr' /&gt;
Desde el PTR venimos dando la pelea en esta lucha, buscando agrupar al activismo de izquierda para que pelee en las asambleas, tomas y paros por una pol&#237;tica que unifique esta lucha, por un Comit&#233; Nacional de Lucha y un Plan de Lucha que avance hacia un paro indefinido. En esta batalla hay mucho en juego.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7 de julio de 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="en">
		<title>Workers' riots catch on in the &#034;workshops of the world&#034;</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Workers-riots-catch-on-in-the-workshops-of-the-world</link>
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		<dc:date>2011-07-03T18:28:29Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>en</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Asia</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica Internacional</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Crisis capitalista mundial</dc:subject>
		<dc:subject>China</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Last weekend, in Zengcheng district in Guangzhou, an industrial city of Guangdong province, thousands of migrant workers hit the streets, burning cop cars and confronting the anti-riot police.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-Ingles" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en Ingl&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Asia" rel="tag"&gt;Asia&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica-Internacional" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica Internacional&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Crisis-capitalista-mundial" rel="tag"&gt;Crisis capitalista mundial&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/China-169" rel="tag"&gt;China&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Last weekend, in Zengcheng district in Guangzhou, an industrial city of Guangdong province, thousands of migrant workers hit the streets, burning cop cars and confronting the anti-riot police. The act that lit the fuse of the workers' riots took place Friday night, because of the beating that provincial security personnel gave the young woman Wang Lianmei, a twenty year old street vendor, who was pregnant. The rumors that she was seriously injured caught on among thousands of workers. On Saturday, more than 1,000 demonstrators burned cop cars and confronted the anti-riot police. On Sunday, despite increased repression, more than 2,000 workers again hit the streets, setting fire to government offices and confronting the cops. &#034;It was the spark that ignited an explosion of fury, that highlights the frustration that a great part of the Chinese population harbors&#034; (El Pa&#237;s, June 15).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Some days before, 200 migrant workers in Chaozhou had demonstrated their rejection of the rise in prices in front of the town hall, ending in a riot by thousands of workers. In a different mobilization, 2,000 workers attacked the government building in Lichuan city in Hubei province, protesting because of the murder of a former legislator who had been investigating government corruption cases. In Changchun, more than 400 workers from a tire factory led a strike from June 8 to June 12 against low wages. Last month, in Inner Mongolia, the biggest ethnic conflicts against the authorities developed.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The increase in the price of foods and housing (in May, official inflation was 5.5%, the highest since April 2008), corruption and abuses that prevail in the state apparatus and municipalities, are triggering social unrest that is beginning to become increasingly obvious. In the cities of southern China, where the &#034;workshops of the world&#034; are located, thousands of workers who migrated from the countryside are going out to struggle, from the new generation of 150,000,000 workers considered second-class citizens, lacking even basic rights, like access to education for their children. Already last year, thousands of Chinese workers went out to fight for wage raises in numerous factory revolts.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The increase in social unrest is worrying the authorities. In the most recent meeting of the Politburo of the Chinese Communist Party, the authorities called for encouraging better &#034;social management,&#034; by seeking to contain the spread of social unrest. To that end, they have combined fierce repression of any struggle and arrests of bloggers, with slight wage increases to compensate for the fall in wages from inflation. Strong Chinese economic growth (9.7% in the first quarter), enormously uneven and unstable (sustained by Chinese exports and foreign consumption) is feeding strong social contradictions, unrest and some riots, while the first tensions are being experienced among the authorities about a political opening-up of the regime and the search for a new pattern of growth, less dependent on the outside. China is confronting the biggest contradictions in the last 30 years.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; June 16, 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Las movilizaciones estudiantiles en un momento decisivo</title>
		<link>https://www.ft-ci.org/Las-movilizaciones-estudiantiles-en-un-momento-decisivo</link>
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		<dc:date>2011-06-30T06:48:26Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Pablo Torres</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Libertades Democr&#225;ticas</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Las masivas movilizaciones de los &#250;ltimos dos meses (contra la hidroel&#233;ctrica Hidroays&#233;n y por la educaci&#243;n), que tuvieron un punto central el 16/6 cuando se movilizaron m&#225;s de 200.000 personas a nivel nacional, est&#225;n llegando a momentos decisivos.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://www.ft-ci.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Movimiento-Obrero" rel="tag"&gt;Movimiento Obrero&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Libertades-Democraticas" rel="tag"&gt;Libertades Democr&#225;ticas&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Politica" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Analisis" rel="tag"&gt;An&#225;lisis&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-Viva-la-lucha-de-los-estudiantes-y-trabajadores" rel="tag"&gt;Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://www.ft-ci.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_2038 spip_documents'&gt;
&lt;img src='https://www.ft-ci.org/local/cache-vignettes/L500xH332/Chile_3-acd27.jpg?1702165399' width='500' height='332' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Las masivas movilizaciones de los &#250;ltimos dos meses (contra la hidroel&#233;ctrica Hidroays&#233;n y por la educaci&#243;n), que tuvieron un punto central el 16/6 cuando se movilizaron m&#225;s de 200.000 personas a nivel nacional, est&#225;n llegando a momentos decisivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por un lado, se mantienen las tomas y paros en m&#225;s de 500 liceos, y en decenas de universidades, con adhesi&#243;n del Colegio de Profesores, padres y apoderados, de la central obrera CUT, de sindicatos de la salud y de los trabajadores p&#250;blicos, acad&#233;micos y artistas. Por otro lado, la propuesta del Ministerio de Educaci&#243;n a los petitorios (intentando negociar separadamente con cada sector para debilitar la fuerza del movimiento), y el subsecuente rechazo de secundarios, universitarios y profesores el fin de semana, rompi&#243; las negociaciones y el gobierno ha endurecido su postura diciendo que se agot&#243; el di&#225;logo y que el movimiento se ha &#8220;ideologizado&#8221; pasando de las demandas educacionales a demandas pol&#237;ticas. Intentando descomprimir la movilizaci&#243;n, el gobierno impuls&#243; el t&#233;rmino de clases semestrales de los liceos tomados (iniciando las dos semanas de vacaciones y anunciando el inicio del fin de a&#241;o para el 14 de enero). &lt;br class='autobr' /&gt;
Para el 30/6 est&#225; programado un Paro Social Nacional de todos los sectores de la educaci&#243;n apoyado por la CUT y diversos sindicatos que espera movilizar m&#225;s de 100.000 personas en Santiago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El choque de dos modelos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lo que hay detr&#225;s, es que empiezan a chocar dos modelos: uno, el de la burgues&#237;a representada en los partidos de la derecha (en el gobierno) y la Concertaci&#243;n, que quieren seguir las privatizaciones, las subvenciones del Estado a los empresarios y el modelo implantado a sangre y fuego con la dictadura. El negocio de la educaci&#243;n en Chile tiene ganancias sobre los 6.000 millones de d&#243;lares anuales, y se ha convertido en el tercer nicho m&#225;s importante de la burgues&#237;a en el pa&#237;s. Adem&#225;s, Chile destina apenas 0,3% del PIB para la educaci&#243;n p&#250;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Otro, el que se expresa en las masivas movilizaciones y el malestar social, con diversas posturas: desde quienes luchan para &#8220;recuperar la educaci&#243;n p&#250;blica&#8221; (ya hecha a&#241;icos) hasta sectores que luchan por la educaci&#243;n p&#250;blica y gratuita en todos sus niveles para terminar con el negocio educativo. Es un enfrentamiento de intereses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El gobierno acusa de &#8220;ideologizado&#8221; e &#8220;intransigente&#8221; al movimiento ya que las &#250;ltimas reuniones estudiantiles incluyeron entre sus demandas una &#8220;asamblea constituyente&#8221; y la &#8220;renacionalizaci&#243;n de los recursos b&#225;sicos&#8221; para financiar la educaci&#243;n. Esto, ante la presi&#243;n de miles de estudiantes que empiezan a cuestionar el anti-democr&#225;tico r&#233;gimen pol&#237;tico (con la Constituci&#243;n de la dictadura, de 1980 en pie).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Las direcciones oficiales intentan evitar el choque y llaman al &#8220;di&#225;logo&#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pese a la intransigencia del gobierno, las direcciones oficiales del movimiento secundario, universitario y del Colegio de Profesores (de la Concertaci&#243;n y del PC), buscan presionar pidiendo una &#8220;mesa de di&#225;logo con todos los sectores&#8221;, en vez de confiar en las propias fuerzas y m&#233;todos de los trabajadores y los estudiantes unificados. Llaman a paros de un d&#237;a que debilitan al movimiento, y hacen coordinaciones &#8220;por arriba&#8221; sin unificar en un gran organismo al conjunto de los sectores, pese a la presi&#243;n a radicalizar las demandas y la lucha (quieren negociar &#8220;puntos m&#237;nimos&#8221; que no cuestionan el negocio educativo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde el Partido de Trabajadores Revolucionarios, planteamos terminar con el negocio educativo, buscando la agrupaci&#243;n de miles de activistas que luchan en las facultades, en liceos y en los profesores, por una educaci&#243;n p&#250;blica y gratuita en todos sus niveles, y luchando por una coordinaci&#243;n con delegados en un s&#243;lo organismo de lucha y por exigir el paro nacional indefinido de todos los sectores de la educaci&#243;n, luchando para unificar al movimiento estudiantil y los trabajadores, que sea el punto de apoyo para un Plan de Lucha Unificado, hacia un Paro Nacional. Y para construir un polo alternativo, en una Asamblea por la Educaci&#243;n Gratuita donde se vienen reuniendo cientos de activistas que permita luchar por una educaci&#243;n al servicio de los trabajadores y el pueblo pobre. Por una Asamblea Constituyente Libre y Soberana basada en la movilizaci&#243;n de los trabajadores, estudiantes y el pueblo pobre para terminar con la constituci&#243;n de Pinochet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;30 de junio de 2011&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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